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Inscrições para as últimas turmas de 2025 da Escola Nacional de Defesa do Consumidor encerram no domingo (23)

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Brasília, 19/11/2025 – As inscrições para as últimas turmas de 2025 da Escola Nacional de Defesa do Consumidor (ENDC), instituição vinculada à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), encerram no domingo (23). São mais de 30 cursos gratuitos disponíveis, com certificação emitida pela Universidade de Brasília (UnB).

Os cursos da ENDC são voltados especialmente para profissionais que integram o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), oferecendo qualificação a agentes dos Procons, das Defensorias, dos Ministérios Públicos, das entidades civis e de outros órgãos que compõem a rede. A proposta é fortalecer a atuação dos órgãos públicos e ampliar a padronização das práticas de proteção e defesa do consumidor em todo o País.

A escola também disponibiliza cursos direcionados ao público em geral, como aqueles dedicados à educação financeira. As formações ajudam consumidores a organizar, de forma mais estratégica, a vida financeira, prevenir o superendividamento e tomar decisões conscientes no dia a dia. Atitudes como essas contribuem para relações de consumo equilibradas e seguras.

Teoria aliada à prática

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As capacitações combinam teoria e prática, trazendo exemplos reais e conteúdos alinhados aos desafios atuais do consumo. O catálogo reúne temas variados, que vão desde direitos básicos do consumidor até questões emergentes, como proteção de dados, relações de consumo no ambiente digital, funcionamento de mercados regulados e o enfrentamento ao racismo nas relações de consumo. Essa diversidade de assuntos permite que cada participante personalize a trilha de aprendizagem de acordo com interesses pessoais ou área de atuação.

Os interessados podem acessar a página da ENDC para conhecer os conteúdos programáticos dos cursos, conferir o calendário de atividades e realizar a inscrição. Esta é a última oportunidade de ingressar em uma das formações ainda em 2025; o próximo ciclo será aberto apenas em janeiro de 2026, com início das aulas previsto para fevereiro.

Sobre a Escola Nacional de Defesa do Consumidor

Criada em 13 de agosto de 2007, por meio da Portaria Ministerial nº 1.387, a ENDC promove a formação e a capacitação de agentes e técnicos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor em todo o Brasil. O conhecimento das relações de consumo e dos direitos do consumidor é fundamental para a elaboração de políticas públicas eficazes. A capacitação continuada contribui para aprimorar a qualidade da assistência aos consumidores e fortalecer a estrutura nacional de defesa do consumidor.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Prazo de consulta pública sobre o Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial é prorrogado até 4 de maio

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Brasília, 22/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), prorrogou até 4 de maio o prazo para contribuições à consulta pública do Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial para o Usuário Brasileiro. A decisão foi formalizada pelo Edital nº 3/2026, assinado pelo secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes, e publicado no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (17).

Lançada em 20 de março, a consulta tinha prazo original de encerramento em 19 de abril. A prorrogação amplia a janela de participação e garante que cidadãos, especialistas, servidores públicos, pesquisadores e organizações da sociedade civil possam contribuir para o aperfeiçoamento do documento. As sugestões, devidamente fundamentadas, devem ser encaminhadas pela Plataforma Brasil Participativo, no portal Brasil Participativo, no campo específico relativo à consulta. Ao encerrar o prazo, a Sedigi realizará a consolidação e análise das contribuições, que poderão ser incorporadas à versão final do guia.

“A consulta pública tem registrado ampla adesão, com contribuições qualificadas de diversos atores públicos e privados. Diante de solicitações de prorrogação e do elevado nível técnico dos debates, considerou-se oportuno ampliar o prazo, a fim de fortalecer a participação e aprofundar ainda mais a qualidade das contribuições”, afirma o diretor de Promoção de Direitos Digitais da Sedigi, Victor Durigan.

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Elaborado em parceria com o Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina da Universidade de São Paulo (CIAAM/USP) e com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a versão atual do Guia do Usuário Brasileiro de Inteligência Artificial – Definições, Direitos e Governança de IA no Brasil, com 75 páginas, serve de base para que os interessados respondam ao questionário e apresentem suas contribuições.

Com escrita em linguagem simples e acessível, o guia orienta a população sobre o funcionamento da inteligência artificial, seus usos, limitações, riscos e os direitos e deveres dos cidadãos na interação com essas tecnologias.

O documento está organizado em três partes:

A Parte I apresenta uma visão geral em formato de perguntas e respostas — o que é IA, como ela é criada, o que são alucinações, como a tecnologia impacta o cotidiano e quais são os direitos e deveres de usuários e desenvolvedores.

A Parte II aprofunda os conceitos: algoritmos, aprendizado de máquina, big data, ciclo de vida da IA e seu potencial prático no Brasil, além de tratar de limites e desafios como vieses e discriminação, opacidade, deepfakes, desinformação, privacidade e os impactos específicos sobre crianças, adolescentes e saúde mental.

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A Parte III aborda direitos e governança, reunindo temas como transparência e explicabilidade, contestação e revisão de decisões automatizadas, proteção de dados, direitos do consumidor, equidade, sustentabilidade e responsabilização. O guia ainda conta com glossário e referências bibliográficas.

A iniciativa integra a Ação 50 do Eixo 5 do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), principal instrumento da política federal para o desenvolvimento e uso responsável da tecnologia, com previsão de investimentos superiores a R$ 20 bilhões entre 2024 e 2028.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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