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Aprovadas na ALMT, reposição florestal e proibição da taxação da energia solar favorecem o agronegócio afirma Fórum Agro

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Articulação entre Fórum Agro MT e ALMT rende desburocratização de questões ambientais e traz celeridade a processos relacionados ao segmento

Durante a semana, o agronegócio de Mato Grosso conquistou importantes vitórias na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), lutas para destravar o segmento avançaram no parlamento como a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 20/2021, que dispõe sobre a Política Florestal do Estado de Mato Grosso, o PLC 97/2019 que trata do Código Estadual do Meio Ambiente, e ainda a derrubada do veto ao projeto que isenta a cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a energia solar. O Fórum Agro MT, que acompanhou de perto estas pautas, avaliou como positivo o saldo para o agro em relação a essas pautas, que beneficiará o desenvolvimento da atividade em Mato Grosso.

Sobre o PLC 20/21 ALMT que trata da reposição florestal, o diretor executivo do Fórum Agro MT, Xisto Bueno explica que a proposta está em discussão há pelo menos dois anos, e, agora em 2021, após amplo debate entre as categorias do setor, Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Mato Grosso (Sedec) foi aprovado pelos parlamentares.

“O projeto corrige os valores a serem pagos a título de reposição florestal e dispõe sobre a criação do Desenvolve Floresta, que concentrará o recebimento dos recursos e os disponibilizará aos reflorestadores. Ou seja, os produtores farão o pagamento direto para o estado e este fará a intermediação com os reflorestadores tornando o processo mais ágil e viável, diferente de como ocorria antes, quando o produtor precisava negociar diretamente com um reflorestador”, explica.

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Os parlamentares aprovaram também o PLC 97/2019, que limita embargos em propriedades onde efetivamente ocorreu algum tipo de infração ambiental, devendo o Termo de Embargo e Interdição delimitar, com exatidão, o perímetro embargado. “Antes uma propriedade era totalmente embargada, independente do tamanho da área com problema, impossibilitando atividades na propriedade como um todo”, comenta Bueno.

A pauta mais polêmica provavelmente foi a derrubada do veto ao projeto que isenta da cobrança de ICMS sobre a energia solar gerada, distribuída e utilizada no âmbito de Mato Grosso. “Esse projeto é extremamente importante não só para o agronegócio, como para a sociedade como um todo, pois envolve investimentos elevados em geração de energia limpa e sustentável. Muitos produtores, assim como empresários e até mesmo consumidores residenciais, investiram na tecnologia também como forma de diminuir custos, além de atenderem às demandas atuais com a preocupação com o meio ambiente”, conta o presidente do Fórum Agro MT, Itamar Canossa.

No fim de maio, os deputados aprovaram um projeto de lei que impedia a cobrança do imposto sobre a energia elétrica em Mato Grosso até 31 de dezembro de 2027. No entanto, a proposta foi vetada pelo governo e em ontem, por 14 votos a 9, o veto foi derrubado pelos parlamentares.

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Canossa destaca que “os Deputados Estaduais têm atendido em muito os anseios de nossa sociedade e tem havido um grande trabalho por parte dos Deputados que compõem a Frente Parlamentar da Agropecuária, que estão se mostrando preocupados não apenas com o nosso setor, mas com a elaboração de normas que promovam o desenvolvimento de nosso Estado sem nunca deixar de cuidar também da conservação de nossos biomas. Eles têm levado à frente o nosso objetivo que é o de produzir e preservar. Somos gratos a eles e agora estamos no aguardo da sanção do Governador”.

O Fórum Agro MT é formado pela Acrimat (Associação dos Criadores de Mato Grosso), Acrismat (Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso), Ampa (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão), Aprosmat (Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso) e Famato (Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso) e recentemente tem se articulado junto aos Poderes Executivo e Legislativo para um novo debate sobre o Zoneamento. O trabalho tem gerado frutos e recentemente a ALMT instalou a Comissão Especial para debater o ZSEE-MT.

