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Politec suspende atendimento para emissão de RGs nos postos de identificação

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Politec suspende atendimento para emissão de RGs nos postos de identificação

Assessoria Politec-MT

Como medida de prevenção à disseminação da Covid-19 e com o objetivo de resguardar a saúde dos servidores, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) suspende temporariamente o serviço de emissão de documentos de identidade nos postos de identificação que possuem a supervisão de papiloscopistas, situados nas unidades do Ganha Tempo da capital e do interior do Estado, como também, no Espaço Cidadania, na Assembleia Legislativa.

A regulamentação das medidas excepcionais consta na Portaria n° 001/2020/DG/POLITEC/SESP, publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (25.03).

À suspensão estende-se a coleta biométrica para a confecção de carteiras de identidade realizada por papiloscopistas. A interrupção do atendimento nos postos conveniados que não possuem a supervisão destes profissionais ficará a critério da administração municipal que mantém o convênio com a Politec.

Novas emissões de carteiras de identidade ocorrerão apenas nos casos de evidente emergência comprovada documentalmente, que deverão ser relatadas por meio do e-mail da Central de Atendimento ao Cidadão [email protected] ou pelo telefone (65) 99953-8435

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São considerados casos urgentes: casos nos quais o RG seja indispensável para procedimentos de saúde, como cirurgia ou internações.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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