Nacional
Plenária da Juventude no Bioma Cerrado reúne 150 participantes
Mais de 150 jovens participaram da Plenária da Juventude no Bioma Cerrado, realizada dias 7 e 8 de julho em Luziânia (GO). Durante o evento foram eleitos os dois representantes do bioma para irem à COP 30 – Conferência do Clima da ONU.
A ação é promovida pela Secretaria-Geral da Presidência da República, por meio da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), e pelo Conselho Nacional de Juventude, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância e a Champion de Juventude da COP30.
A iniciativa visa aproximar as juventudes brasileiras sobre a temática e os processos da COP30, que será sediada em Belém (PA), em novembro deste ano.
“Queremos ampliar a vozes da juventude brasileira para fortalecer as discussões climáticas a partir de uma visão dos territórios, das realidades diversas que são afetadas pelas consequências das mudanças climáticas, e também amplificar as potencialidades que esses jovens constroem cotidianamente”, afirma o Secretário Nacional de Juventude, Ronald Sorriso.
Para o Diretor de Articulação e Fomento de Programas e Projetos de Juventude da SNJ, Guilherme Barbosa, em Luziânia foi possível avaliar de perto o acerto da iniciativa, ao ver a diversidade de jovens participando de debates qualificados sobre suas vivências e realidades no território. “Foram produzidas formulações interessantíssimas para levarmos para as discussões mundiais na COP 30”, afirma o diretor.

- Lorena Mathyê – representante eleita
Eleitos – A plenária do bioma cerrado elegeu, com 108 votos, dois representantes para ir à COP 30. A jovem Lorena Mathyê, de 16 anos, moradora de Luiziânia, é estudante do 2º ano do ensino médio e faz parte do Grêmio do Instituto Federal de Goiás. “Quero dar visibilidade e voz dos jovens do ensino médio do cerrado e de Luiziânia nas discussões climáticas”, afirma Lorena.

- Daniel Ildefonso, representante eleito. Foto: Arquivo.
O segundo representante eleito é o estudante universitário Daniel Ildefonso, de 19 anos, diretor do Centro Acadêmico de gestão de políticas públicas da UnB e morador do bairro do Cruzeiro, em Brasília. “Quero levar para COP 30 às discussões sobre as saúde dos jovens do cerrado, impactados pelos efeitos das mudanças climáticas”, afirma Daniel.
Seis plenárias – Serão realizadas plenárias em cada um dos biomas brasileiros, totalizando seis encontros, com participação ativa de jovens, organizações de juventude, especialistas e representantes de diferentes setores.
O objetivo principal da iniciativa é realizar um processo de formação, escuta e mobilização das juventudes em todos os biomas brasileiros sobre a COP30 a partir das realidades loais.
Cada plenária será realizada em dois dias, com painéis, debates em grupos, apresentação das discussões e visita ao bioma local. Além disso, em cada bioma serão escolhidos dois jovens que irão participara da COP 30 em Belém.
Confira o cronograma:
- Cerrado: 07 e 08 de julho, no Centro de Cultura e Convenções – R. do Comércio, 750 – Centro, Luziânia/GO.
- Pampa: 14 e 15 de julho, no Auditório do Sicredi – Avenida Dom Joaquim, 1087 – Centro, Pelotas/RS.
- Mata Atlântica: 04 e 05 de agosto, no Centro de Referência das Juventudes – CRJ, Rua Guaicurus, 50 – Centro, Belo Horizonte/MG.
- Caatinga: Pernambuco – data a definir.
- Pantanal: 07 de agosto – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul UFMS – Complexo R. Ufms, 715 – Vila Olinda, Campo Grande/MS; 08 de agosto – Bioparque Pantanal – Avenida Afonso Pena, 6277 – Chácara Cachoeira, Campo Grande/MS.
- Amazônia: 19 e 20 de Agosto – Macapá/AP.
Fonte: Secretaria-Geral
Nacional
Prazo de consulta pública sobre o Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial é prorrogado até 4 de maio
Brasília, 22/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), prorrogou até 4 de maio o prazo para contribuições à consulta pública do Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial para o Usuário Brasileiro. A decisão foi formalizada pelo Edital nº 3/2026, assinado pelo secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes, e publicado no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (17).
Lançada em 20 de março, a consulta tinha prazo original de encerramento em 19 de abril. A prorrogação amplia a janela de participação e garante que cidadãos, especialistas, servidores públicos, pesquisadores e organizações da sociedade civil possam contribuir para o aperfeiçoamento do documento. As sugestões, devidamente fundamentadas, devem ser encaminhadas pela Plataforma Brasil Participativo, no portal Brasil Participativo, no campo específico relativo à consulta. Ao encerrar o prazo, a Sedigi realizará a consolidação e análise das contribuições, que poderão ser incorporadas à versão final do guia.
“A consulta pública tem registrado ampla adesão, com contribuições qualificadas de diversos atores públicos e privados. Diante de solicitações de prorrogação e do elevado nível técnico dos debates, considerou-se oportuno ampliar o prazo, a fim de fortalecer a participação e aprofundar ainda mais a qualidade das contribuições”, afirma o diretor de Promoção de Direitos Digitais da Sedigi, Victor Durigan.
Elaborado em parceria com o Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina da Universidade de São Paulo (CIAAM/USP) e com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a versão atual do Guia do Usuário Brasileiro de Inteligência Artificial – Definições, Direitos e Governança de IA no Brasil, com 75 páginas, serve de base para que os interessados respondam ao questionário e apresentem suas contribuições.
Com escrita em linguagem simples e acessível, o guia orienta a população sobre o funcionamento da inteligência artificial, seus usos, limitações, riscos e os direitos e deveres dos cidadãos na interação com essas tecnologias.
O documento está organizado em três partes:
A Parte I apresenta uma visão geral em formato de perguntas e respostas — o que é IA, como ela é criada, o que são alucinações, como a tecnologia impacta o cotidiano e quais são os direitos e deveres de usuários e desenvolvedores.
A Parte II aprofunda os conceitos: algoritmos, aprendizado de máquina, big data, ciclo de vida da IA e seu potencial prático no Brasil, além de tratar de limites e desafios como vieses e discriminação, opacidade, deepfakes, desinformação, privacidade e os impactos específicos sobre crianças, adolescentes e saúde mental.
A Parte III aborda direitos e governança, reunindo temas como transparência e explicabilidade, contestação e revisão de decisões automatizadas, proteção de dados, direitos do consumidor, equidade, sustentabilidade e responsabilização. O guia ainda conta com glossário e referências bibliográficas.
A iniciativa integra a Ação 50 do Eixo 5 do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), principal instrumento da política federal para o desenvolvimento e uso responsável da tecnologia, com previsão de investimentos superiores a R$ 20 bilhões entre 2024 e 2028.
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