Geral
Rede Feminina de Mato Grosso realizam Chá do Bem no próximo dia 03 de novembro
As integrantes da Rede Feminina de Mato Grosso, vão realizar no próximo dia 03 de novembro um evento para celebrar o retorno das ações presenciais da entidade e também fechar os trabalhos da Campanha Outubro Rosa 2021.
A campanha deu-se inicio no dia 01 de outubro, com diversos trabalhos visando orientar a sociedade sobre a importância da prevenção, como também do diagnóstico precoce, dentre alguns atos, foram realizados, em parceria com o Hospital de Câncer de Mato Grosso (HCanMT)e da Caixa de Assistência dos Advogados de Mato Grosso (CAAMT/OAB), iluminação do Monumento da Árvore da Vida com luzes nas cores rosa, seguido por uma apresentação do Coral do HCanMT, palestras, contou também com um desfile especial com as camisetas da campanha personalizadas pelos estilistas Ana Rafaela by Leny Gori e Jhosemar Corrêa e ainda com a presença das influencers que customizaram as suas camisetas para chamar a atenção para a campanha do Outubro Rosa, dentre outras ações que coroaram como exitoso mais essa ação.
A campanha leva o nome EU SOU A MINHA HISTÓRIA, frase que ilustrou as camisetas e os lenços da rede, criada pela ilustradora, Camila Pasinato.
Conforme as organizadoras, o evento irá marcar o inicio de um novo tempo (pós Pandemia) para a instituição e por isso precisa ser comemorado em grande estilo e sempre contando com a participação das voluntárias do projeto que mesmo nesse momento de isolamento não deixaram de contribuir para que a entidade continuasse ativa.
A recepção dos voluntários será na Casa do Parque, a partir das 17hs e contará com uma programação cultural com a presença do artista plástico Adriano Figueiredo, que estará autografando a reprodução da obra “Rosa de Outubro/2021 como forma de homenagear cada participante. O “Adriano é um grande parceiro que disponibilizou obra original exclusiva para ser leiloada em prol dos pacientes. O evento contará ainda com a apresentação musical do grupo Duo Brasília com os talentosos Deize Aguena e Ruzivel.
O convite do chá do bem, tem um custo de R$ 150,00, “Será um momento de confraternização e engajamento dos voluntários para a volta dos eventos, que são de suma importância para os pacientes oncológicos”.
Zilda Castanho, Coordenadora dos eventos da Rede, pontua que a volta dos eventos é necessária, porque é com eles que a rede consegue arrecadar fundos para continuar ajudando os pacientes oncológicos.
“Veio a pandemia, precisamos parar com os eventos, porém os pacientes continuaram precisando de ajuda e somente com os eventos temos a oportunidade de arrecadar fundos para contribuir com que bem precisa”, pontua Maria Carmen, presidente da Rede.
Sobre a Rede Feminina
Criada há 32 anos, a Rede Feminina atua no custeio de tratamento de pacientes diagnosticados com câncer que são atendidos pelo Hospital de Câncer de Mato Grosso, localizado em Cuiabá. Os custeios são desde exames como mamografia e biópsia, como também medicamentos, equipamento e, em alguns casos, até mesmo alimentação.
“A Rede Feminina assiste o paciente oncológico carente atendido pelo Hospital de Câncer. A gente custeia tratamentos desse paciente. Como assim? O paciente precisa de um exame de diagnóstico, mamografia e biópsia. Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ele vê que vai demorar muito e com câncer a gente sabe que não pode esperar. Então ele entra em contato com a assistente social do Hospital que passa toda a demanda da rede”, Maria Carmem.
Para adquirir o convite, basta entrar em contato, por meio do número (65) 98412-9090.
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Geral
Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio
JB News
Por Emerson Teixeira
A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.
Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.
As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.
Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.
Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.
Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.
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