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Marcelo Wilkes encanta o CCBB RIO com Espetáculo Multissensorial no Encerramento do World Creativity Day 2025

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Por Karla Neto

Casa cheia, aplausos entusiásticos e emoção no ar. O encerramento do World Creativity Day 2025 no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) foi muito mais do que um evento cultural — foi um verdadeiro manifesto da expressão da Consciência Global, alinhados ao propósito do WCD. A união de música, natureza, astrologia e inovação tecnológica, apresentou Marcelo Wilkes, artista multimídia que encantou o público com a performance do seu novo projeto, “Noor”, sob o pseudônimo Asemanii. Conhecido como um prodígio do piano desde tenra idade, Marcelo Wilkes já se destacava pelo seu talento incomum. Hoje, ele é muito mais do que um astrólogo virtuoso. Ele integra seu ser também como artista plástico e visual — um verdadeiro criador multidisciplinar, cuja obra navega com fluidez entre linguagens e sentidos. Na noite do dia 23 de abril de 2025, ele mostrou que atingiu um novo grau de maturidade artística e espiritual.

 

O espetáculo que apresentou no CCBB RJ teve como fio condutor a temática da Consciência Global pelo encerramento da celebração Mundial da Criatividade, como também pelo dia mundial do Livro, onde o Rio recebeu o título de liderança do ano.

Seu novo álbum “Noor” — palavra persa para “luz” — lançado sob o nome artístico Asemanii (“celestial”, em persa), traz faixas do disco inspiradas em astros e estrelas, tanto no nome quanto na vibração musical. O resultado é uma jornada cósmica e sensorial que, segundo Wilkes, “representa a integração de todas as partes do meu ser”.

*Do cosmos ao orgânico: uma experiência estética profunda*

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A apresentação contou com uma cenografia imersiva que transformou o espaço numa verdadeira galáxia em movimento. Projeções dinâmicas, luzes etéreas e texturas visuais foram combinadas a uma instalação sonora envolvente. Ao fundo, a exposição “Sibipiruna” oferecia um contraponto poético e natural à estética futurista da música. As obras, criadas por Wilkes com elementos orgânicos brasileiros — pétalas, folhas, estames, caules —, foram digitalizadas, manipuladas e impressas em papel reciclável, resultando em imagens oníricas e impactantes.

“Não há nada nessas imagens que não venha da natureza”, declarou o artista. Uma abelha feita com pétalas de girassol e patas de penicilina, um pássaro formado por gérberas laranja — cada peça trazia consigo a mensagem urgente de reconexão com o meio ambiente.

*Astrologia, herança e ancestralidade*

A ligação de Marcelo com os astros é também parte essencial da sua identidade criativa. Neto de uma respeitada astróloga, Wilkes sempre cultivou essa herança familiar. “A astrologia é uma linguagem simbólica que nos ajuda a entender o universo e a nós mesmos. Este álbum é uma expressão disso. Cada faixa é uma estrela, uma força celeste traduzida em som.”

*Palco de inovação e vanguarda*

Segundo Karina Tarabay, CEO da evolve e mantenedora do World Creativity Day, “a importância do WCD é precisamente despertar a consciência para temas relevantes através da criatividade. A arte do Marcelo sintetiza essa visão — ela é sensível, tecnológica e profundamente humana.”

O evento, que celebrou o encerramento da programação no Rio, foi uma ode à criatividade como ferramenta de transformação. E Wilkes, com a sua proposta arrojada e espiritual, simbolizou o ideal do artista do futuro — conectado, consciente e interdisciplinar.

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*One Real: plataforma que impulsiona talentos*

 

A plataforma One Real (onereal.tv), criada para promover artistas emergentes, também teve papel de destaque na curadoria da noite. Segundo a sua CEO, Jehane Saade, amiga de infância de Marcelo, “sempre soube que ele era um artista especial. Ver este momento acontecer é uma confirmação de tudo aquilo em que sempre acreditei. A One Real nasceu para abrir caminhos, e abrir espaço para alguém como o Marcelo é mais do que uma honra — é uma realização pessoal e coletiva.”

*Projeção internacional e consciência global*

O reconhecimento de Wilkes já ultrapassa fronteiras. Em 2023, uma das suas obras visuais foi capa do Sincronário Maia, publicação internacional ligada à Foundation for the Law of Time. Essa visibilidade reforça a dimensão universal do seu trabalho, que alia estética, espiritualidade e sustentabilidade.

“A minha vontade é que o projeto Sibipiruna desperte uma consciência global sobre o cuidado com a natureza. Ela é perfeita, delicada, provê tudo o que precisamos. Quando unimos música e imagem, a mensagem toca mais fundo”, afirmou Wilkes.

 

A apresentação no CCBB RJ não foi apenas o encerramento do World Creativity Day 2025 — foi o início de uma nova fase na carreira de Marcelo Wilkes. Um momento em que talento, técnica, emoção e propósito se encontraram numa celebração do que a arte pode ser: um espelho do cosmos, uma janela para o futuro, e um apelo urgente à reconexão com a Terra.

