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Deputado Eduardo Botelho diz ser contra “Desmatamento Zero” na Amazônia

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Por Alisson Gonçalves

O presidente da ALMT Eduardo Botelho (UB), afirmou ser contra o projeto de lei “Desmatamento Zero na Amazônia”.

Segundo o parlamentar, às autoridades ambientais tem que se preocupar em acabar com os desmatamento ilegal, agora mexer em algo que atualmente já dificulta na produção, é algo que pode vir prejudicar muito MT.

A proposta para implantar a lei Desmatamento Zero na Amazônia, é do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Porém a ideia do petista trouxe alguns argumentos, já que existe um lei que também limita a capacidade de explorar territórios, para a produção de alimentos.

Segundo dados entre Janeiro a setembro de 2022, foram desmatados mais de 9.096 km² de vegetação nativa no bioma, este tamanho corresponde a seis vezes o tamanho da cidade de São Paulo.

Atualmente MT preserva 62% sendo o estado que mais produz alimentos, para o mundo todo.

Para Botelho desmatamento zero significa freiar produção, prejudicando o desenvolvimento de MT, isso porque às leis já disponibilizam o território que pode ou não ser explorado, e MT consegue produzir sem fazer desmatamento ilegal.

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Ainda o parlamentar destacou que outro ponto que deve ser debatido é a queimada ilegal, o projeto deve entrar em pauta em 2023 quando Lula assumir a presidência.

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Registro de 99 espécies entre Cerrado e Pantanal ajuda cientistas a analisarem futuro dos biomas

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O mapeamento de espécies tem papel fundamental para orientar ações de conservação e preservação da fauna. Para acompanhar os impactos das mudanças climáticas e os efeitos causados pelo homem, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) e da Universidade Federal de Mato Grosso registraram 99 espécies do Cerrado e do Pantanal, entre elas, 36 espécies de anfíbios. A pesquisa foi feita no Parque Sesc Serra Azul, em Mato Grosso (MT), no decorrer de 11 meses.

Leia o estudo sobre a diversidade de anfíbios e répteis do Parque Sesc Serra Azul (inglês)

Para o biólogo e pesquisador do INPP Leonardo Moreira, a partir desse estudo será possível criar uma linha base para identificar mudanças a longo prazo, como a diminuição ou o desaparecimento de espécies mais sensíveis ou a expansão de outras em ambientes mais alterados. O especialista, que é um dos autores do levantamento, destaca que muitas dessas alterações não acontecem isoladamente. “É necessário um conjunto de fatores, como clima, expansão agrícola e mineração para que isso ocorra”, pontua.

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Segundo Moreira, a transformação das áreas naturais afeta o regime hídrico. O excesso de água na estação das chuvas no Cerrado abastece a planície pantaneira. Porém, o uso indevido das áreas úmidas, como o abastecimento, a irrigação e a indústria, interfere no armazenamento de água no Pantanal. Isso impacta diretamente nas áreas fundamentais para a reprodução de anfíbios.

O estudo contou com a participação de colaboradores locais do parque. Os pesquisadores passaram instruções sobre como fotografar e registrar os animais e as informações que eles precisavam enviar com os registros. Quinze voluntários participaram e ajudaram a registrar 38 espécies de répteis.

A participação das pessoas que vivem ou trabalham na região pode fazer uma diferença enorme para a ciência. O grupo de pesquisadores registrou 36 espécies de anfíbios (entre sapos, rãs e pererecas) e 63 répteis (incluindo cobras, lagartos, jabutis, cágados e jacarés). Desse total, 11 não teriam sido encontrados pela equipe de pesquisadores sem a participação da população.

O crescimento de infraestruturas, como estradas e áreas urbanas, tem uma série de efeitos negativos sobre a fauna, juntando-se aos desafios impostos pela mudança do clima em andamento. Algumas espécies tendem a ser mais dependentes de condições específicas e assim acabam sendo mais vulneráveis a mudanças no ambiente. Entender como esses animais estão lidando com o efeito dos conjuntos de tanta transformação é essencial para uma melhor ação de preservação.

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As informações Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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