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Município de Colíder é alvo de operação após sonegar documentos ao MPMT

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O prefeito de Colíder, Hemerson Lourenço Máximo, foi alvo de operação nesta terça-feira (08) após sonegar documentos públicos, por reiteradas vezes, ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso. A ação foi realizada pelo  Núcleo de Ações de Competência Originária (NACO), com apoio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO).  A medida teve como finalidade garantir a preservação de provas e à colheita de informações não alcançadas por outros meios investigatórios menos invasivos.

De acordo com o NACO, o prefeito é investigado por supostas irregularidades na aquisição de imóvel urbano para construção de conjunto habitacional. Existem indícios de superfaturamento no valor pago a título de indenização por desapropriação. Conforme apurado até o momento, a Prefeitura teria pago R$ 1.750.00,00 para desapropriação de um imóvel que custaria em torno de R$ 750 mil.

Embora tenha requerido cópias do decreto que declarou a área como de utilidade pública, bem como da lei municipal que teria autorizado a aquisição do imóvel e do processo administrativo que tratou da desapropriação, o Ministério Público não recebeu do município todos os documentos solicitados. O argumento apresentado pela Assessoria Jurídica ao MPMT foi de que a desapropriação não dependeria de autorização legislativa específica e que iria apresentar o processo administrativo, o que não ocorreu.

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Na decisão que autorizou o cumprimento do mandado de busca e apreensão na sede da Prefeitura Municipal de Colíder, o desembargador Gilberto Giraldelli enfatizou que a desapropriação não se trata de regra para compra de imóveis pela Administração Pública.

Ensinou que ao “adquirir um imóvel indeterminado, para atendimento de alguma finalidade de interesse público, e havendo a possibilidade de mais de um bem atender ao referido interesse, o município deverá, por ordem constitucional, abrir licitação em que poderão concorrer os proprietários dos imóveis adequados”.

Além da apreensão de documentos impressos, o magistrado autorizou o acesso e a extração de dados armazenados em nuvem de todo e qualquer computador, smartphone, notebook e outros aparelhos eletrônicos apreendidos durante as buscas para posterior análise pela Gerência de Tecnologia da Informação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO).

 

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Menino de 6 anos morre afogamento em balneário no interior de MT

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Por Emerson Teixeira

Gustavo, de apenas 6 anos, morreu na tarde de domingo (19) após se afogar no Balneário Lagoa Suelvis Antônio Evangelista Fernandes, em Poxoréu, município localizado a cerca de 254 quilômetros de Cuiabá.

De acordo com testemunhas, o menino estava acompanhado de outras quatro crianças e sob os cuidados de uma tia no momento do acidente. Ainda não há detalhes sobre como o afogamento aconteceu.

A equipe de salva-vidas do balneário realizou os primeiros atendimentos ainda no local e, em seguida, a criança foi encaminhada a uma unidade de saúde da cidade. Apesar dos esforços, Gustavo não resistiu.

Após a confirmação da morte, o corpo foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames de necropsia.

Em nota, a Prefeitura de Poxoréu informou que o caso está sendo apurado e que presta assistência à família. O município também destacou que os funcionários do balneário estão abalados com o ocorrido.

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