Policial
Polícia conclui investigação contra quadrilha que investiu R$ 3,5 milhões em mega-assalto frustrado em Confresa; cerco terminou com 18 mortos
JB News
por Emerson Teixeira
Três anos após o ataque que transformou Confresa em cenário de guerra, a Polícia Civil de Mato Grosso concluiu a fase final da Operação Pentágono e fechou o cerco sobre a quadrilha responsável pelo maior e mais violento roubo já tentado no Estado. A ofensiva, deflagrada nos dias 9 e 10 de abril, cumpriu 97 ordens judiciais, entre elas 27 mandados de prisão preventiva, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias ligadas ao grupo criminoso. A operação marcou o encerramento da investigação sobre o caso que chocou o país em abril de 2023.
Três anos depois do ataque que colocou Confresa no mapa nacional da violência e do crime organizado, a Polícia Civil chegou à fase mais robusta da investigação sobre o que foi considerado o maior assalto já tentado em Mato Grosso. A terceira fase da Operação Pentágono revelou a dimensão da engrenagem criminosa montada para invadir a base da transportadora de valores Brink’s: um esquema interestadual, milionário e articulado em várias frentes, que terminou em fracasso para a quadrilha.
Segundo a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), a nova fase atingiu os núcleos de execução, apoio logístico, comando intelectual e financeiro da organização. As apurações identificaram pelo menos 50 pessoas com participação direta ou indireta no esquema, divididas em seis frentes de atuação: comando e finanças, planejamento e logística, execução do ataque, apoio no Pará, apoio no Tocantins e locação de veículos para a fuga. Para a Polícia Civil, a terceira fase representa o fechamento do quebra-cabeça criminal montado ao longo de três anos de investigação.
Durante coletiva realizada nesta quinta-feira (9), o delegado Gustavo Belão revelou que a quadrilha investiu cerca de R$ 3,5 milhões para colocar em prática o mega-assalto contra a base da transportadora Brink’s. O valor foi empregado na compra de armamento pesado, explosivos, veículos blindados, aluguel de imóveis de apoio, logística interestadual e rotas de fuga. A investigação aponta que o grupo agiu em formato de “consórcio do crime”, reunindo recursos entre os integrantes com a expectativa de roubar cerca de R$ 30 milhões da empresa.
Apesar da estrutura milionária montada para a ação, o resultado foi um fracasso retumbante. O sistema de segurança da transportadora impediu o acesso ao cofre, frustrando o plano principal. A quantia levada foi mínima diante do aparato empregado: apenas R$ 2 mil, segundo a própria Polícia Civil. O contraste entre o investimento da quadrilha e o valor efetivamente roubado reforça o tamanho do prejuízo da facção e o fracasso da operação criminosa.
O ataque aconteceu na noite de 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa na modalidade conhecida como “domínio de cidades”. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu policiais e incendiou a unidade. Outras frentes espalharam terror com ataques a prédios públicos, destruição de veículos e bloqueio de pontos estratégicos para dificultar a reação das forças de segurança. O plano previa uma ação rápida, violenta e milionária, mas foi frustrado pela resistência da estrutura da transportadora e pela rápida resposta do Estado.
A reação policial desencadeou a Operação Canguçu, considerada uma das maiores caçadas policiais já realizadas no país. A força-tarefa mobilizou cerca de 130 agentes de Mato Grosso e outros 220 policiais de estados como Tocantins, Pará, Goiás e Minas Gerais. Durante 38 dias de buscas intensas em matas, áreas rurais e rotas de fuga, 18 suspeitos morreram em confronto com as equipes policiais e outros cinco foram presos. Também foram apreendidos fuzis de grosso calibre, entre eles armas calibre .50 e AK-47, além de explosivos, munições, coletes balísticos e equipamentos táticos usados pelo grupo.
Nesta nova ofensiva, a Justiça expediu 97 ordens judiciais pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças. Foram 27 mandados de prisão, 30 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As ações ocorreram em Mato Grosso, Pará e outros estados, atingindo suspeitos apontados como financiadores, articuladores e operadores do esquema. A investigação também apura a origem do dinheiro usado para bancar a ação, com suspeitas de lavagem de dinheiro e financiamento por meio de outros crimes patrimoniais de grande porte.
Com a conclusão da Pentágono 3, a Polícia Civil afirma ter desarticulado a estrutura financeira e logística que sustentou o ataque. Para os investigadores, o caso de Confresa expôs o alto nível de profissionalização das facções especializadas em roubos de grande porte, mas também se tornou símbolo da resposta do Estado: uma quadrilha que investiu R$ 3,5 milhões para aterrorizar uma cidade inteira terminou com dezenas de alvos presos, contas bloqueadas, rede criminosa desmontada e 18 mortos no cerco policial.
Três anos após o ataque que transformou Confresa em cenário de guerra, a Polícia Civil de Mato Grosso concluiu a fase final da Operação Pentágono e fechou o cerco sobre a quadrilha responsável pelo maior e mais violento roubo já tentado no Estado. A ofensiva, deflagrada nos dias 9 e 10 de abril, cumpriu 97 ordens judiciais, entre elas 27 mandados de prisão preventiva, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias ligadas ao grupo criminoso. A operação marcou o encerramento da investigação sobre o caso que chocou o país em abril de 2023.
