Nacional
Nova gestão do FONAJUVE é eleita para o biênio 2026-2028
O Fórum Nacional de Gestores de Políticas Públicas de Juventude (FONAJUVE) inicia um novo ciclo institucional com a posse da gestão eleita para o biênio 2026–2027. A nova coordenação assume o compromisso de fortalecer a articulação entre União, estados e municípios, ampliando a capacidade de implementação de políticas públicas voltadas à juventude em todo o território nacional.
A eleição, realizada no âmbito das instâncias deliberativas do Fórum, reafirma o papel estratégico do FONAJUVE como espaço de diálogo federativo e construção coletiva de agendas voltadas à promoção dos direitos das juventudes brasileiras.
O Fórum Nacional de Gestores de Políticas Públicas de Juventude (FONAJUVE) inicia um novo ciclo com a eleição da chapa “Em unidade, pelas juventudes!”, que estará à frente da coordenação do Fórum no biênio 2026–2027.
A nova gestão assume com o compromisso de fortalecer a articulação federativa, ampliar a cooperação entre estados e municípios e impulsionar a consolidação das políticas públicas de juventude em todo o Brasil.
A composição eleita reflete a diversidade regional do país e reafirma o papel do FONAJUVE como espaço estratégico de diálogo, construção coletiva e fortalecimento institucional da agenda da juventude.
Composição da nova gestão
Presidência
Éverton Alves Calisto (PI)
É Coordenador Estadual da Juventude do Piauí e atual presidente do FONAJUV, com atuação voltada ao fortalecimento das políticas públicas de juventude. No estado, tem contribuído para a redução do número de jovens que não estudam nem trabalham, uma das maiores quedas do Nordeste. Entre 2023 e 2025, foram geradas mais de 48 mil oportunidades para jovens, com destaque para o Programa Oportunidade Jovem, que já beneficiou mais de 20 mil pessoas. Na qualificação, já foram ofertados mais de 259 cursos, com cerca de 3.400 jovens inseridos, especialmente nas áreas de tecnologia e mídias digitais. Também tem atuado na estruturação da política estadual, com a construção do Plano Estadual da Juventude e fortalecimento do SINAJUVE e retomou o fórum de gestores municipais. Além disso, está em implantação o Centro Estadual da Juventude, com investimento superior a R$4 milhões.
Vice-Presidência
Anne Livianne Santos Santiago (SE)
É Superintendente de Juventude do estado de Sergipe, atuando na ampliação e interiorização das políticas públicas para a juventude. No estado, destacam-se ações como o Juventude 360º, a criação do Comitê Intersetorial de Juventude, o fortalecimento dos Laboratórios Coliga,a implantação das CAJUVs e a elaboração do Plano Estadual de Juventude. Seu foco é garantir mais oportunidades, promover a integração de políticas e fortalecer o protagonismo juvenil em todo o território sergipano.
Coordenações Regionais
Nordeste
Breno Henrique Lima Araújo (MA)
É Secretário de Estado da Juventude do Maranhão, licenciado do cargo de vereador de Bela Vista do Maranhão, onde exerceu três vezes a presidência da Câmara Municipal. Construiu sua atuação com forte presença no interior, baseada no diálogo com a população e no compromisso com pautas sociais. À frente da Secretaria há cerca de quatro meses, conduz uma gestão dinâmica e voltada à ampliação do acesso a políticas públicas. Tem fortalecido programas como Cartão Transporte Universitário (CTU), Juventude Prevenida, Arte de Rua e JUVS Conecta. Também atua na expansão dos Centros de Referência da Juventude no estado. Sua gestão prioriza a interiorização das ações, a escuta ativa e a promoção de oportunidades para a juventude maranhense.
Norte
João Vitor Brasil Carvalho (TO)
João Vitor Brasil é gestor público e atual Diretor de Juventude da Secretaria de Estado dos Esportes e Juventude do Governo do Tocantins, com atuação destacada na formulação, articulação e implementação de políticas públicas voltadas à juventude, tem liderado iniciativas estratégicas voltadas ao fortalecimento da institucionalidade das políticas de juventude no estado. Sua trajetória é marcada pelo diálogo permanente com conselhos, organizações da sociedade civil e redes juvenis, promovendo o protagonismo juvenil, a participação social e a ampliação de oportunidades para jovens. Destaca-se pela condução de processos estruturantes, como a reativação e reestruturação do Conselho Estadual de Juventude do Tocantins, a criação do Comitê Intersetorial da Política Pública de Juventude e a instituição do Fórum Estadual de Gestores Municipais de Juventude, consolidando mecanismos de governança, participação social e articulação territorial das políticas públicas de juventude no estado.
Centro-Oeste
Jessé Fragoso da Cruz (MS)
É Subsecretário de Políticas Públicas para Juventude de Mato Grosso do Sul, professor, educador social e especialista em Educação Integral. À frente do Programa Juventude Plena – Cidadania em Ação, coordena iniciativas estruturantes voltadas à participação social, qualificação e desenvolvimento integral da juventude, com impacto em milhares de jovens em todo o estado. Com trajetória na educação e na atuação social, também é escritor, palestrante e idealizador de projetos voltados à transformação de jovens em contextos de vulnerabilidade, destacando-se pelo trabalho com propósito e formação cidadã.
Sudeste
Breendon Almeida Ferreira Costa (MG)
Diretor de Políticas Públicas para as Juventudes no Governo de Minas Gerais, pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDESE), com foco na estruturação, interiorização e fortalecimento das políticas de juventude no estado. Sua atuação prioriza a articulação entre Estado e municípios, promovendo governança, participação social e diálogo institucional. Destaca-se pela mobilização para criação e reativação dos Conselhos Municipais de Juventude (COMJUVE) e pelo fortalecimento da relação com gestores e entidades juvenis. Também lidera iniciativas como o Fórum Estadual de Gestores de Juventude e encontros de integração de lideranças. Atua na construção de redes, promovendo escuta ativa, formação e conexão entre poder público e sociedade civil. Sua agenda busca ampliar oportunidades, empregabilidade e protagonismo juvenil. Contribui para posicionar Minas Gerais como referência nacional em políticas públicas de juventude.
Sul
Anderson Pavin Neto (RS)
Anderson Pavin Neto é Diretor de Políticas para Juventude da SEDES/RS, ex-presidente do Conjuve e advogado com especialização em gestão de programas sociais. No RS coordena ações voltadas à inclusão, proteção social e promoção de direitos de jovens em vulnerabilidade. Entre os programas, destacam-se os CRJs, com foco no desenvolvimento integral e atendimento a mais de 12 mil jovens. O Universitário do Amanhã amplia o acesso ao ensino superior com curso preparatório gratuito para o ENEM. Já o Partiu Futuro promove inclusão produtiva, com formação e inserção de jovens no mercado por meio da aprendizagem.
A nova gestão destaca como prioridades:
-
o fortalecimento do pacto federativo na agenda de juventude;
-
a ampliação da cooperação entre gestores estaduais e municipais;
-
o incentivo à institucionalização de políticas de juventude nos territórios;
-
a articulação com organismos nacionais e internacionais para troca de experiências e boas práticas;
-
o apoio à participação social e ao protagonismo juvenil na formulação de políticas públicas.
Além disso, o biênio 2026–2027 será marcado pela intensificação de agendas estratégicas, como a promoção da inclusão produtiva, o enfrentamento das desigualdades sociais que afetam a juventude e a consolidação de espaços participativos.
A nova coordenação também pretende fortalecer o diálogo com instâncias como conselhos de juventude, movimentos sociais e organizações da sociedade civil, reconhecendo a importância da construção coletiva para o avanço de políticas públicas mais efetivas e inclusivas.
O FONAJUVE segue, assim, reafirmando seu papel como instância fundamental de articulação entre gestores públicos, contribuindo para o desenvolvimento de políticas estruturantes que garantam direitos, oportunidades e melhores condições de vida para as juventudes brasileiras.
Fonte: Secretaria-Geral
Nacional
Silveira destaca papel da governança e reforça segurança energética em reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, cumpriu uma extensa agenda na cidade do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (8/4). Após participar do Painel sobre Óleo e Gás do Latam Energy, ele foi direto para a sede do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), onde presidiu a 317ª reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). Na ocasião, Silveira destacou o papel fundamental da governança do setor elétrico no acompanhamento das condições de suprimento de energia elétrica no país e a adoção de ações voltadas para a garantia do atendimento, a otimização da operação e a modicidade tarifária.
“O trabalho coordenado entre governo, órgãos técnicos e setor produtivo tem assegurado energia ao país com responsabilidade, previsibilidade e o menor impacto possível para a população. Seguiremos monitorando continuamente o sistema e fortalecendo essa integração que sustenta a confiabilidade do nosso setor elétrico e garante que o Brasil continue avançando com segurança, eficiência e foco no interesse da sociedade”, afirmou o ministro.
Como resultado desse esforço conjunto, o país apresenta um cenário sólido de segurança eletroenergética. Esse fortalecimento foi consolidado com a aprovação da Agenda Estratégica Eletroenergética 2026, em fevereiro, que reúne e organiza as principais ações preventivas de caráter interinstitucional voltadas à garantia do suprimento de energia ao longo do ano.
Durante a reunião, o Comitê destacou a expressiva recuperação dos níveis de armazenamento do Sistema Interligado Nacional (SIN) ao longo de fevereiro e março, que já atingem 70%. De acordo com o ONS, esse resultado foi influenciado pela atuação de um episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) no início do mês de março. A formação abrangeu as regiões Sudeste, Nordeste e parte do Norte, além da passagem de frentes frias pelo litoral do Sudeste, o que favoreceu volumes de precipitação acima da média nas bacias dos rios Tietê, São Francisco e Madeira. Estima-se a manutenção do quadro hidrológico mais favorável entre abril e maio, com exceção da região Sul.
No atendimento de potência, especialmente em cenários de maior demanda e condições climáticas adversas, permanece a previsão de uso complementar de usinas termelétricas, em conjunto com a operação otimizada das hidrelétricas do rio São Francisco e a utilização estratégica do reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Em cumprimento à deliberação da 316ª reunião do CMSE e buscando reduzir a geração hidráulica na região Sul, foram realizados despachos termelétricos por garantia de suprimento energético (GE), que somaram 53 MWmed no subsistema Sul e 64 MWmed no subsistema Sudeste/Centro-Oeste ao longo de março. A medida também incluiu a elevação do limite de intercâmbio para o Sul e a importação de energia sem substituição, no montante de 89 MWmed, durante sete dias.
Em relação aos possíveis impactos do conflito no Oriente Médio sobre a cadeia global de suprimento de combustíveis, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) destacou a necessidade de acompanhamento mais próximo por parte dos membros do CMSE, no âmbito de suas competências, quanto à disponibilidade de insumos para as usinas termelétricas do SIN.
O ministro Alexandre Silveira destacou que a atuação integrada e comprometida das instituições do setor é essencial para garantir o suprimento no país. “A segurança energética do Brasil exige instituições fortes, atuantes e plenamente comprometidas com suas responsabilidades. As agências reguladoras foram concebidas com papel central na garantia do suprimento e na implementação de políticas públicas estratégicas, e por isso sua presença ativa e integrada nas instâncias de decisão é indispensável”, afirmou.
Tendo em vista os potenciais impactos do conflito militar no Oriente Médio sobre a cadeia mundial de suprimento de combustíveis, o CMSE recomendou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e as demais instituições, dentro de suas competências, acompanhem a disponibilidade de combustível para as usinas termelétricas do SIN.
Informações Técnicas:
Condições Hidrometeorológicas: em março, a precipitação foi superior à média mensal nas bacias dos rios Tietê, São Francisco e Madeira, enquanto nas demais bacias hidrográficas de interesse do SIN predominou totais inferiores à média, com destaque para as bacias da região Sul.
Em relação à Energia Natural Afluente (ENA), ainda durante março, foram observados valores abaixo da média histórica para os subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Norte, sendo 90%, 45% e 97% da Média de Longo Termo (MLT), respectivamente. Para a região Nordeste observou-se 105% da MLT. Em termos de SIN foi verificada ENA de 90% da MLT.
Com relação à previsão meteorológica, o tema foi apresentado na reunião pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), a convite do CMSE. Os destaques da previsão indicam, para o horizonte de duas semanas, chuva acima da média nas bacias do São Francisco e do Tocantins. Para a segunda quinzena do horizonte de previsão, que coincide com o final de abril e início de maio, há elevada incerteza em função de divergências entre previsões de diferentes centros internacionais (europeu versus americano). De toda forma, considerando o histórico, nessa segunda quinzena costuma chover pouco nas bacias do Paraná, Tocantins e São Francisco. As chuvas seguirão abaixo da média nas bacias da região Sul em todo o período.
