POLITICA

Jayme Campos anuncia 100 milhões em emendas e cobra liberacao de 1 bi do FEX

Primeiro Ano de Mandato

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EMENDAS ATENDERÃO 80 CIDADES COM RECURSOS PARA SAÚDE, TRANSPORTE ESCOLAR, EQUIPAMENTOS AGRÍCOLAS E PAVIMENTAÇÃO DE RUAS E AVENIDAS. A BR-174 ENTRE JURUENA E CASTANHEIRA TAMBÉM FOI CONTEMPLADA E A MT 325 DE ALTA FLORESTA A PISTA DO CABEÇA

O senador Jayme Campos (DEM/MT) voltou a cobrar o compromisso assumido pelo Governo Federal do presidente Jair Bolsonaro no que tange a Lei Kandir e o Fundo de Exportações – FEX que promove o ressarcimento das perdas de Estados e Municípios decorrentes da não cobrança de ICMS dos produtos primários e semielaborados destinados a exportação.
Somente de 2018 e 2019 Mato Grosso e seus 141 municípios perderam mais de R$ 1bilhão em receita que foi prevista no orçamento e acabou não acontecendo por falha do governo federal.
Ele, no entanto, reconheceu que outros compromissos assumidos pelo ministro da Fazenda, Paulo Guedes foram cumpridos, que foi o empenho de R$ 100 milhões em emendas parlamentares de sua autoria e que atenderão a 80 municípios com recursos para saúde, pavimentação asfáltica, ônibus escolares e equipamentos agrícolas para agricultura familiar.
Neste valor empenhado estão previstas obras de pavimentação asfáltica da BR-174, mais conhecida como Rodovia Manaus-Boa Vista que tem mais de 3 mil quilômetros e sai de Mato Grosso, passa por Rondônia, Amazonas, Roraima até o vizinho a Venezuela. A emenda do senador Jayme Campos é para um trecho que 100 quilômetros entre Juruena e Castanheira, uma das regiões que mais tem se destacado no crescimento econômico do agronegócio.
A outra rodovia é a MT-325 que liga o município de Alta Floresta a Pista do Cabeça com 80 quilômetros de distância e que também tem se destacado como uma região de crescimento acelerado e de muita produção de alimentos e criação de animais. Mato Grosso tem hoje mais de 50 milhões de cabeças de bovino, suínos, ovinos e caprinos.
“Não dá para se falar em compensação, até porque emenda parlamentar é um instrumento importante para que possamos assegurar investimentos públicos federais de acordo com a realidade de cada região ou cidade, mas depois de um intenso trabalho conseguimos não apenas apresentar como empenhar estes valores e agora vamos cobrar que ele seja liberado o mais rápido possível, diante do não repasse dos recursos do FEX – Fundo de Exportações referentes a Lei Kandir”, disse o senador Jayme Campos.
Ele lembrou do compromisso assumido pelo ministro da Fazenda, Paulo Guedes em repassar os recursos do FEX referentes a 2018 que não foram cumpridos pelo governo passado e deste ano de 2019. “Se formos contabilizar, estamos falando em mais de R$ 1 bilhão que pertencem a Mato Grosso e aos seus 141 municípios, recursos que seriam essenciais para se cumprir uma série de demandas nas cidades.
Jayme Campos sinalizou que deve retomar as discussões no Congresso Nacional que transformam recursos como da Lei Kandir e do FEX em impositivas, ou seja, de cumprimento obrigatório para o Governo Federal.
“Sabemos que existe muitas propostas no Congresso Nacional, seja na Câmara dos Deputados ou no Senado Federal que asseguram recursos extras para Estados e Municípios, por isso, defendo o Pacto Federativo como uma definição clara do que é a parte que cada um tem no volume total da arrecadação de impostos que hoje fica em 63% para o Governo Federal, 22% para os Estados e 15% para os municípios, sendo que os problemas estão nas cidades”, disse Jayme Campos sinalizando que este ano de 2019, o Governo Federal vai arrecadar mais de R$ 2,6 trilhões em impostos, taxas e contribuições.
Jayme Campos disse que socializou o repasse de emendas para mais da metade dos municípios de Mato Grosso, em número de 80 das 141 cidades, lembrando que as outras 61 cidades também serão contempladas com recursos via convênios ou novas emendas a serem apresentadas no decorrer de 2020.
“Optei por emendas em áreas essenciais e de custo alto para as administrações municipais, como no caso das obras de pavimentação de ruas e avenidas, que são importantes para valorizarem os imóveis, as cidades; as que asseguram o transporte escolar para alunos da rede pública e que na maioria das vezes transporte alunos também do Estado; equipamentos agrícolas para a agricultura familiar potencializando a produção de alimentos e barateando o custo de vista das pessoas e também para a área de saúde aonde das demandas são enormes”, disse Jayme Campos lembrando que as emendas para Educação e Saúde são impositivas, ou seja, obrigatórias de serem executadas neste próximo ano de 2020.

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Infraestrutura

Marcelo de Oliveira é nomeado para presidir conselho da Nova Rota do Oeste e acumula função na Infraestrutura de MT

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JB News

por Nayara Cristina

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, Marcelo de Oliveira, foi nomeado pelo governador Otaviano Pivetta  ( Republicanos), para assumir a presidência do Conselho Administrativo e Fiscal da Nova Rota do Oeste, concessionária responsável pela BR-163 no estado.

A decisão, formalizada nesta quinta-feira (16), insere o nome do secretário em uma das estruturas mais estratégicas da logística estadual, ao mesmo tempo em que mantém sob sua responsabilidade o comando da Sinfra, consolidando o acúmulo de funções em áreas consideradas centrais para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso.

A escolha ocorre em meio a uma série de mudanças promovidas por Pivetta desde o dia 1º de abril, quando assumiu o governo do Estado e iniciou um processo de recomposição administrativa diante da saída de titulares que deixaram seus cargos para disputar as eleições de 2026. Nesse intervalo, o governador redesenhou parte do primeiro escalão e avançou sobre cargos estratégicos com nomeações que atingem diretamente o núcleo político e técnico da gestão.

Na área da saúde, o médico Juliano Melo foi escolhido para comandar a Secretaria de Estado de Saúde (SES), enquanto a Secretaria de Fazenda (Sefaz) passou a ser conduzida por Fábio Pimenta, em substituição ao comando anterior. No centro político do governo, a Casa Civil voltou a ser ocupada por Mauro Carvalho, nome de confiança do grupo e peça-chave na articulação institucional. Paralelamente, o governo também promoveu mudanças na estrutura da Casa Militar, com reorganização interna e substituições em cargos de direção ligados à segurança do Executivo estadual.

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Fora do eixo direto das secretarias, Pivetta também avançou na reorganização da representação institucional do Estado em nível federal, com a definição de um novo comando para o escritório de Mato Grosso em Brasília, função entregue a um ex-prefeito com trânsito político para reforçar a interlocução junto ao Congresso Nacional e aos ministérios.

É nesse ambiente de reconfiguração que se insere a nomeação de Marcelo de Oliveira para a presidência do conselho da Nova Rota do Oeste. Ao justificar a escolha, o governador destacou a confiança no histórico do secretário e o papel estratégico da concessão rodoviária. “É a maior concessão de Mato Grosso e precisa de um nome à altura. O secretário Marcelo já mostrou, nesses sete anos e três meses de governo, que tem a nossa confiança e a confiança de todo o povo mato-grossense, principalmente pelos resultados entregues na infraestrutura de todo Estado”, afirmou.

Marcelo já integrava o conselho da concessionária e agora assume a presidência no lugar de Cidinho Santos, passando a atuar diretamente nas decisões administrativas e fiscais da empresa responsável por uma das principais rotas de escoamento da produção agrícola do país. Desde 2023, o Governo de Mato Grosso e a Nova Rota do Oeste já entregaram 230 quilômetros de duplicação da BR-163, considerada eixo fundamental para a logística estadual.

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Com mais de 35 anos de atuação no serviço público, Marcelo de Oliveira e Silva é arquiteto e acumula passagens relevantes pela administração pública, tendo sido secretário de Obras de Cuiabá por cinco vezes, além de ter presidido e atuado como interventor na Sanecap e exercido a função de secretário adjunto de Infraestrutura da Secopa. Sua nomeação reforça a estratégia do governo de manter sob condução direta nomes de confiança em áreas estruturantes, em um momento de reorganização política e administrativa do Estado.

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