 

Paola Carlini
Fabiana Reis
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Live do AgriHub apresenta tecnologias para engenheiros atuantes no agronegócio

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Tecnologia para engenheiros atuantes no agronegócio será o tema da próxima Live do “AgriHub Pró” que vai acontecer no dia 19 de julho (segunda-feira), às 19h de MT e 20h de SP. A iniciativa é do Instituto AgriHub e tem como parceiro o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (CREA-MT). Os profissionais interessados devem fazer a inscrição para receber o link de acesso clicando aqui: https://agrihub.com.br/livecrea.

Entre os assuntos que serão abordados estão as tecnologias e ferramentas digitais que podem auxiliar nos desafios da profissão dos engenheiros, em especial engenheiros agrônomos, ambientais, agrícolas, florestais e mecânicos.

Para enriquecer o debate já confirmaram presença o presidente do CREA-MT, Juares Silveira Samaniego, e os engenheiros agrônomos: Mauricio Nicocelli Neto, especialista em agricultura digital, e Otávio Celidonio, diretor-executivo do Instituto AgriHub.

A ideia é dar “start” na difusão de tecnologias e ferramentas que aumentem a produtividade e o engajamento dos profissionais de engenharia com os seus clientes, no caso o produtor rural. O objetivo é facilitar o melhor gerenciamento de dados e ações que auxiliam no processo de tomada de decisão reduzindo o tempo e os custos nas tomadas de decisões destes profissionais.

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“O engenheiro tem o papel de ponte, então é importante adequar o nível de maturidade da solução tecnológica que ele vai indicar para o produtor, aumentando assim a chance de uma melhor aderência tecnológica”, esclareceu Wilton Maciel, responsável pela rede de profissionais do agro AgriHub PRÓ.

Com esta iniciativa, o Instituto AgriHub pretende proporcionar aos profissionais uma plataforma de treinamento com metodologias de análise de processo dentro da propriedade rural, nível de maturidade do produtor e das soluções tecnológicas oferecidas pelas empresas.

“Queremos fazer uma conexão entre os engenheiros e a empresa que oferta as soluções, que posteriormente serão difundidas com seu cliente, o produtor rural”, explicou Wilton Maciel.

O presidente do CREA-MT, Juares Samaniego, disse que a parceria com o Instituto AgriHub abre um leque de oportunidades para os profissionais da engenharia. “A capacitação que o Instituto AgriHub está oferecendo em parceria com o CREA-MT abre espaço para esse profissional no mercado de trabalho e vai capacitá-los para prestar um serviço de qualidade ao produtor rural e às pessoas que buscam esse profissional no mercado”, apontou Samaniego.

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Juares reforçou ainda que a iniciativa do Instituto, além de aprimorar o conhecimento, leva informações relevantes aos que ainda não tem. “Será importante o engajamento dos profissionais que atuam na área do agronegócio, principalmente os engenheiros agrônomos, ambientais, agrícolas, florestais e mecânicos”, avaliou.

Pesquisa – Para conhecer o público interessado, após a inscrição no evento e durante a live, os profissionais terão acesso a um link para responder uma pesquisa sobre a sua atuação profissional. A ideia do questionário é conhecer o perfil dos profissionais e as diferentes realidades tecnológicas enfrentadas em cada região de Mato Grosso.

“O objetivo é ajudá-los a prestar o melhor serviço levando soluções assertivas ao produtor rural”, concluiu Wilton Maciel.

Serviço:

O que: Live “Tecnologia para engenheiros atuantes no agronegócio”

Quando: 19 de julho (segunda-feira)

 

Horário: 19h (horário de MT) – 20h (horário de Brasília)

Link de inscrição: https://agrihub.com.br/livecrea

 

Convidados: Presidente do CREA-MT, Juares Silveira Samaniego, e os engenheiros agrônomos: Mauricio Nicocelli Neto, especialista em agricultura digital, e Otávio Celidonio, diretor-executivo do Instituto AgriHub.

 

Fonte: Ascom Famato

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