SUSTENTABILIDADE
Governo de MT lança operação de reforço no combate aos incêndios florestais com presença de secretário nacional
Solenidade será às 8h30, na Praça das Bandeiras
Secom-MT
O governador Mauro Mendes lança nesta quinta-feira (01.07), às 8h30, na Praça das Bandeiras, a fase de resposta da Temporada de Incêndios Florestais (TIF) 2021, período em que haverá reforço das ações das forças de segurança no combate aos incêndios florestais e ao desmatamento ilegal em todo o Estado.
O lançamento terá a presença do secretário nacional de Segurança Pública, Carlos Paim, dos secretários de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, e de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, além do comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, Alessandro Borges, e outras autoridades estaduais.
O governador, secretário nacional e secretários de Estado atenderão a imprensa em entrevista coletiva após a solenidade.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) entregará 40 veículos locados, sendo 20 para a as equipes da Superintendência de Fiscalização para o combate ao desmatamento ilegal, e 20 para a fase de resposta comandada pelo Corpo de Bombeiros Militar com brigadistas em campo nas áreas com maior incidência de focos de calor.
O dia 1º de julho marca também a data em que começa o período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, que foi adiantada por decreto estadual. Com o decreto nº 938/2021, fica proibida qualquer atividade de limpeza de pastagem com o uso do fogo nas áreas rurais até 30 de outubro de 2021. O uso do fogo em áreas urbanas é proibido o ano todo.
Serviço
Governo lança fase de resposta da Temporada de Incêndios Florestais (TIF) 2021
Data e hora: quinta-feira (01.07), às 8h30
Local: Praça das Bandeiras
SUSTENTABILIDADE
Registro de 99 espécies entre Cerrado e Pantanal ajuda cientistas a analisarem futuro dos biomas
O mapeamento de espécies tem papel fundamental para orientar ações de conservação e preservação da fauna. Para acompanhar os impactos das mudanças climáticas e os efeitos causados pelo homem, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) e da Universidade Federal de Mato Grosso registraram 99 espécies do Cerrado e do Pantanal, entre elas, 36 espécies de anfíbios. A pesquisa foi feita no Parque Sesc Serra Azul, em Mato Grosso (MT), no decorrer de 11 meses.
Leia o estudo sobre a diversidade de anfíbios e répteis do Parque Sesc Serra Azul (inglês)
Para o biólogo e pesquisador do INPP Leonardo Moreira, a partir desse estudo será possível criar uma linha base para identificar mudanças a longo prazo, como a diminuição ou o desaparecimento de espécies mais sensíveis ou a expansão de outras em ambientes mais alterados. O especialista, que é um dos autores do levantamento, destaca que muitas dessas alterações não acontecem isoladamente. “É necessário um conjunto de fatores, como clima, expansão agrícola e mineração para que isso ocorra”, pontua.
Segundo Moreira, a transformação das áreas naturais afeta o regime hídrico. O excesso de água na estação das chuvas no Cerrado abastece a planície pantaneira. Porém, o uso indevido das áreas úmidas, como o abastecimento, a irrigação e a indústria, interfere no armazenamento de água no Pantanal. Isso impacta diretamente nas áreas fundamentais para a reprodução de anfíbios.
O estudo contou com a participação de colaboradores locais do parque. Os pesquisadores passaram instruções sobre como fotografar e registrar os animais e as informações que eles precisavam enviar com os registros. Quinze voluntários participaram e ajudaram a registrar 38 espécies de répteis.
A participação das pessoas que vivem ou trabalham na região pode fazer uma diferença enorme para a ciência. O grupo de pesquisadores registrou 36 espécies de anfíbios (entre sapos, rãs e pererecas) e 63 répteis (incluindo cobras, lagartos, jabutis, cágados e jacarés). Desse total, 11 não teriam sido encontrados pela equipe de pesquisadores sem a participação da população.
O crescimento de infraestruturas, como estradas e áreas urbanas, tem uma série de efeitos negativos sobre a fauna, juntando-se aos desafios impostos pela mudança do clima em andamento. Algumas espécies tendem a ser mais dependentes de condições específicas e assim acabam sendo mais vulneráveis a mudanças no ambiente. Entender como esses animais estão lidando com o efeito dos conjuntos de tanta transformação é essencial para uma melhor ação de preservação.
As informações Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
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