Energia Armazenada: ao final de março, foram verificados armazenamentos equivalentes de 65%, 32%, 90% e 44% nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte, respectivamente. No SIN, o armazenamento foi de aproximadamente 69%.
Previsão Hidroenergética para Abril/2026:
|
Subsistema |
ENA (% MLT) |
ENA (% MLT) |
EARmáx (%) |
EARmáx (%) Cenário Inferior |
|
Sudeste/Centro-Oeste |
75% |
70% |
66,0% |
65,0% |
|
Sul |
75% |
22% |
32,6% |
22,4% |
|
Nordeste |
67% |
60% |
92,3% |
90,5% |
|
Norte |
91% |
78% |
97,0% |
97,6% |
|
SIN (total) |
79% |
68% (3º menor em 96 anos) |
70,0% |
68,3% |
Expansão da Geração e Transmissão: A expansão verificada em março de 2026 foi de 1.140 MW de capacidade instalada de geração centralizada de energia elétrica, 374 km de linhas de transmissão e 1.491 MVA de capacidade de transformação. Foi destacada a entrada em operação de 350 MW das UFVs Barro Alto I a VII (GO), de 200 MW das UFVs Arapuá 1 a 4 (CE), de 200 MW das UFVs Fótons de Santa Larissa 1 a 4 (BA), de 123 MW das UFVs Sol do Agreste I a VI (PE), e de 12,6 MW da UTE CEPA (PA – SISOL). Para a transmissão, destaca-se a entrada em operação comercial da linha de transmissão LT 525 kV Areia / Joinville Sul C-1 PR/SC, com 292 km.
Comercialização: No âmbito do monitoramento da comercialização, a Câmara de Comercialização de Energia (CCEE) apresentou os resultados da liquidação financeira do Mercado de Curto Prazo (MCP), referente à contabilização de fevereiro de 2026. O montante totalizou R$ 4,85 bilhões, dos quais R$ 4,49 bilhões (92,76%) foram liquidados, com R$ 609,12 milhões (13,55% do liquidado) creditados à Conta de Energia de Reserva – CONER, enquanto R$ 351,08 milhões (7,24%) permaneceram inadimplidos.
Exportação: Considerando os meses de fevereiro a março de 2026, não houve exportação de energia proveniente de usinas hidrelétricas. Quanto à exportação termelétrica, em fevereiro de 2026 registraram-se 171 MWmédios (115 GWh), destinados integralmente à Argentina. Em março de 2026, o montante foi de 12 MWmédios (9 GWh), igualmente direcionados àquele país.
COP15: Com atuação do Núcleo de Segurança das Infraestruturas Críticas (SIC), sob coordenação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), foram realizadas ações preventivas com concessionários do setor elétrico que atuam em Campo Grande/MS, local onde ocorreu a 15ª Conferência da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), de 23 a 29 de março, de modo que fossem mapeadas as infraestruturas críticas e tomadas providências necessárias para manter a segurança e a confiabilidade do suprimento eletroenergético durante o evento. Houve monitoramento especial do ONS e não foram registradas ocorrências nessa área.
Desativação de Usinas Termelétricas: Continuando com as ações relativas ao processo de desativação das usinas termelétricas sob responsabilidade da distribuidora de Roraima, autorizado pelo CMSE em 14 de janeiro de 2026, foram concluídos e aprovados os testes de autorrestabelecimento no sistema elétrico de Roraima, possibilitando, assim, o início do uso do estoque de combustível da UTE Monte Cristo I (83 MW), com previsão de conclusão em abril de 2026, para sua posterior desativação.
O CMSE, na sua competência legal, continuará monitorando, de forma permanente, as condições de abastecimento e o atendimento ao mercado de energia elétrica do País, adotando as medidas para a garantia do suprimento de energia elétrica. As definições finais sobre a reunião do CMSE desta quarta-feira (08/04) serão consolidadas em ata devidamente aprovada por todos os participantes e divulgada conforme o regimento.
*Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico
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