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SIMO Education, maior feira educacional B2B da Espanha será retomada de forma presencial

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O evento contará com a presença de 10,8 mil participantes, 241 empresas, 154 expositores de 17 países (Imagem: Site SIMO Education)

JB News

Por Rafaela Eufrosino

SIMO Education, maior feira educacional B2B da Espanha, será retomada de forma presencial e ocorrerá nos dias 22 a 24 de novembro de 2022, das 10h às 19h. A feira apresentará como discussão nesta edição “Soluções tecnológicas inovadoras para mudar o mundo”, que gira em torno da melhoria dos processos de ensino e da gestão de instituições educacionais alinhadas aos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU.

 

O evento é uma realização da IFEMA MADRID, com a colaboração da Education 3.0, que já tem a confirmação da presença de 10,8 mil participantes, 241 empresas, de 17 países e 154 expositores, dentre elas, WorldEd School, rede americana internacional de ensino futurista, que instrui alunos a desenvolver habilidades para o mercado de trabalho a se tornarem líderes do futuro, a partir de uma grade de ensino no estilo americano.

 

“Estar na SIMO Education também é um aprendizado para nós. Estaremos em contato com diversas empresas, redes e profissionais de ensino, e essa troca de percepções é importante para o crescimento de ambas marcas. O futuro e as novas tecnologias influenciam na nossa forma de pensar, agir e de se comunicar, e se envolver nessa discussão permite dar embasamento aos profissionais de educação para atuar com uma nova missão dentro da sala de aula. E, neste evento, a WorldEd representará o seu propósito e missão de propagar uma educação que permite conectar pessoas de todo o mundo, permitindo conhecer novas culturas, éticas, políticas, economia e tradições”, ressalta Flávio Liberal, CEO e fundador da WorldEd School.

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Além da modalidade presencial, a feira contará com a plataforma SIMO Education LIVEConnect, utilizada em 2021 para realizar o evento de forma online. A plataforma permite que os profissionais tenham acesso a conteúdos ao longo do ano e a troca de experiências, fomentando o networking.

 

O evento contará também com a 10ª edição dos Prêmios de Inovação Educativa e Ensino Inovador Experiências que tem como público os professores que apresentam suas experiências de TIC (Tecnologias da Informação e da Comunicação) com foco no ensino digital e aluno protagonista de sua própria aprendizagem. O prêmio é dividido em duas categorias: Melhor Experiência de Ensino Inovadora, subdividido em 16 categorias e Prêmio “Innotech Edu” de Melhor Experiência Inovadora.

 

No ano passado, a maior feira educacional B2B da Espanha contou com a participação de 229 marcas de 22 países e foi visitada por 10.045 profissionais da área de educação.

 

“A feira nos proporcionará ter um olhar mais adiante, com o auxílio de novas abordagens imersivas da educação que trarão novas oportunidades e conceitos para incentivar os professores a usar métodos de ensino inovadores. A nossa escola trabalha o conceito de estudar os conteúdos para o desenvolvimento de um futuro desejável e usa a tecnologia para engajar os alunos ao redor do mundo”, finaliza Juliana Frigerio, Co-CEO da WorldEd School.

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Sobre a WorldEd School 

 

A WorldEd School é uma rede de ensino americana futurista com viés internacional, criada em 2017, na Flórida, com alunos, professores, tutores e/ou com parcerias, e tem a projeção de chegar a 10 mil alunos em 2023. A rede global está presente em 4 continentes: América, Europa, Ásia e África. E oferece o Duo Diploma – a formação do estudante no currículo do seu país de origem e o currículo americano que pode ser usado em universidades americanas e de todo o planeta. O propósito da WorldEd School é conectar pessoas de todo o mundo para que com a vivência de cada um e com a sua bagagem cultural e de seu país, todos possam aprender e desenvolver competências para o mercado de trabalho e para a vida. Saiba mais, aqui!

 

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EDUCAÇÃO

MEC fará seminário sobre política de educação superior

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Com o intuito de construir diretrizes para a formulação da Política Nacional de Educação Superior (Pneds), o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), promoverá o Seminário Pneds, com o tema “Educação Superior como Política de Estado: fundamentos, objetivos e compromissos institucionais”. O objetivo é escutar especialistas e a sociedade para a elaboração da política, com ênfase na diversidade, equidade e inclusão. O encontro ocorrerá na sexta-feira, 17 de abril, das 8h às 13h (horário de Brasília), no Plenário do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília (DF). 

Estão confirmadas as presenças do secretário de Educação Superior, Marcus David; da secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo; da diretora de Desenvolvimento Acadêmico da Sesu, Lucia Pellanda; e do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho. A mediação será feita pelo coordenador-geral de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Araujo. 

O evento contará também com a presença de estudantes, docentes e técnicos-administrativos, gestores de instituições de educação superior, pesquisadores, especialistas, representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de órgãos governamentais e de participação social. O seminário integra uma série de atividades de escuta, com participação social, que estão acontecendo desde agosto de 2025, visando à formulação da política. 

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A programação conta com as palestras “Educação Superior Indígena: diversidade sociocultural e políticas educacionais” e “Povos Quilombolas e Educação Superior: reconhecimento, inclusão e justiça educacional”. Essa última discutirá a educação superior a partir do reconhecimento dos direitos dos povos quilombolas, da valorização de seus saberes tradicionais e epistemologias próprias, da necessidade de revisão curricular, incluindo disciplinas obrigatórias, metodologias inclusivas e estratégias institucionais para o enfrentamento da reprovação, evasão e abandono.  

Outra palestra será “Relações Étnico-Raciais e Educação Superior: desafios e perspectivas institucionais”. Nela, será analisada a educação das relações étnico-raciais na educação superior, com ênfase na incorporação de epistemologias negras nos currículos, na obrigatoriedade de disciplinas específicas e no enfrentamento de práticas acadêmicas excludentes que naturalizam a reprovação e aprofundam desigualdades, especialmente para estudantes cotistas e negros. 

A programação inclui, ainda, a palestra “Pessoas com Deficiência na Educação Superior: acessibilidade, inclusão e responsabilidade institucional”, que abordará a inclusão de pessoas com deficiência na educação superior, com foco na acessibilidade, revisão de práticas avaliativas, metodologias de ensino inclusivas e superação da cultura acadêmica que associa qualidade à exclusão, com responsabilização institucional pelos resultados acadêmicos e pelo sucesso estudantil.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu

Fonte: Ministério da Educação

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