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Inscrições para o curso de Microempreendedor Individual podem ser feitas até amanhã

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Os locais para realização das aulas foram definidas para cada polo de atuação do CRAS

Por Kátia Passos

Terminam nesta quarta-feira (26), as inscrições para o curso de Microempreendedor Individual, promovido pela Secretaria de Assistência Social em parceria com o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). O cadastro para a capacitação pode ser feito em uma das unidades do Centro de Referência em Assistência Social – CRAS – dos bairros Cristo Rei, Santa Maria, Jardim Glória e São Mateus. Ao todo estão sendo oferecidas 260 vagas.

O beneficiário precisa estar inscrito no Programa Auxilio Brasil (Bolsa Família), ser maior de idade e ter cursado o ensino fundamental. Para a efetivação da inscrição é necessária ainda a apresentação do comprovante de residência, dados bancários (cópia do cartão), certidão de nascimento, histórico escolar, RG, CPF, cartão NIS, cartão de vacinação e quitação militar (obrigatório para o sexo masculino).

“Essa é uma oportunidade para aqueles que pretendem se empreender, e o mais importante, sem nenhum custo para o aluno que irá receber todo o kit escolar, uniforme, material impresso, auxílio transporte e alimentação”, explicou a secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira.

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A gestora disse que em função da pandemia a equipe técnica da secretaria adotou algumas medidas para que o curso, que será realizado de forma presencial (sendo três encontros por semana), ocorra sem interrupção. “Todas as medidas de segurança serão adotadas, como a aferição da temperatura na entrada do local de aulas, distanciamento entre os participantes, bem como a obrigatoriedade do uso de álcool em gel e máscara de proteção”.

Ana Cristina disse ainda que os locais que serão realizados os cursos da IFMT já foram definidos de acordo com as regiões de abrangência dos CRAS.

Na região do Cristo Rei, foram definidos três pontos de atuação: Na Escola Municipal de Educação Básica – EMEB “Antônio Joaquim de Arruda”, localizada na Rua H1, quadra 17, bairro Jardim União. Na Escola Estadual ‘José Leite de Moraes’, localizada na Rua Professora Isabel Pinto. E na Escola Estadual ‘professor José Mendes Martins’, localizada na Rua João Lopes Macedo, Jardim Maringá.  

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Na região da Santa Maria, as aulas acontecem na Escola Municipal de Educação Básica ‘Antônio Salustiano Areia’, localizado na Avenida Leôncio Lopes de Miranda, na região conhecida como Capela do Piçarrão.

Na região do Jardim Glória, as aulas serão realizadas na Escola Municipal de Educação Básica ‘Nair de Oliveira Corrêa’, localizada na Rua Francisco Monteiro, Mapim.

E na região do grande São Mateus, na Escola Municipal de Educação Básica ‘Abdala José de Almeida’, localizada nas Ruas das Palmeiras, S/N, Quadra 183.

Ana Cristina Vieira disse ainda que neste ano de 2022 a Secretaria de Assistência Social vai ampliar as parcerias de serviços, com intuito de oferecer a população, vários cursos de capacitação. “Estamos neste primeiro momento, junto com o Instituto Federal de Mato Grosso, oferecendo o curso de Microempreendedor Individual, porém outros estão em análise, e tão logo se confirmem, estaremos abrindo novas inscrições”, pontuou a secretária.

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“Fim do Fethab 2 reflete nos investimentos de infraestrutura, logística estabilidade econômica em MT” diz Max Russi ao citar momentos de contribuição e dificuldades do Agro, VEJA O VÍDEO

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por Nayara Cristina

A decisão de encerrar a cobrança do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (FETHAB 2) a partir do próximo ano marca uma inflexão importante na política econômica de Mato Grosso e sinaliza um novo momento de maturidade fiscal e estrutural do estado. O tema ganhou força após articulações conduzidas pelo vice-governador Otaviano Pivetta junto à classe empresarial do agronegócio, em uma série de reuniões e diálogos diretos com lideranças do setor produtivo.

Nos bastidores, a sinalização de Pivetta foi clara: o Estado não pretende mais sustentar a infraestrutura com base em contribuições extraordinárias. A fala, segundo relatos de participantes dessas discussões, ocorreu em tom de segurança fiscal e confiança na capacidade atual de investimento do governo, indicando que Mato Grosso já atingiu um nível de organização que permite abrir mão do adicional do fundo sem comprometer obras e serviços.

Criado como mecanismo emergencial para financiar obras estruturantes, o adicional do FETHAB incidiu principalmente sobre a produção agropecuária e, ao longo dos últimos anos, movimentou cifras bilionárias. Embora os valores variem conforme a produção e o mercado, estimativas baseadas na arrecadação recente indicam que o fundo — especialmente em sua modalidade adicional — representa algo entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão por ano.

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Com o fim da cobrança, a renúncia fiscal projetada é significativa. Em um horizonte de três a quatro anos, o Estado pode deixar de arrecadar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões, considerando um cenário conservador. Ainda assim, a avaliação interna do governo é de que o impacto é absorvível diante do equilíbrio das contas públicas e do avanço já consolidado na infraestrutura estadual.

A recepção por parte do setor produtivo foi, majoritariamente, positiva. Produtores e representantes do agronegócio interpretaram o posicionamento como um gesto de reconhecimento ao momento econômico enfrentado pelo campo, marcado por custos elevados, crédito mais restrito e margens pressionadas. Ao mesmo tempo, a medida foi vista como um reforço na previsibilidade e na segurança jurídica — fatores considerados estratégicos para novos investimentos.

Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, o encerramento do FETHAB 2 reflete exatamente esse novo estágio vivido pelo estado. Segundo ele, não há perspectiva de que o tema avance no Legislativo sem uma iniciativa formal do Executivo.

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“O projeto não deve sequer chegar à Assembleia para prorrogação. Esse debate só existiria se houvesse interesse do governo, e isso teria que acontecer ainda este ano”, afirmou.

Max Russi também destacou que a retirada do fundo dialoga com o atual cenário do setor agropecuário e com os avanços já alcançados na infraestrutura. Para o parlamentar, Mato Grosso conseguiu transformar os recursos arrecadados em obras concretas, como pavimentação de rodovias e estruturação de corredores logísticos, criando uma base sólida para sustentar o crescimento sem a necessidade de manter cobranças adicionais.

O fim do FETHAB 2, nesse contexto, consolida uma mudança de modelo: de um estado que dependia de fundos extraordinários para acelerar investimentos para outro que passa a operar com planejamento de longo prazo, equilíbrio fiscal e maior capacidade de atração de capital privado. O desafio, a partir de agora, será manter o ritmo de expansão da infraestrutura diante da renúncia bilionária, sem comprometer a competitividade que colocou Mato Grosso como protagonista do agronegócio nacional.

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