Três anos depois do ataque que colocou Confresa no mapa nacional da violência e do crime organizado, a Polícia Civil chegou à fase mais robusta da investigação sobre o que foi considerado o maior assalto já tentado em Mato Grosso. A terceira fase da Operação Pentágono revelou a dimensão da engrenagem criminosa montada para invadir a base da transportadora de valores Brink’s: um esquema interestadual, milionário e articulado em várias frentes, que terminou em fracasso para a quadrilha.
Segundo a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), a nova fase atingiu os núcleos de execução, apoio logístico, comando intelectual e financeiro da organização. As apurações identificaram pelo menos 50 pessoas com participação direta ou indireta no esquema, divididas em seis frentes de atuação: comando e finanças, planejamento e logística, execução do ataque, apoio no Pará, apoio no Tocantins e locação de veículos para a fuga. Para a Polícia Civil, a terceira fase representa o fechamento do quebra-cabeça criminal montado ao longo de três anos de investigação.
Durante coletiva realizada nesta quinta-feira (9), o delegado Gustavo Belão revelou que a quadrilha investiu cerca de R$ 3,5 milhões para colocar em prática o mega-assalto contra a base da transportadora Brink’s. O valor foi empregado na compra de armamento pesado, explosivos, veículos blindados, aluguel de imóveis de apoio, logística interestadual e rotas de fuga. A investigação aponta que o grupo agiu em formato de “consórcio do crime”, reunindo recursos entre os integrantes com a expectativa de roubar cerca de R$ 30 milhões da empresa.
Apesar da estrutura milionária montada para a ação, o resultado foi um fracasso retumbante. O sistema de segurança da transportadora impediu o acesso ao cofre, frustrando o plano principal. A quantia levada foi mínima diante do aparato empregado: apenas R$ 2 mil, segundo a própria Polícia Civil. O contraste entre o investimento da quadrilha e o valor efetivamente roubado reforça o tamanho do prejuízo da facção e o fracasso da operação criminosa.
O ataque aconteceu na noite de 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa na modalidade conhecida como “domínio de cidades”. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu policiais e incendiou a unidade. Outras frentes espalharam terror com ataques a prédios públicos, destruição de veículos e bloqueio de pontos estratégicos para dificultar a reação das forças de segurança. O plano previa uma ação rápida, violenta e milionária, mas foi frustrado pela resistência da estrutura da transportadora e pela rápida resposta do Estado.
A reação policial desencadeou a Operação Canguçu, considerada uma das maiores caçadas policiais já realizadas no país. A força-tarefa mobilizou cerca de 130 agentes de Mato Grosso e outros 220 policiais de estados como Tocantins, Pará, Goiás e Minas Gerais. Durante 38 dias de buscas intensas em matas, áreas rurais e rotas de fuga, 18 suspeitos morreram em confronto com as equipes policiais e outros cinco foram presos. Também foram apreendidos fuzis de grosso calibre, entre eles armas calibre .50 e AK-47, além de explosivos, munições, coletes balísticos e equipamentos táticos usados pelo grupo.
Nesta nova ofensiva, a Justiça expediu 97 ordens judiciais pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças. Foram 27 mandados de prisão, 30 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As ações ocorreram em Mato Grosso, Pará e outros estados, atingindo suspeitos apontados como financiadores, articuladores e operadores do esquema. A investigação também apura a origem do dinheiro usado para bancar a ação, com suspeitas de lavagem de dinheiro e financiamento por meio de outros crimes patrimoniais de grande porte.
Com a conclusão da Pentágono 3, a Polícia Civil afirma ter desarticulado a estrutura financeira e logística que sustentou o ataque. Para os investigadores, o caso de Confresa expôs o alto nível de profissionalização das facções especializadas em roubos de grande porte, mas também se tornou símbolo da resposta do Estado: uma quadrilha que investiu R$ 3,5 milhões para aterrorizar uma cidade inteira terminou com dezenas de alvos presos, contas bloqueadas, rede criminosa desmontada e 18 mortos no cerco policial.
Policial
PRF apreende carga de óleo lubrificante avaliada em R$ 470 mil na BR-364 em Mato Grosso
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, nesta terça-feira (15), uma carga de óleo lubrificante avaliada em aproximadamente R$ 470 mil durante fiscalização no km 48 da BR-364, no município de Alto Garças (MT).
Durante abordagem a um veículo de carga, a equipe da PRF constatou indícios de irregularidades relacionados à origem da mercadoria transportada. Após verificação preliminar, foi identificado que a carga de óleos lubrificantes possuía suspeita de procedência ilícita.
No decorrer da fiscalização, também foram verificados outros indícios de crimes, entre eles adulteração de sinal identificador de veículo automotor, receptação de carga e embriaguez ao volante.
O veículo, a carga e o condutor foram encaminhados para os procedimentos cabíveis, e a ocorrência segue sob apuração para confirmação dos fatos e adoção das medidas legais pertinentes.
A Polícia Rodoviária Federal segue atuando de forma permanente no enfrentamento à criminalidade e na promoção da segurança pública, contribuindo para a proteção da sociedade nas rodovias federais.
Fonte: PRF – MT
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