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Sesc Mato Grosso promove a 2ª edição do ‘Ouça da Janela’

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Em parceria com o Corpo Musical da Polícia Militar de Mato Grosso, a Fecomércio MT e o Sesc Mato Grosso encontraram uma maneira segura de celebrar o Dia da Independência.

No dia 07 de setembro, feriado nacional, a Fecomércio MT, o Sesc Mato Grosso e a Polícia Militar do estado realizarão a 2ª edição ‘Ouça da Janela’, em Cuiabá. Nesta edição, o evento contará com o Corpo Musical da Polícia Militar de Mato Grosso para celebrar o Dia da Independência do Brasil.

“O Ouça da Janela Brasil tomou uma magnitude maior do que a Federação esperava e foi abraçada com muito carinho e entusiasmo pela Polícia Militar de Mato Grosso e promete marcar a lembrança dos cuiabanos”, afirmou José Wenceslau de Souza Júnior, presidente da Fecomércio, Sesc e Senac em Mato Grosso.

Durante o trajeto, que ocorrerá das 18h, às 22h, o trio elétrico parará em ruas com uma concentração considerável de residências e prédios para que o público possa apreciar as canções populares que o Corpo Musical da Polícia Militar preparou para o evento.

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A primeira edição percorreu bairros da capital ao som da Cia Sinfônica, uma das grandes referências musicais de Mato Grosso, e apresentou um repertório com diferentes estilos, do erudito ao popular. De acordo com o diretor regional do Sesc, Carlos Alberto Rissato, “o projeto surgiu na intenção de promover os tradicionais shows musicais mesmo diante do cenário imposto pela pandemia da Covid-19 e acabou se tornando 1º show itinerante de Mato Grosso”.

Além de muita música, ocorrerão paradas estratégicas para o hasteamento da bandeira e a celebração do Hino Nacional. Este ano, Cuiabá não terá o seu tradicional desfile de “7 de Setembro”, por isso o ‘Ouça da Janela Brasil’ toma para si a responsabilidade de solenizar o Dia da Independência.

Assim como na primeira edição, o evento terá seu início às 18h e será transmitido pelo Facebook do Sesc Mato Grosso, /Sescmt.

Confira o trajeto completo: Saída do Sesc Arsenal ➡Av. 15 de novembro ➡Prainha ➡Coronel Escolástico ➡ Av. Fernando Correia ➡Av. Brasília ➡Praça do Jd. das Américas ➡ Av. do CPA ➡ Bairro Terra nova ➡Av. Vereador Juliano Costa Marques ➡Praça Ulisses Guimarães ➡ Retorno aos Sesc Arsenal através da Av. do CPA.

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TJMT suspende desocupação em condomínios em Cuiabá após pedido da ALMT

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JB News

Medida atende solicitação da Assembleia Legislativa e prevê análise técnica do caso

POR VÂNIA COSTA / SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL •  17 DE ABRIL DE 2026 ÀS 14:55:00  •  24 Acessos

 

Foto: Natália Nogg/Assessoria de Gabinete

Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

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O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

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A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

 

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