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Compras até 31 de maio concorrem aos dois próximos sorteios do Nota MT

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No mês de junho serão distribuídos R$ 800 mil em prêmios; serão realizados os sorteios mensal Maio e especial de São João

Lorrana Carvalho | Sefaz MT

Foto : $imgCred

Os consumidores cadastrados no Nota MT têm até o dia 31 de maio para realizar compras com o CPF na nota e concorrer aos sorteios que serão realizados durante o mês de junho, que vão distribuir R$ 800 mil em prêmios. No dia 10 de junho acontece o sorteio mensal de maio, com premiações de R$ 500 e R$ 10 mil, e no dia 24 de junho será realizado o sorteio Especial de São João, com cinco prêmios de R$ 50 mil.

Para cada compra realizada pelos participantes e devidamente associadas ao CPF cadastrado no Nota MT serão gerados dois bilhetes eletrônicos, um para a premiação mensal e outro para o sorteio especial. É importante lembrar que só concorrem aos valores as pessoas devidamente cadastradas no Programa Nota MT.

De acordo com a Secretaria de Fazenda (Sefaz), órgão responsável pelo Programa Nota MT, os documentos fiscais aceitos são as notas fiscais (NF-e e NFC-e) e os bilhetes de passagem eletrônicos (BP-e), utilizado no transporte interestadual e intermunicipal de passageiros. Além de ser necessário incluir o CPF, existe uma limitação de dois documentos emitidos por dia, em estabelecimentos diferentes.

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O sorteio mensal de maio, que acontece no dia 10 de junho, terá como referência os bilhetes gerados a partir das compras realizadas entre os dias 01 e 31 do referido mês.  Já no dia 24 de junho serão sorteados os prêmios especiais de R$ 50 mil, para os quais estarão concorrendo os documentos fiscais emitidos no período de 01 de março a 31 de maio. Conforme as regras já estabelecidas, os sorteios especiais contemplam os documentos acumulados ao longo de três meses, aumentando as chances dos participantes.

Os sorteios são realizados a partir do resultado da Loteria Federal, de onde é extraído o número que define os bilhetes ganhadores da campanha. Quem ainda não está cadastrado no Nota MT, se inscrever pelo site ou aplicativo para celular, realizar compras com a inclusão do CPF até o final de maio e participar dos próximos sorteios.

Solidariedade

Além de concorrer aos sorteios de prêmios em dinheiro, os consumidores cadastrados no Nota MT ainda ajuda a entidade social de sua preferência, que recebe o valor referente a 20% da premiação.

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As instituições e/ou associações interessadas em fazer parte do banco de dados, ou atualizar informações, devem mandar um e-mail para o endereço: [email protected]/ colocar no título “Atualização Cadastral – Nome da entidade” ou acessar a página virtual da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

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Mourão fala sobre impacto de guerras, inflação global, critica pacto federativo, e cobra equilíbrio fiscal do governo federal durante Fórum LIDE em Cuiabá

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por Emerson Teixeira

Durante participação no Fórum LIDE Mato Grosso 2026, nesta terça-feira, em Cuiabá, o senador Hamilton Mourão fez uma análise ampla sobre os principais entraves econômicos e institucionais enfrentados pelo país e defendeu uma agenda de reequilíbrio fiscal, fortalecimento do pacto federativo e pacificação entre os Poderes. Em sua passagem pela capital mato-grossense como palestrante do encontro, Mourão afirmou que o Brasil atravessa um momento decisivo e precisa corrigir distorções estruturais para voltar a crescer com estabilidade.

Ao abordar a realidade fiscal do país, Mourão criticou a concentração de receitas na esfera federal e afirmou que o modelo atual de arrecadação se tornou insustentável para estados e municípios. Segundo ele, a União concentra a maior parte dos tributos, enquanto prefeitos e governadores assumem a maior parte das demandas da população, especialmente nas áreas mais sensíveis da gestão pública. Na avaliação do senador, esse desequilíbrio compromete a capacidade de investimento local, trava obras, limita políticas públicas e enfraquece a capacidade de resposta dos municípios diante das necessidades diárias da população.

Mourão ressaltou que os municípios são os entes mais pressionados dentro da estrutura federativa, porque são eles que recebem diretamente as demandas por saúde, educação, assistência social, mobilidade urbana, saneamento e infraestrutura básica. Segundo ele, esse descompasso entre obrigação e arrecadação gera um efeito em cascata: compromete serviços, dificulta planejamento e aumenta a dependência de transferências federais e emendas parlamentares. Para o senador, o Brasil precisa discutir uma nova lógica de repartição de recursos, com critérios mais justos e maior autonomia para estados e cidades.

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Ao comentar a reforma tributária, Mourão reconheceu o esforço do Congresso Nacional para destravar uma pauta histórica e afirmou que o Parlamento atuou de forma intensa para construir o texto aprovado. Segundo ele, houve mobilização de lideranças, debates técnicos e articulação política para viabilizar a proposta. No entanto, o senador demonstrou preocupação com a etapa seguinte: a implementação prática da reforma.

Na avaliação de Mourão, o maior desafio agora não está mais na aprovação da lei, mas na capacidade do governo federal de colocar em funcionamento toda a nova estrutura de arrecadação, compensação e distribuição prevista. Ele citou como pontos sensíveis o funcionamento do comitê gestor, os mecanismos de transição para estados exportadores, a compensação de perdas e a segurança jurídica para o setor produtivo. Segundo Mourão, qualquer falha nessa engrenagem pode provocar insegurança para investidores, impactar cadeias produtivas e gerar efeitos negativos sobre emprego e arrecadação.

Ao falar especificamente de Mato Grosso, o senador destacou que o estado precisa acompanhar de perto os desdobramentos da reforma por ocupar posição estratégica na economia brasileira. Mourão lembrou que Mato Grosso é um dos maiores produtores de alimentos do país, tem forte participação nas exportações e exerce papel central na balança comercial nacional. Para ele, mudanças mal calibradas na estrutura tributária podem afetar desde o produtor rural até os setores de transporte, armazenagem, indústria e comércio.

O senador também chamou atenção para o cenário externo e afirmou que o Brasil vive um momento de pressão econômica global que exige prudência e estabilidade. Mourão citou os conflitos internacionais, a instabilidade geopolítica, a elevação do preço do petróleo e os impactos inflacionários como fatores que pressionam custos internos e reduzem margens de crescimento. Segundo ele, em um cenário de incerteza mundial, países que não oferecem previsibilidade institucional acabam sofrendo mais com fuga de investimentos, retração econômica e perda de competitividade.

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Na avaliação de Mourão, o Brasil precisa se preparar para esse ambiente internacional adverso com responsabilidade fiscal, contas públicas equilibradas e ambiente favorável à produção. O senador defendeu medidas que deem segurança ao setor privado, estimulem investimentos e permitam ao país manter sua capacidade de crescimento mesmo diante de turbulências externas.

Em sua análise política, Mourão também fez um alerta sobre o momento institucional do país. Segundo ele, o ambiente de tensão entre Executivo, Legislativo e Judiciário tem fragilizado a confiança da população e criado um cenário de instabilidade que afeta diretamente a economia e a governabilidade. O senador afirmou que o pacto institucional firmado com a Constituição de 1988 passa por um momento de desgaste e precisa ser preservado com diálogo, equilíbrio e respeito às atribuições de cada Poder.

Para Mourão, quando há insegurança institucional, quem mais sofre é a população, que sente os efeitos da paralisação administrativa, da demora nas decisões e da ausência de consensos mínimos para enfrentar problemas estruturais. Em Cuiabá, o senador defendeu que o Brasil retome uma agenda centrada em previsibilidade, responsabilidade e cooperação institucional, como base para recuperar a confiança, impulsionar investimentos e garantir desenvolvimento sustentável para o país.
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