POLITICA

PSB anuncia segundo suplente de Wellington Fagundes, e Natasha não disputará eleição

Publicados

em

JB News

Por Alisson Gonçalves

A médica Natasha Slhessarenko do partido (PSB), não vai disputar nenhuma vaga política nas eleições em outubro.

Segundo às informações, o motivo da desistência de disputar um cargo seria porque o governador e candidato a reeleição Mauro Mendes (UB), fechou aliança com o Senador Wellington Fagundes (PL), candidato a reeleição.

Natasha esperava o Palanque aberto para o Senado, e com isso obter apoio de Mauro.

Além desse detalhe a médica convocou uma entrevista coletiva, que acontece nesta segunda-feira 8 de Agosto, às 14:30 na sede do Diretório Estadual do PSB, localizado na Avenida Egito, 194, bairro Santa Rosa.

Segundo às informações a coletiva seria para fornecer informações, de outros motivos que fez ela desistir de disputar qualquer tipo de cargo político.

Vale lembrar que nesta segunda-feira 8 de Agosto, o PSB anúnciou o nome que deve ficar como segundo suplente ao senado na chapa de Wellington Fagundes (PL).

Segundo às informações o nome é Joaquim Diógenes Jacobsen, um produtor Rural do Município de Nova Mutum.

Leia Também:  Justiça restabelece cláusula que permite uso do FPM como garantia em contrato da CS Mobi

Apesar dessa divulgação, o nome ainda poderá ser alterado.

Como já notíciado o 1 suplente do Senador Wellington Fagundes (PL), candidato a reeleição é o ex-secretario chefe da Casa Civil Mauro Carvalho (UB).

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

Publicados

em

Por

JB News

pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

Leia Também:  Senador Wellington Fagundes pede intervenção judicial na Rota do Oeste

Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

Leia Também:  VÍDEO: Cattani diz não acreditar em pesquisa interna para definir nome a governo do PL, defende Balbinotti, e ressalta que Bolsonaro é quem vai decidir Mato Grosso "Nunca acreditei em pesquisas"

O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

Veja:

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA