POLITICA

Júlio Campos quer que Unale reúna as 27 Assembleias Legislativa do Brasil para pressionar o congresso aprovar a proposta

Publicados

em

-VEJA O VÍDEO-

ANISTIA JÁ

JB News
Por Nayara Cristina

O deputado estadual Júlio Campos do União Brasil de mato Grosso comentou ao JB News sobre o processo de anistia ao presos de 8 de janeiro responsáveis pelos ataques antidemocráticos realizados em Brasília.

 

O projeto está longe de obter consenso no senado , e a polarização do debate no congresso nacional afasta a possibilidade de qualquer negociação a respeito da proposta.

 

A proposta de anistia alivia diretamente o ex-presidente Bolsonaro que além de inelegível, aposta no perdão para escapar de mais uma condenação, oque levaria por terra todo seu projeto de uma possível eleição em 2026. Mas também livra muitas pessoas que já foram condenadas pela invasão nos prédios dos três Poderes.

 

Para o deputado Júlio Campos o momento é de dialogar e de movimentar. E tentar fazer com que a União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), possa unir as 27 Assembleias estaduais para pedir anistia ao congresso nacional.

“Será um movimento para que todas as 27 Assembleias do Brasil encampe esse movimento, e leve até ao congresso nacional=, a presidência da república e ao judiciário  pedido de anistia já”. Destacou.

Leia Também:  Maluf recebe autorização de ministro Gilmar Mendes para comissão acompanhar discussões da Lei Kandir no STF*

Veja:

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

“São pessoas que não tocam a vida pra frente”, dispara Flávia Moretti ao reagir a áudios e suposto grampo em Várzea Grande

Publicados

em

Por

JB News

por Nayara Cristina

 

A suspeita de um possível esquema de escuta clandestina no gabinete da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, ganhou novos contornos e aprofundou o clima de tensão política no município, já marcado por embates entre o Executivo e o Legislativo e por rupturas internas na própria gestão. O caso passou a ser investigado pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Decor), após a identificação de sinais eletromagnéticos considerados atípicos durante uma varredura técnica realizada no último dia 19 de março.

A inspeção teve início por volta das 8h, com o objetivo de detectar eventuais dispositivos clandestinos de captação e transmissão de áudio e vídeo. Durante o procedimento, um detector portátil de radiofrequência modelo K18 indicou atividade incomum em três tomadas instaladas no gabinete da prefeita. Os pontos, originalmente ligados ao sistema de campanha e atualmente inoperantes, não tinham função aparente, mas ainda assim apresentaram resposta ativa ao equipamento, sugerindo possível emissão de sinais compatíveis com transmissões ocultas. Dois desses pontos foram isolados e o material recolhido encaminhado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável por apontar se há, de fato, algum tipo de escuta ou outro dispositivo irregular.

Em meio à repercussão, Flávia Moretti se pronunciou na manhã desta sexta-feira, durante evento do Governo do Estado voltado ao combate à violência contra a mulher, realizado em parceria com o Ministério Público, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e Assembleia Legislativa. Ao abordar o caso, a prefeita adotou cautela e afirmou que não há qualquer conclusão até o momento.

Leia Também:  Ministra Rosa Weber cancela eleição suplementar ao senado em MT

“Foi para a perícia. Eu não tenho resultado da Politec. Eu não sei se é uma escuta, se é uma câmera, o que que é. Às vezes é só um aparelho eletrônico que já estava ali há algum tempo”, disse, ao explicar que o dispositivo identificado ficava em sua mesa e, até então, era visto como algo comum, possivelmente até uma simples campainha sem funcionamento.

A prefeita também afirmou não ter suspeitas sobre quem poderia ter tido acesso ao local para eventual instalação de equipamento clandestino, destacando o fluxo constante de pessoas em seu gabinete. “A sala é de porta aberta, entram servidores, secretárias, muita gente. Eu sou uma prefeita de porta aberta mesmo”, declarou.

O episódio ocorre paralelamente à circulação de áudios atribuídos à prefeita, que passaram a ser divulgados nos bastidores políticos e nas redes, aumentando ainda mais a instabilidade. Moretti afirmou desconhecer o conteúdo e colocou em dúvida a autenticidade das gravações. “Eu desconheço esses áudios, não reconheço ter falado algumas coisas que estão sendo ditas”, afirmou.

Segundo ela, a situação já está sendo tratada pelo setor jurídico da prefeitura, que deve apurar a origem e possíveis manipulações do material. “O meu jurídico vai tomar as providências para saber quem está fazendo isso, como estão fazendo e por que estão fazendo”, disse.

Leia Também:  Em Sorriso, Coronel Assis visita apoiadores e participa de carreata pró-Bolsonaro

Ao relacionar os episódios ao cenário político local, a prefeita foi direta ao apontar motivações por trás da crise. “Querem criar confusão, querem criar pecuinha em Várzea Grande. São pessoas inconformadas, talvez até por questões eleitorais, que querem me tirar o foco de administrar”, afirmou.

A declaração ocorre em meio a um ambiente de desgaste político envolvendo a gestão municipal. Desde o início do mandato, Moretti enfrenta embates com vereadores e também passou por uma crise interna que culminou na saída do então vice-prefeito Sebastião dos Reis, episódio que evidenciou divisões dentro da administração e ampliou o cenário de instabilidade.

Apesar das turbulências, a prefeita reforçou que não pretende se desviar da condução da gestão. “Pode ter certeza que eu não vou tirar esse foco”, garantiu.

A confirmação sobre a existência ou não de escutas clandestinas depende agora do laudo técnico da Politec. Até lá, o caso segue sob investigação e se soma a um contexto político já tensionado, onde denúncias, vazamentos e disputas de poder têm marcado o ritmo da administração municipal em Várzea Grande.

Veja :

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA