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Paulo Araújo fala de corte na chapa do PP, e ingresso de deputados Emanuelzinho e João Batista na Sigla para as eleições de 2022

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Da Redação

O Deputado estadual Paulo Araujo do PP de MT, conversou com a equipe do JB News sobre o cenário político para eleições estaduais de 2022, entre os assuntos a expectativa da vinda de deputados com mandato para o fechamento de chapa. E o  apoio do partido ao governador Mauro Mendes, na possibilidade deste ser o candidato nas eleições do ano que vem.

Segundo o deputado, a chapa para estadual está completa com 35 nomes em várias regiões do estado, mas que o partido terá de fazer alguns cortes,  para adequar cada candidato e sua região, para não pulverizar os votos, e eleger o maior número de deputados. A chapa será formada por 24 pré-candidatos mais 1, com 30 % de mulheres.

Alguns nomes já são dado como carta no baralho eleitoral, entre eles, o próprio deputado Paulo Araújo em Cuiabá vem a reeleição. Na janela que abre em março de 2022, existe a possibilidade de ingressar para a sigla alguns deputados já com mandatos, o que fortalece o teto de votos para eleger o primeiro deputado. Araújo também citou nomes como Werner Santos, irmão do ex-senador Cidinho Santos, de Marilândia, que seria o candidato da região do médio Norte, Luizinho de Primavera do Leste, Wanderley em Sorriso, além de candidatos em Tangará de Serra, Juína e Sinop.

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Paulo Araújo também confirmou a possibilidade da vinda do deputado estadual João Batista (PROS), para engrossar o caldo do PP para as eleições estaduais, e afirmou apoio da sigla a reeleição de Mauro Mendes.

Disse também que a chapa de candidatos a deputados federais, está sendo discutida paralela com o deputado Neri Geller, presidente da sigla e pré-candidato ao sendo. E confessou que fez um pedido a direção partidária para a possibilidade de atrair o deputado Federal Emanuelzinho Neto (PTB), para fazer parte da Sigla na disputa a câmara federal.  O deputado Neri não confirmou ainda que Emanuelzinho fará parte da agremiação para concorrer as eleições.

Veja a entrevista:👇

 

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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