Geral
Sine MT oferta mais de 1,2 mil vagas de emprego na Capital e no interior do Estado
As vagas estão distribuídas em diversas áreas nos municípios que possuem as unidades do Sine
Por Quéren-Hapuque
Com informações Setasc/MT
O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), iniciou esta semana com 1.268 vagas de emprego disponíveis. Os interessados que residem em Cuiabá e no interior do Estado devem procurar as unidades do Sine mais próxima portando documentos pessoais e curriculum.
Em Lucas do Rio Verde (332 km da Capital) são 200 vagas de trabalho abertas. Destas, 40% são na área de operador de processo de produção. As demais vagas também estão distribuídas na área de auxiliar de linha de produção, vigilante, porteiro, motorista de caminhão-betoneira, soldador, ajudante de cozinha, entre outros.
Já no município de Diamantino (181 km da capital) são 193 oportunidades, sendo mais de 77% na área de auxiliar de linha de produção. Outras áreas como recenseador, promotor de vendas especializado, supervisor de entrevistadores e recenseadores, também estão disponíveis.
Em Sinop (478 km da capital), o número também é expressivo, ofertando 145 vagas de emprego nas áreas de auxiliar de linha de produção, motorista entregador, vigilante, vendedor pracista, servente de obras, oficial de serviços gerais, auxiliar administrativo.
Cuiabá e Várzea Grande, para o público em geral, são 70 vagas nas áreas de instalador de sistemas eletroeletrônicos de segurança, vendedor em domicílio, auxiliar de linha de produção, ajudante de carga e descarga, entre outros. Para as Pessoas com Deficiência (PCD) as nove vagas são nas áreas de auxiliar de escritório, auxiliar de limpeza e vigilante.
Atendimento
Além do trabalho de intermediação de mão-de-obra, o Sine realiza serviço de habilitação do seguro desemprego, auxilia na emissão de carteira de trabalho digital e previdência social. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas, que são oferecidas diariamente.
Os interessados podem comparecer aos postos de atendimento, portando documentos pessoais e comprovante de residência, facilitando os trâmites do atendimento. Procure os postos mais próximos de sua residência.
Geral
Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio
JB News
Por Emerson Teixeira
A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.
Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.
As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.
Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.
Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.
Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.
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