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Governador Mauro Mendes rebate ex-secretário de Flavia Moretti,  e diz que não possui “gerência ou hierarquia” sobre a PF

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Por Nayara Cristina

 

O governador Mauro Mendes, negou o seu envolvimento ou influencia sobre as investigações da Polícia Federal (PF), que culminou com a operação dos agentes da PF nesta sexta-feira em Cuiabá e Várzea Grande. Que culminou com a prisão do então secretário de Assistência Social da prefeita Flávia Moretti, Gustavo Henrique Duarte.

O ex-secretário foi preso por desacato aos agentes que foram sua residência dar cumprimento as ordens de busca e apreensão, requeridas pelo Núcleo Regional Eleitoral das Garantias, do Tribunal Regional Eleitoral de MT.

Após chegar na sede da PF, Duarte destacou que estava sofrendo perseguição por parte do governador Mauro Mendes. Para ele “Não é normal fazer um vídeo rotineiro e em seguida receber a vida da PF em casa”. Referindo-se a divulgação de um vídeo contra Mauro nas eleições de 2022. No vídeo, o então Bispo questionava a ida do governador a um resort de luxo no Manso utilizando uma aeronave do estado.

Segundo Mauro Mendes, a operação realizada pela PF, foi por determinação da Justiça Federal, “Órgãos que o governador possui gerência ou hierarquia”. Destacou a nota.

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Além dele, o militar reformado, Adavilso Azevedo da Costa, também foram alvos na operação que apura a disseminação de notícias falsas, nas eleições de 2022, praticadas contra Mauro Mendes.

Somente o ex-secretário Gustavo foi preso por conta da sua conduta contra os agentes da PF. Ele foi levado a prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal por desacato.

A PF não divulgou quais eram as atribuições dos envolvidos no esquema de Fake News. Durante a operação os policias apreenderam os aparelhos telefônicos dos envolvidos.

As ordens para as buscas foram requeridas pelo Núcleo Regional Eleitoral das garantias, anexo ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso.

Segundo as informações, os envolvidos disseminaram notícias falsas e caluniosas contra o governador durante a campanha eleitoral.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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