Saúde

Primeira história em quadrinhos da ilustradora cuiabana Dani Dias narra sua própria luta contra a anorexia na adolescência

Publicados

em

 

 

Lançamento de “Distúrbio”, primeira história em quadrinhos da ilustradora cuiabana Dani Dias, que narra sua própria luta contra a anorexia na adolescência.


A história se passa em Cuiabá-MT, entre os anos 90 e 2000, desde o início dos primeiros sintomas até a cura. São 60 páginas coloridas em aquarela, nas quais ela conta com certa dose de humor (dentro do possível) todas as memórias que a marcaram nessa época.
Foram dois anos para concluir a obra, que foi inteiramente produzida pela ilustradora, desde roteiro até a diagramação.

A história pode gerar identificação com todas as idades mas, fala particularmente da importância da comunicação entre pais de meninas que estão entrando na adolescência, numa fase de mudanças físicas e emocionais e numa sociedade que bombardeia as mulheres com padrões inatingíveis de beleza.
Além disso, o livro também pode ajudar profissionais da área na abordagem com pacientes que estejam em tratamento.

A HQ “Distúrbio” é uma publicação independente, foi viabilizada pela plataforma de financiamento coletivo “Catarse” e as unidades extras estão sendo vendidas pela autora no seu canal no Instagram @danidiasarte.

Leia Também:  Caminhada do SOS AVC chama atenção para a manutenção de hábitos saudáveis para prevenção da doença

Dani Dias é ilustradora e quadrinista cuiabana. Mantém um ateliê onde se dedica a criar ilustrações e a ministrar cursos. Ilustrou “Jeri Kurireu: O menino que se reinventou” de Daniela Freire e “Tereza Natureza e Sofia Tecnologia” de Val Baminger e Belle John, ambos publicados pela editora Entrelinhas. Também publicou um ensaio de nus em aquarela chamado “Pelados em Sonhos” pelo selo Aroe.

COMENTE ABAIXO:

Saúde

Ministério da Saúde incorpora transplante da membrana amniótica para tratamento da diabetes e alterações oculares

Publicados

em

Por

O Ministério da Saúde ampliou, nesta quarta-feira (15), o uso da membrana amniótica nos cuidados ofertados no Sistema Único de Saúde (SUS). Após a indicação favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e a publicação das Portarias Nº 20 e Nº 22, ambas da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), a tecnologia passa a ser indicada para transplantes relacionados a feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares. A expectativa é que mais de 860 mil pacientes sejam beneficiados com o uso do tecido por ano.

A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto e utilizado na medicina regenerativa, com ação anti-inflamatória e cicatrizante, que reduz as complicações no tratamento de diversas doenças. No pé diabético, por exemplo, a tecnologia possibilita uma cicatrização até duas vezes mais rápida das feridas, quando comparada aos curativos padrão. No SUS, ela já é utilizada no tratamento de queimaduras extensas desde 2025.

Para a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri, a incorporação de tratamentos inovadores no SUS coloca o Brasil em posição de destaque no uso de tecnologias regenerativas mundialmente, além de ampliar o cuidado com os pacientes na rede pública de saúde.

Leia Também:  Estudantes participam de imersão federal em gestão do SUS no Ministério da Saúde

“Estamos garantindo mais opções terapêuticas para a assistência, beneficiando pacientes com uma chance de recuperação mais ágil, com a redução das possíveis complicações e infecções. Isso significa menos internações prolongadas, menores custos hospitalares e mais qualidade de vida”, destacou a secretária.

Já no tratamento de alterações oculares, como nas pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido auxilia na cicatrização de feridas e pode reduzir a dor, além de otimizar a recuperação da superfície ocular. O novo curativo biológico também contribui para a redução do risco de novas lesões e melhora a qualidade da visão, sendo uma opção eficaz, principalmente para casos mais graves ou que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como glaucoma, queimaduras oculares, inflamações, perfurações e úlceras da córnea.

Vicente Ramos
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA