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Pivetta descarta mudanças e promete manter gestão de Mauro Mendes caso assuma governo em 2026

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por Alisson Gonçalves

O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou que não pretende promover grandes alterações no secretariado estadual caso venha a assumir o comando do Executivo em 2026, diante de uma eventual renúncia do governador Mauro Mendes (União).

A possibilidade surge em meio às articulações políticas para a disputa ao Senado, já que Mauro é cotado como um dos principais pré-candidatos ao cargo.

“Se o Mauro decidir ser candidato ao Senado, obviamente vai ter que renunciar o mandato. Se isso acontecer, a gente vai conversar muito sobre isso porque, afinal de contas, este mandato, que vai até 31 de dezembro de 2026, é o mandato dele”, declarou Pivetta, ao reforçar que sua atuação seria de continuidade da atual gestão.

Pelas regras eleitorais, governadores que almejam disputar outros cargos devem se desincompatibilizar até seis meses antes da eleição.

No caso de Mauro Mendes, a renúncia teria de ocorrer até abril de 2026, mas, na prática, a saída precisaria ser formalizada já em março.

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Apesar de ainda não ter oficializado sua decisão, Mendes aparece bem posicionado em levantamentos eleitorais e já conta com apoio público do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), além de lideranças municipais do partido.

Recentemente, o governador admitiu que vem realizando movimentos “silenciosos e eficazes”, embora insista que só deve anunciar sua posição definitiva no próximo ano.

Pivetta ressaltou que, se assumir a cadeira de governador, vai preservar a base de trabalho montada por Mauro. “Se porventura eu for honrado com esse chamado a cumprir um período dele, eu vou pensar muito em respeitar o mandato que é do Mauro Mendes”, disse.

Questionado ainda sobre a eventual saída do secretário da Casa Civil, Fábio Garcia (União), que deve disputar novamente uma vaga na Câmara dos Deputados, o vice-governador afirmou que não cogita nomes para substituí-lo no momento. “Nem pensei nisso”, resumiu.

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Projeto de Medeiros propõe anistia a multas de caminhoneiros e envolvidos no 8 de janeiro

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por Redação

_Proposta prevê perdão de penalidades por bloqueios de rodovias e ocupação de prédios públicos_

O deputado federal José Medeiros (PL) apresentou um projeto de lei que propõe a anistia de multas aplicadas a pessoas que participaram de bloqueios de rodovias após as eleições de 2022 e das invasões aos prédios dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

A medida prevê o perdão de penalidades impostas por órgãos da administração pública, incluindo autarquias e agências reguladoras. A proposta também contempla a remissão das dívidas decorrentes dessas multas, alcançando tanto sanções já aplicadas quanto aquelas ainda em fase de análise ou cobrança.

Na justificativa, Medeiros afirma que a proposta busca promover a pacificação social e revisar penalidades aplicadas no período pós-eleitoral.

“Esse projeto não é sobre passar a mão na cabeça de ninguém, é sobre fazer justiça. O que vimos após as eleições de 2022 e nos episódios de 8 de janeiro foram punições desproporcionais, muitas vezes aplicadas de forma generalizada, atingindo pessoas que não tiveram o devido direito de defesa”, afirmou.

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O deputado destaca ainda que a proposta abrange sanções administrativas relacionadas à interdição de vias públicas e à ocupação de prédios públicos no período pós-eleitoral, beneficiando participantes de manifestações registradas em diferentes regiões do país.

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