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MME publica agenda regulatória do Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética

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O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, nesta quarta-feira (18/02), a atualização da Agenda Regulatória do Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE) para o triênio 2026–2028. A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Brasil com a transparência e o planejamento das ações voltadas ao aprimoramento da eficiência energética no país.

A Agenda Regulatória estabelece, para cada máquina, equipamento ou edificação a ser regulamentado no período de três anos, as seguintes etapas: elaboração de Análise de Impacto Regulatório (AIR), abertura de Consulta Pública (CP) e publicação da respectiva resolução. O objetivo é dar previsibilidade às partes interessadas quanto aos processos normativos relacionados a equipamentos consumidores de energia elétrica e às edificações construídas no Brasil.

Os destaques para 2026 são a finalização do processo de definição de índices mínimos de eficiência energética para lâmpadas e luminárias com tecnologia LED e o avanço na proposta de regulamentação de refrigeradores comerciais. No caso dos equipamentos de iluminação LED, a minuta de resolução já está em fase de consulta pública, e a previsão é de o regulamento com os índices mínimos e prazos para sua implementação seja publicado ainda no primeiro semestre. No caso de refrigeradores comerciais, o CGIEE está contando com apoio de várias instituições, nacionais e internacionais, para finalizar a elaboração da análise de impacto regulatório ainda no primeiro de semestre de 2026, e realizar a consulta pública da proposta de resolução no segundo semestre.

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Até o fim do triênio, o Comitê pretende avançar nos trabalhos de nova regulamentação para luminárias de iluminação pública, ventiladores de mesa, condicionadores de ar comerciais e bombas e motobombas, bem como iniciar a revisão dos regulamentos existentes para condicionadores de ar residenciais e aquecedores de água domésticos.

Índices Mínimos de Edificações
Para além da Agenda Regulatória, no âmbito das edificações, está previsto o desenvolvimento, até outubro de 2026, de proposta de plano de apoio à implementação dos índices mínimos de eficiência energética para novas edificações.

O trabalho incluirá a elaboração de plano de apoio técnico, institucional e regulatório pelo Grupo Técnico para a Eficientização das Edificações Construídas no País (GT Edificações), conforme prazo estabelecido em resolução do CGIEE. Diversos atores setoriais já estão sendo mobilizados para apoiar o desenvolvimento deste trabalho, que detalhará ações de suporte à implementação e monitoramento desta regulamentação.

Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética
O CGIEE é composto por representantes do MME, dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI) e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), além de dois representantes da sociedade civil. Anualmente o Comitê revisa e publica sua agenda regulatória trienal, provendo transparência e previsibilidade aos agentes envolvidos e à toda população brasileira em relação às análises em andamento e às deliberações regulatórias previstas para o período.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil e Espanha firmam acordo estratégico para cooperação em minerais críticos

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Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, assinou nesta sexta-feira (17/4) o Memorando de Entendimento (MdE) que estabelece bases para ampliar a cooperação bilateral no setor de minerais críticos entre Brasil e Espanha. O acordo foi firmado após a participação brasileira na I Cúpula Brasil-Espanha e Mobilização Progressista Global, e tem como foco o desenvolvimento de cadeias produtivas estratégicas, atração de investimentos, inovação tecnológica e promoção de práticas sustentáveis na exploração e no processamento desses recursos.

Participaram também do ato o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez Pérez-Castejón, da ministra da Transição Ecológica e do Desafio Demográfico do Reino da Espanha, Sara Aagesen Muñoz, e do ministro de Economia, Comércio e Empresa do Reino da Espanha e vice-presidente do governo espanhol, Carlos Cuerpo Caballero.

“A assinatura deste memorando representa um passo estratégico para o fortalecimento do nosso setor de minerais críticos, um tema central para a transição energética e o desenvolvimento sustentável. Estamos unindo esforços para ampliar investimentos, fomentar a inovação tecnológica e agregar valor à cadeia produtiva, sempre com responsabilidade socioambiental e respeito à soberania de cada país”, afirmou Silveira.

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O documento prevê a cooperação em atividades como exploração, pesquisa e desenvolvimento, mineração, refino, reciclagem e transformação de minerais críticos, além de iniciativas relacionadas à gestão ambiental responsável, desenvolvimento de capacidades, monitoramento, avaliação e atração de investimentos. A parceria também contempla a troca de conhecimentos e o incentivo ao uso de tecnologias inovadoras e digitais, incluindo inteligência artificial aplicada à análise geológica e à gestão de cadeias de suprimentos.

Na ocasião, Silveira destacou que o acesso seguro aos minerais críticos é estratégico para a transição energética, a transformação industrial, a segurança econômica e o desenvolvimento sustentável do Brasil e da Espanha. O ministro também ressaltou a importância de fortalecer a cadeia de valor desses recursos nos dois países preservando a soberania nacional e considerando o avanço das políticas brasileiras voltadas a minerais estratégicos.

“Essa parceria abre novas oportunidades para o Brasil avançar na industrialização e no uso sustentável de seus recursos minerais, ao mesmo tempo em que fortalece nossas relações internacionais com base em benefícios concretos e mútuos”, disse.

Além disso, a cooperação também tem como objetivo desenvolver políticas públicas focadas em práticas sustentáveis de mineração, com foco em rastreabilidade, economia circular e descarbonização, além do intercâmbio de experiências em regulação e governança.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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