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Artistas e público exaltam lambadão no último dia de festa dos 307 anos

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A noite dedicada ao lambadão nas comemorações pelos 307 anos de Cuiabá foi marcada por depoimentos emocionados dos artistas e por um público que lotou o espaço de eventos, demonstrando que o ritmo é parte viva da identidade cuiabana. No palco, músicos destacaram a resistência, a evolução e o papel social do lambadão; na plateia 25 mil pessoas cantaram, dançaram e reafirmaram a valorização da cultura local.

A festa foi embalada ao som de grandes nomes do movimento. As apresentações começaram com DJ Juliano, Kleber Leite e Comadre Sebastiana, que prepararam o público para a sequência de shows.

Subiram ao palco Scort Som, Os Maninhos, Tô Pop Som, o grupo de dança Lambadeiros de Elite, Lambadão di Rocha, Os Amigos, Banda Ellus e Banda Mega Som, reunindo diferentes gerações do lambadão cuiabano. Do início ao fim, o público permaneceu animado, acompanhando os passinhos e cantando os sucessos que já fazem parte da história da cidade.

Igor Pena, vocalista do Mega Som, celebrou a participação da banda na festa. Ele destacou que o evento é importante para a cultura de Cuiabá e de Mato Grosso e afirmou que o público tem abraçado cada vez mais o trabalho do grupo. Segundo ele, ver o espaço lotado comprova que o lambadão está mais vivo do que nunca.

Denivaldo Cunha, vocal e guitarrista, reforçou que o ritmo vai além da música. Ele afirmou que o lambadão representa amizades, experiências e sua própria história, além de ser sua fonte de sustento. “Hoje eu sobrevivo do lambadão e acredito que ele vai continuar por muitos e muitos anos”.

Moradoras do bairro Sol Nascente, Larissa Gabrieli e a mãe, Elisângela Silva de Jesus, fizeram questão de prestigiar a noite do lambadão e reforçaram o orgulho de serem cuiabanas. Larissa afirmou que o evento lotado demonstra a valorização da história, do lambadão e da cultura cuiabana. “A Baixada sabe que Cuiabá ama o lambadão”.

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Elisângela, que se define como cuiabana de tchapa e cruz, destacou a força do ritmo na identidade local. “Lambadão para mim é o melhor de Cuiabá, é a nossa cultura. Eu amo Cuiabá, amo viver aqui. Eu só vim hoje por causa do lambadão”.

Carlos Bonfim, vocalista da banda Os Maninhos, ressaltou a importância de valorizar o lambadão raiz e investir em músicas autorais. Segundo ele, eventos como esse ampliam oportunidades, fortalecem a cultura e dão visibilidade às bandas. “O público lotou, cantou junto e mostrou que o lambadão faz parte da identidade do nosso povo”, disse.

José Adão, da Tô Pop Som, também celebrou a participação na programação oficial. Ele afirmou que o lambadão é um patrimônio local que já ultrapassou fronteiras, conquistando espaço em outras regiões do Brasil e até no exterior. “O lambadão é nosso, é daqui de Cuiabá, mas já ganhou o mundo. Hoje toca em eventos pelo Brasil inteiro e até fora do país. A gente já viu o lambadão chegar em Portugal, por exemplo. Isso mostra a força do nosso ritmo e o quanto a cultura cuiabana tem potencial para ir cada vez mais longe”, destacou Tô Pop Som.

O secretário municipal de Cultura, Johnny Everson, explicou que a noite exclusiva para o lambadão faz parte de uma estratégia para fortalecer e mensurar a força do gênero. Ele destacou que o ritmo movimenta a economia dos bairros e da Baixada Cuiabana. “Precisamos trazer essa potência também para o grande centro. Mostrar ao Brasil o valor da nossa cultura”, completou.

O prefeito Abilio Brunini ressaltou as parcerias para a realização do evento, o apoio do presidente Max Russi e o engajamento popular. Ele fez questão de parabenizar o público por prestigiar e valorizar ritmos como o lambadão, o rasqueado e o siriri. “Ver esse espaço lotado nos motiva a fazer ainda mais por Cuiabá”, afirmou.

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Brunini destacou ainda, que a administração municipal alia as festividades com entregas concretas para a população. Entre os destaques, a entrega do Centro Médico Infantil considerada referência no Estado e anunciou que, a partir de 1º de maio, que os usuários do transporte coletivo poderão aderir a um programa de assinatura mensal para uso ilimitado dos ônibus. “Hoje celebramos Cuiabá e a nossa cultura, mas também trabalhamos todos os dias para melhorar a vida das pessoas”, afirmou.

As comemorações começaram na terça-feira (7), com grande público nos shows de Dilsinho e da dupla César Menotti e Fabiano, reunindo mais de 60 mil pessoas. Na quarta e quinta-feira, a programação valorizou a cultura local e a diversidade musical, com apresentações de cururu e siriri, show da Banda Morada e destaque para o rasqueado, com atração nacional de Boca Nervosa.

O público também visitou o Festival do Baguncinha e diversos espaços gastronômicos, que ofereceram bebidas e alimentos com sabores típicos da capital e registraram grande sucesso de vendas durante os quatro dias. Além disso, o retorno do tradicional Show das Águas encantou os visitantes no Parque das Águas.

Com estrutura organizada e segurança reforçada, o evento contou com apoio das secretarias municipais como Ordem Pública, Defesa Civil, Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, equipes de saúde de plantão, parque infantil e área reservada para pessoas com deficiência, encerrando os quatro dias sem

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