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Pinheiro falta audiência e perde ação contra Mauro Mendes

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*PEDIA R$ 40 MIL*

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Da Redação

O juiz Marcelo Sebastião Prado de Moraes, do 2º Juizado Especial Cível de Cuiabá, decidiu extinguir a ação proposta pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), contra o governador Mauro Mendes (União), devido à ausência do gestor municipal na audiência de conciliação.

A decisão foi proferida na terça-feira (18).

No processo, Emanuel buscava uma indenização por danos morais de R$ 40 mil em razão de declarações consideradas caluniosas e difamatórias feitas por Mauro Mendes à imprensa, comparando o prefeito a um ladrão de banco.

As declarações controversas ocorreram em fevereiro e março deste ano, após o emedebista ser reconduzido ao cargo por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Diante da falta de justificativa prévia para a ausência do prefeito na audiência, o juiz rejeitou o pedido da defesa de desistência da ação e condenou Emanuel a pagar todas as custas processuais.

O magistrado ressaltou que a desistência não pode ser utilizada como manobra para evitar as sanções previstas para a desídia processual da parte autora.

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Além disso, o juiz considerou que não houve comprovação de que a ausência de Emanuel na audiência foi decorrente de força maior, e, por isso, condenou o prefeito a pagar as custas processuais do caso.

A decisão também impede que a ação seja reiterada sem o prévio pagamento das custas processuais.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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