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Polícia Civil prende cinco suspeito e desarticula grupo criminoso envolvido em furtos em Confresa

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Um grupo criminoso foi desarticulado pela Polícia Civil nesta quarta-feira (23.10), em Confresa, por envolvimento com crimes de furto qualificado, receptação, porte e posse ilegal de arma de fogo. Cinco pessoas foram presas em flagrante pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

A ação resultou na apreensão de diversos objetos produtos de furtos como eletrodomésticos, ferramentas, materiais de obras, veículos tipo carretinhas, arma de fogo, mais de R$ 10 mil em dinheiro e de dois veículos (um Fiat Uno e um Chevrolet ônix) utilizados nos crimes.

Durante investigações de uma série de furtos no município, os policiais da Derf conseguiram identificar alguns suspeitos e também pontos que eram utilizados pelos criminosos para guardar os objetos de crimes.

Em monitoramento em uma das residências identificadas, os policiais conseguiram confirmar a veracidade das informações, visualizando duas carretinhas furtadas, nos fundos da casa. Os policiais permaneceram em campana no local com o fim de realizar a abordagem dos envolvidos, momento em que um veículo com dois suspeitos chegou à residência.

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Ao perceber a presença dos policiais, os suspeitos correram para os fundos da residência, ocasião em que um deles tirou uma arma da cintura e efetuou disparos contra um dos policiais, que revidou a injusta agressão.

O suspeito, apontado como líder do grupo e que estava com uma pistola Glock 9 mm, foi alvejado e não resistiu aos ferimentos. No interior da casa, foram presos dois suspeitos, que se entregaram à equipe policial.

Em continuidade às diligências, os policiais seguiram para outro ponto alvo da investigação, onde foram apreendidos vários objetos furtados.

Ainda havia a informação de que o grupo havia alugado uma chácara para se reunir e também para ocultar os objetos dos crimes. Os policiais seguiram até a propriedade, onde realizaram a prisão de outros três suspeitos, apreensão de mais objetos furtados e também de um veículo utilizado nos crimes.

Diante dos fatos, todos os objetos produtos de furto foram recuperados e os suspeitos conduzidos à Derf de Confresa. Eles foram interrogados pelo delegado Luiz Humberto Mendes Leite e responderão pelos crimes de furto, receptação, porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa.

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Fonte: Governo MT – MT

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Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).

A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.

“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.

A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.

No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.

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Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.

“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.

A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.

“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.

As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.

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Fonte: Governo MT – MT

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