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Pinheiro é eleito presidente do Consórcio do Vale do Rio Cuiabá

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A escolha foi feita nesta sexta-feira (15), na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM)

BRUNO VICENTE

Luiz Alves

O prefeito Emanuel Pinheiro foi eleito, por unanimidade, o novo presidente do Consórcio do Vale do Rio Cuiabá. A escolha pelo nome do gestor da Capital foi feita pelos 13 prefeitos das cidades que integram a associação, na manhã desta sexta-feira (15), na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM). Pinheiro assegura que irá trabalhar para promover o resgate da importância política, econômica e social da região metropolitana.

“É preciso entender que, quando mais se precisou, nós fomos a mola propulsora para o crescimento do nosso estado. Esse resgate da nossa importância na geografia política, econômica e social é um dos principais vetores da nossa gestão. Por isso, vamos fazer desse consórcio um modelo de gestão compartilhada, que é a gestão do futuro. É de onde tudo começou que vamos mostrar como é fazer uma gestão compartilhada de sucesso”, disse.

Pinheiro agradeceu a confiança recebida dos gestores municipais e também o trabalho de articulação realizado pelo deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho. O chefe do Executivo cuiabano lembrou de todo sacrifício feito pela região para que o desenvolvimento se estendesse ao longo de todo estado e destacou que agora é o momento de verdadeiramente toda a contribuição dos 13 municípios.

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“Agradeço ao voto de confiança nesse momento muito especial. É um momento que marca a reunião da região pioneira e dos desbravadores de Mato Grosso, que é a Baixada Cuiabana. Nós somos a capital do estado. Foi aqui que tudo começou. Somos a favor de que se reconheça que essa região abriu mão de quase três séculos de desenvolvimento para que Mato Grosso pudesse crescer”, comentou o prefeito.

O presidente da AMM, Neurilan Fraga, que conduziu o evento, reforçou a necessidade de municípios de maior porte, como Cuiabá e Várzea Grande, participarem de forma mais efetiva do Consórcio do Vale do Rio Cuiabá. Segundo ele, com essa união é possível fazer com que o desenvolvimento chegue às cidades que possuem um menor aporte financeiro e, consequentemente, gere uma série de benefícios aos seus habitantes.

“Os municípios pequenos da Baixada Cuiabana são os que possuem menos recursos. É por isso que há uma grande migração de conterrâneos de outras cidades para Cuiabá. Essas pessoas vêm em busca de emprego, habitação, renda, saúde e educação. Se Cuiabá e Várzea Grande participam ativamente do consórcio, eles ajudam a fortalecer e a fazer o desenvolvimento chegar nesses municípios periféricos”, explicou.

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Criado em dezembro de 2005, o Consórcio Vale do Rio Cuiabá é formado por Cuiabá, Várzea Grande, Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Jangada, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Poconé, Rosário Oeste e Santo Antônio de Leverger. Com uma área aproximada de 76 mil quilômetros quadrados, esses municípios somam mais de 1 milhão de habitantes.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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