Agricultura familiar

Prefeito Zema Fernandes articula caminhões, maquinários e carros para a agricultura familiar de Nortelândia

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Por Jota de Sá e Nayara Cristina

Fotos: Weslley Moura

O prefeito de Nortelândia, Zema Fernandes (PP), participou na manhã desta sexta-feira 08.10, em Cuiabá, da entrega de maquinários e equipamentos para a Agricultura Familiar realizadas pelo Governo de Mato Grosso.

Na solenidade o prefeito teve das mãos do governo através do secretário de Estado de Agricultura Familiar, Silvano Amaral, um caminhão Caçamba, uma retroescavadeira, um caminhão frigorífico, um carro Fiat Estrada e um Patrulha Agrícola, além de equipamentos que serão usados para o fortalecimento da Agricultura Familiar no município.

 

Para Zema,” Nortelândia vem tendo grandes oportunidades, e com um bom trâmite político junto ao governo, e a um grande número de parlamentares entre deputados estaduais, federais e senadores dispostos a ajudar a desenvolver os município. Deputados que tem olhado mais para o médio norte. “E nós como prefeito estamos conseguindo mostrar um bom desempenho junto a classe política que tem nos ajudado a buscar recursos, para o desenvolvimento da cidade. Afirmou.

Zema que inaugurou no dia 21.05, a reabertura do Hospital e Maternidade Nossa senhora de Santana (HMSS0, que também teve a comitiva acompanhada do governador Mauro Mendes (DEM). A reabertura do hospital teve a parceria das Empresas União Avícola (na pessoa do ex-senador Cidinho Santos) e Biopar (Werner Santos) Prefeitura Municipal de Nortelândia e Governo do Estado através da Secretaria Estadual de Saúde, além desse feito, o prefeito vem se destacando como articulador de emendas pra o fortalecimento econômico da agricultura familiar em Nortelândia.

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Na entrega dos maquinários o prefeito teve a oportunidade de agradecer não só o governador pelo apoio ao município, mas também a alguns parlamentares atuantes como a deputada Rosa Neide do PT, Neri Geller (PP), e os deputado estaduais o Deputado Paulo Araújo (PP), Dr. João do MDB, além do apoio dos secretários de infraestrutura Marcelo Padeiro, e do Secretário Silvano Amaral (SEAF).

Para o prefeito, os equipamentos servirão de grande importância para as famílias do município, as maquinas ajudará a desenvolver toda uma cadeia produtiva, tanto no plantio de produtos hortifrútis, quanto no abastecimento desses produtos no mercado, levando renda aos munícipes, desenvolvendo e fortalecendo economicamente a economia da cidade e contribuindo com o fortalecimento de toda a região.

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Agricultura familiar

Sérgio Ricardo anuncia plano para enfrentar crise na agricultura familiar da Baixada Cuiabana

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Plano de metas apresentado por Sérgio Ricardo busca enfrentar desigualdades regionais e estimular a permanência de jovens na atividade rural
Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
Presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, recebeu o presidente do Sinterp-MT, Gilmar Brunetto. Clique aqui para ampliar

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou a elaboração do plano de metas “Mato Grosso 2050”, que deverá orientar políticas para o desenvolvimento regional e a redução de desigualdades. Entre as prioridades está o fortalecimento da agricultura familiar na Baixada Cuiabana, tema discutido nesta segunda-feira (16) com representantes do setor.

“É um plano de políticas de Estado. Uma das metas é o desenvolvimento da Baixada Cuiabana, que vive na extrema miséria e não tem sequer energia elétrica trifásica”, explicou o presidente.  “Nessa discussão tem que ter a viabilidade do negócio, tem que ter casa, energia e água”, completou.

Para aprofundar o debate, Sérgio Ricardo sugeriu ainda a realização de uma mesa técnica. “Hoje a agricultura familiar está caminhando para o fim. Isso é péssimo e vai gerar ainda mais desemprego.  O desenvolvimento e a sobrevivência de Mato Grosso passam diretamente pela agricultura familiar.”

Na região da Baixada Cuiabana, que conta com cerca de 35 mil famílias de pequenos produtores, o trabalho pode ampliar a produção, melhorar o abastecimento no estado e garantir a permanência de novas gerações no campo. Foi o que explicou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Pública de Mato Grosso (Sinterp-MT), Gilmar Brunetto.

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“A grande maioria de quem está no campo hoje são agricultores e agricultoras acima de 65 anos, que em cinco ou seis anos não vão ter mais força. Qual o programa que o estado tem para levar o jovem para o campo? O jovem só volta se tiver renda”, disse ao alertar para o risco de extinção da atividade.

Na ocasião, Brunetto também apontou o sucateamento de centros de pesquisa e a redução de investimentos em extensão rural. “Se não mudarem essa política, num curto espaço de tempo vai ficar igual está a agricultura empresarial, na mão de poucos”, afirmou.

Estado de contrastes

 A combinação entre envelhecimento, falta de oportunidades no campo e baixa produtividade em áreas da Baixada Cuiabana tem provocado o deslocamento de famílias para as áreas urbanas de Cuiabá e Várzea Grande. “Essa questão da miserabilidade da Baixada Cuiabana tem que ser encarada com seriedade. O que a Baixada está produzindo hoje são favelas”, avaliou Sérgio Ricardo.

Esse cenário expõe os contrastes socioeconômicos no estado, onde o agronegócio alcança altos níveis de produtividade e geração de riqueza. “Nós temos vários estados dentro de Mato Grosso. Temos o estado do agronegócio, o estado dos minerais, do ouro e do diamante, e o estado da pobreza. São três estados que nós temos aqui, no mínimo”, disse.

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Ação conjunta

De acordo com o presidente, a elaboração do plano contará com o suporte de universidades, associações e representantes do setor produtivo na formulação das diretrizes. “Nós estamos reunindo ideias e discutindo esse plano de metas que vamos colocar na mesa para os futuros gestores do Estado e dos municípios, para que a agricultura familiar tenha investimento firme.”

Além de investimentos em pesquisa e infraestrutura, as alternativas debatidas nesta etapa incluem a irrigação na região, com o aproveitamento de água do reservatório de Manso. “Nós temos muitas potencialidades e o mundo precisa de comida. Se cada agricultor tiver meio hectare irrigado ele sobrevive desde que ele produza produtos que agregam valor e possam ser comercializados”, concluiu Brunetto.

 

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