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Geração e transmissão de energia fortalecem o setor elétrico brasileiro

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A expansão da geração e da transmissão de energia elétrica segue consolidando uma matriz energética cada vez mais diversificada e renovável no Brasil. Com a operação de novas usinas e linhas de transmissão, a eletricidade está chegando com mais segurança e sustentabilidade à residência de milhares de famílias brasileiras. Somente em 2025, 137 usinas passaram a operar total ou parcialmente em 17 estados, adicionando 7.467 megawatts (MW) à geração centralizada do país, dos quais 76% tiveram origem em fontes renováveis, como solar, eólica, biomassa e hídrica.

A fonte solar liderou o crescimento, com 2.816 MW, seguida pelas termelétricas, com 2.506 MW, e pelos parques eólicos, com 1.889 MW. As fontes renováveis também tiveram a participação das térmicas a biomassa e das fontes hídricas que somaram 740 MW e 256 MW, respectivamente, ao sistema. No Nordeste, as gerações solar e eólica responderam, juntas, por 42,9% de toda a expansão nacional, consolidando a região como protagonista da transição energética brasileira.

Entre os empreendimentos em destaque estão:

  • Usina Hidrelétrica Juruena – integrante do Novo PAC, a usina conta com 50 MW de potência instalada e amplia a oferta de energia limpa no Sistema Interligado Nacional (SIN);

  • Usina Termelétrica GNA II – a maior usina a gás natural do Brasil, com 1.673 MW de capacidade;

  • Complexo Fotovoltaico Luiz Carlos – reúne 15 usinas solares com 661 MW de capacidade instalada; e

  • Conjunto Eólico Serra do Assuruá – o maior complexo eólico do Novo PAC, com 188 aerogeradores distribuídos em 24 parques e 846 MW de potência total.

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Novas linhas de transmissão fortalecem o setor elétrico

Além da geração, 2025 também foi marcada por avanços significativos na infraestrutura de transmissão. O Sistema Elétrico Brasileiro ampliou em mais de 5 mil quilômetros (km) de novas linhas de transmissão e mais de 11 mil Mega Volt-Amperes (MVA) em capacidade de transformação, fortalecendo o escoamento da energia renovável e a segurança do suprimento em momentos de alta demanda. 

O principal marco foi a energização do Linhão Manaus-Boa Vista, que integrou Roraima ao SIN e concluiu a interligação elétrica de todos os estados brasileiros. A obra deve gerar economia superior a R$ 500 milhões por ano na Conta de Consumo de Combustíveis (CCC).

Expansão da geração e transmissão de energia 

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Alexandre Silveira destaca biocombustíveis como solução estratégica durante abertura do pavilhão brasileiro na Alemanha

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou, nesta segunda-feira (20/4), da abertura do pavilhão brasileiro na Hannover Messe 2026, realizada no “Messegelände”, Hall 12, em Hannover, na Alemanha. Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro integrou uma das principais agendas da participação do Brasil como País-Parceiro Oficial da maior feira industrial do mundo.

Durante a visita ao espaço brasileiro, o principal destaque foi a agenda no estande da Be8, empresa responsável pelo desenvolvimento do biocombustível Bevant. A iniciativa evidencia o avanço do Brasil na produção de combustíveis renováveis e reforça o papel estratégico do país na oferta de soluções sustentáveis para a descarbonização da matriz energética global.

Para o ministro Alexandre Silveira, a experiência brasileira com biocombustíveis coloca o país em posição de liderança no cenário internacional.

“O Brasil reúne condições únicas para liderar a transição energética. Temos uma matriz limpa e tecnologia consolidada em biocombustíveis, que nos permite oferecer soluções eficientes, sustentáveis e competitivas para o mundo. É isso que estamos apresentando aqui, ao lado do presidente Lula”, disse Silveira. 

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A participação brasileira na feira evidenciou a força da matriz energética nacional, uma das mais limpas do mundo, e o potencial do país em liderar soluções com base em etanol e biodiesel. Ao longo da agenda, foi reforçada a capacidade do Brasil de oferecer alternativas eficientes para a redução de emissões, sem a necessidade de altos custos adicionais em adaptação tecnológica.

A agenda também reforçou o fortalecimento das relações entre Brasil e Alemanha, ampliando oportunidades de cooperação em áreas como inovação, indústria, energia e tecnologia. O diálogo entre governos e empresas destacou o interesse mútuo na construção de parcerias de longo prazo, com foco em investimentos, intercâmbio tecnológico e desenvolvimento sustentável.

 

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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