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Asta Linhas Aéreas anuncia passagens com assentos compartilhados entre Cuiabá e Aripuanã

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Por Nada Laranjeira

A empresa é genuinamente mato-grossense, tendo contribuído para o desenvolvimento do estado ao longo dos anos

A Asta Linhas Aéreas anuncia o retorno de voos entre as cidades de Cuiabá e Aripuanã com periodicidade, ambas no estado do Mato Grosso, na modalidade de venda por assentos compartilhados. A partir de agora, os passageiros terão a oportunidade de viajar com facilidade e conveniência entre essas duas cidades.

Com objetivo de conectar comunidades e proporcionar experiências de viagem excepcionais, a empresa lançará voos entre Cuiabá e Aripuanã duas vezes por semana. Essa nova modalidade de vendas visa atender às necessidades dos passageiros que desejam, de uma maneira ágil e confiável, viajar entre esses destinos.

“Estamos entusiasmados em voltar a ligar a capital ao interior do estado, atendendo uma antiga demanda. Este retorno simboliza o crescimento da Asta pós a pandemia global. Sabemos o quão importante é manter as conexões entre as cidades e estamos comprometidos em oferecer um serviço de qualidade, que permita que nossos passageiros cheguem aos seus destinos com segurança e conforto”, afirmou Rolffe Erbe, diretor executivo.

A programação tem sido cuidadosamente planejada para acomodar as agendas dos passageiros e oferecer uma opção de transporte eficiente e acessível entre essas duas cidades. Essa nova rota marca mais um passo na missão contínua da Asta Linhas Aéreas de conectar e fortalecer as comunidades em todo o estado do Mato Grosso. A empresa está dedicada a oferecer serviços de transporte aéreo que facilitem a mobilidade regional e contribuam para o desenvolvimento das áreas atendidas.

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Além disso, a Asta Linhas Aéreas irá anunciar novas ligações entre cidades em um futuro próximo. Essa expansão estratégica permitirá que mais pessoas desfrutem dos benefícios de uma conectividade aérea eficiente e de alta qualidade.

Para obter informações sobre os voos e reservas, os interessados podem entrar em contato com a Asta Linhas Aéreas através do telefone (65) 99967-2112, e-mail [email protected], site www.voeasta.com.br, ou também através de empresas de turismo parceiras.

*SOBRE A ASTA*

A Asta Linhas Aéreas, inicialmente conhecida como América do Sul Táxi Aéreo, deu início às suas atividades em 1995, operando aeronaves modelo Seneca III para atender às demandas de malotes, cargas e passageiros, estabelecendo conexões entre a capital e o interior.

Com uma trajetória de sucesso, em 2019, a empresa é genuinamente mato-grossense e conquistou a certificação da IATA por meio da avaliação internacional padronizada de segurança (ISSA).

Ao longo de sua trajetória, e tendo transportado mais de cem mil passageiros, a Asta tem sido o elo que une negócios, turismo e outras importantes atividades no estado do Mato Grosso. Com foco em segurança e excelência em serviços, a empresa tem se destacado como referência no transporte de cargas e passageiros desde 1995.

Com investimentos em sua frota, a empresa apostou no transporte de passageiros com a aquisição do primeiro Grand Caravan em 2008 (PR-RJO), seguido da entrega das demais aeronaves a partir de 2011. As aeronaves

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Cessna Grand Caravan da Asta possuem modernos painéis digitais Garmin G1000, sistema de monitoramento via satélite, e o hangar da empresa conta com uma equipe própria de engenheiros e mecânicos altamente capacitados.

Reconhecida pela qualidade técnica e segurança, a Asta é líder em experiência operacional com mais de 37.000 horas de voo no modelo Cessna Grand Caravan. Sua reputação de qualidade é evidenciada pela avaliação com zero não conformidades emitida pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em inspeção de voo e de treinamento em 2021.

*Mascote*

Em 2022, com intuito de fomentar o turismo e se tornar uma referência, foi criado o mascote Astolino, uma simpática onça pintada que nasceu no Pantanal. Com o nascimento do mascote, toda a empresa voltou suas operações entre os meses de março a novembro para o turismo no Pantanal Mato-Grossense e Sul-matogrossense, recebendo passageiros de todas as partes do mundo, com foco em observação da vida selvagem.

A empresa continua comprometida em oferecer serviços de alto padrão, buscando sempre aprimorar suas operações e proporcionar as melhores experiências a seus clientes e parceiros. A Asta Linhas Aéreas voa cada vez mais alto, conectando pessoas e negócios, e reafirmando seu papel fundamental na aviação regional do Brasil.

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Mourão fala sobre impacto de guerras, inflação global, critica pacto federativo, e cobra equilíbrio fiscal do governo federal durante Fórum LIDE em Cuiabá

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por Emerson Teixeira

Durante participação no Fórum LIDE Mato Grosso 2026, nesta terça-feira, em Cuiabá, o senador Hamilton Mourão fez uma análise ampla sobre os principais entraves econômicos e institucionais enfrentados pelo país e defendeu uma agenda de reequilíbrio fiscal, fortalecimento do pacto federativo e pacificação entre os Poderes. Em sua passagem pela capital mato-grossense como palestrante do encontro, Mourão afirmou que o Brasil atravessa um momento decisivo e precisa corrigir distorções estruturais para voltar a crescer com estabilidade.

Ao abordar a realidade fiscal do país, Mourão criticou a concentração de receitas na esfera federal e afirmou que o modelo atual de arrecadação se tornou insustentável para estados e municípios. Segundo ele, a União concentra a maior parte dos tributos, enquanto prefeitos e governadores assumem a maior parte das demandas da população, especialmente nas áreas mais sensíveis da gestão pública. Na avaliação do senador, esse desequilíbrio compromete a capacidade de investimento local, trava obras, limita políticas públicas e enfraquece a capacidade de resposta dos municípios diante das necessidades diárias da população.

Mourão ressaltou que os municípios são os entes mais pressionados dentro da estrutura federativa, porque são eles que recebem diretamente as demandas por saúde, educação, assistência social, mobilidade urbana, saneamento e infraestrutura básica. Segundo ele, esse descompasso entre obrigação e arrecadação gera um efeito em cascata: compromete serviços, dificulta planejamento e aumenta a dependência de transferências federais e emendas parlamentares. Para o senador, o Brasil precisa discutir uma nova lógica de repartição de recursos, com critérios mais justos e maior autonomia para estados e cidades.

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Ao comentar a reforma tributária, Mourão reconheceu o esforço do Congresso Nacional para destravar uma pauta histórica e afirmou que o Parlamento atuou de forma intensa para construir o texto aprovado. Segundo ele, houve mobilização de lideranças, debates técnicos e articulação política para viabilizar a proposta. No entanto, o senador demonstrou preocupação com a etapa seguinte: a implementação prática da reforma.

Na avaliação de Mourão, o maior desafio agora não está mais na aprovação da lei, mas na capacidade do governo federal de colocar em funcionamento toda a nova estrutura de arrecadação, compensação e distribuição prevista. Ele citou como pontos sensíveis o funcionamento do comitê gestor, os mecanismos de transição para estados exportadores, a compensação de perdas e a segurança jurídica para o setor produtivo. Segundo Mourão, qualquer falha nessa engrenagem pode provocar insegurança para investidores, impactar cadeias produtivas e gerar efeitos negativos sobre emprego e arrecadação.

Ao falar especificamente de Mato Grosso, o senador destacou que o estado precisa acompanhar de perto os desdobramentos da reforma por ocupar posição estratégica na economia brasileira. Mourão lembrou que Mato Grosso é um dos maiores produtores de alimentos do país, tem forte participação nas exportações e exerce papel central na balança comercial nacional. Para ele, mudanças mal calibradas na estrutura tributária podem afetar desde o produtor rural até os setores de transporte, armazenagem, indústria e comércio.

O senador também chamou atenção para o cenário externo e afirmou que o Brasil vive um momento de pressão econômica global que exige prudência e estabilidade. Mourão citou os conflitos internacionais, a instabilidade geopolítica, a elevação do preço do petróleo e os impactos inflacionários como fatores que pressionam custos internos e reduzem margens de crescimento. Segundo ele, em um cenário de incerteza mundial, países que não oferecem previsibilidade institucional acabam sofrendo mais com fuga de investimentos, retração econômica e perda de competitividade.

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Na avaliação de Mourão, o Brasil precisa se preparar para esse ambiente internacional adverso com responsabilidade fiscal, contas públicas equilibradas e ambiente favorável à produção. O senador defendeu medidas que deem segurança ao setor privado, estimulem investimentos e permitam ao país manter sua capacidade de crescimento mesmo diante de turbulências externas.

Em sua análise política, Mourão também fez um alerta sobre o momento institucional do país. Segundo ele, o ambiente de tensão entre Executivo, Legislativo e Judiciário tem fragilizado a confiança da população e criado um cenário de instabilidade que afeta diretamente a economia e a governabilidade. O senador afirmou que o pacto institucional firmado com a Constituição de 1988 passa por um momento de desgaste e precisa ser preservado com diálogo, equilíbrio e respeito às atribuições de cada Poder.

Para Mourão, quando há insegurança institucional, quem mais sofre é a população, que sente os efeitos da paralisação administrativa, da demora nas decisões e da ausência de consensos mínimos para enfrentar problemas estruturais. Em Cuiabá, o senador defendeu que o Brasil retome uma agenda centrada em previsibilidade, responsabilidade e cooperação institucional, como base para recuperar a confiança, impulsionar investimentos e garantir desenvolvimento sustentável para o país.
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