Destaque
Prazo para posse no processo seletivo da Sema-MT termina nesta sexta-feira
Secretaria estará aberta exclusivamente para o recebimento dos documentos dos 65 convocados para o cargo de analista
Lorena Bruschi | Sema-MT
Esta sexta-feira (17.06) é o último dia para a posse dos candidatos aprovados no processo seletivo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT). A secretaria estará aberta exclusivamente para o reebimento dos documentos dos 65 aprovados como analistas de meio ambiente.
A gestão de pessoas recebe os aprovados das 8h às 12h e das 14h às 17h. A lista completa dos convocados e os documentos estão disponíveis CLICANDO AQUI.
O não comparecimento do candidato para entrega dos documentos, posse e assinatura do contrato dentro do prazo estabelecido acarretará na sua eliminação do processo seletivo, e consequentemente, será feita a convocação do próximo candidato.
O edital do processo seletivo foi aberto em março deste ano, e conduzido pelo Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Instituto Selecon). Todas as vagas são para o município de Cuiabá, para os cargos de engenheiro florestal, engenheiro agrônomo, biólogo, geógrafo e engenheiro ambiental. A contratação será por até 36 meses, contados a partir da data de posse, com carga horária de 40 horas semanais.
Serviço:
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente fica localizada na Rua C, esquina com a rua F, Centro Político Administrativo, Cuiabá-MT
Setor responsável pelo atendimento: Coordenadoria de Gestão de Pessoas
Data: 16 e 17/06
Horário: 8h às 12h e 14h às 17h
Contato: [email protected]/(65) 3613- 7332
Destaque
Acordo de R$ 30 milhões abre caminho para salvar a Santa Casa e encerrar dívida histórica

O governador Mauro Mendes e o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo Crédito – Mayke Toscano/Secom
JB News
por Nayara Cristina
A proposta de R$ 30 milhões apresentada pelo Governo de Mato Grosso para a aquisição definitiva do prédio da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá foi aceita pela comissão de credores e pode representar o avanço mais concreto dos últimos anos para encerrar um passivo trabalhista que se arrasta há quase uma década. A sinalização favorável no processo que tramita no Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região reacende a esperança de um desfecho para uma das crises mais emblemáticas da saúde pública mato-grossense.
O entendimento foi consolidado após meses de negociação entre o Estado e os representantes dos trabalhadores. A proposta inicial, de R$ 25 milhões, foi ampliada para R$ 30 milhões à vista pelo então secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, em ofício encaminhado ao TRT em março. O pagamento imediato foi determinante para a concordância dos credores, que convivem há anos com a incerteza sobre o recebimento de verbas rescisórias e outros direitos acumulados.
O passivo trabalhista da antiga Santa Casa é estimado entre R$ 41 milhões e R$ 43,7 milhões e atinge cerca de 860 ex-funcionários, muitos deles à espera de uma solução desde o fechamento da unidade, em 2019. A dimensão da dívida tornou o caso símbolo da crise estrutural enfrentada por um dos hospitais mais tradicionais de Mato Grosso.
O tamanho do impasse ficou ainda mais evidente nas tentativas frustradas de leiloar o prédio histórico. A Santa Casa foi colocada à venda judicial em duas ocasiões no ano passado: na primeira, com lance mínimo de R$ 54,7 milhões, equivalente a 70% da avaliação do imóvel; na segunda, com valor reduzido para R$ 39,1 milhões. Em nenhuma das tentativas houve interessados. O fracasso dos leilões reforçou a dificuldade de encontrar uma saída viável para o prédio e para os trabalhadores que aguardam reparação.
Fundada no século XIX, a Santa Casa de Cuiabá se tornou ao longo de décadas uma referência em atendimentos de média e alta complexidade e símbolo da assistência hospitalar em Mato Grosso. O prédio carrega valor histórico, social e afetivo para a população cuiabana, o que torna ainda mais sensível qualquer decisão sobre seu destino.
Mais do que uma solução financeira, a proposta do Estado abre caminho para reposicionar a unidade dentro da rede pública de saúde. O plano do governo prevê manter serviços estratégicos já existentes, como oncologia, nefrologia, cirurgias e atendimentos ambulatoriais, além de ampliar áreas consideradas prioritárias, como cuidados paliativos, home care, hospital-dia, central de diagnósticos e o Serviço de Verificação de Óbito.
A reestruturação projetada busca transformar a Santa Casa em um polo estadual de atendimento especializado, ajudando a desafogar a rede hospitalar da capital e da Baixada Cuiabana. Se o acordo for homologado e a compra for concluída, Mato Grosso poderá não apenas encerrar um longo capítulo de insegurança jurídica e trabalhista, mas também preservar um patrimônio centenário e devolvê-lo à população com uma nova função estratégica no SUS.
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