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Max Russi representa Legislativo e assegura foco na ampliação de comércio internacional

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O parlamentar participou da agenda de compromissos institucionais do governador Mauro Mendes e comitiva no país vizinho. Presidente do Parlamento crê na potencialização turística e econômica, a partir da ampliação das relações entre governos.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), acredita que uma relação mais próxima, entre o Governo do Estado e a Bolívia, possa potencializar o desenvolvimento turístico e econômico de Mato Grosso. Russi participou da agenda de compromissos institucionais do governador Mauro Mendes no país vizinho, no último fim de semana. Ele associou a participação do Parlamento no estreitamento das relações internacionais e assegurou foco do Legislativo na ampliação do comércio entre os países. “Contem com a Assembleia Legislativa para que a gente possa estreitar e fortalecer esse relacionamento”, complementou.

Na sexta-feira (17), a comitiva deu início ao cronograma de atividades em Santa Cruz de La Sierra, onde se reuniu com o governador do Departamento Luiz Fernando Camacho. Em solenidade, foi assinado um memorando, que vai possibilitar possíveis parcerias entre ambos os governos. Ainda durante a manhã, o deputado Max Russi acompanhou o governador em homenagem recebida do Honorável Acadêmico da Udabel – Universidade de Aquino.

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No início da tarde, o grupo se reuniu com o prefeito Jhonny Fernandez Saucedo, para a assinatura de um Protocolo de Intenções, focado na atuação em áreas de saúde, segurança, educação, cultura, desenvolvimento humano e econômico.

Outro compromisso foi o encontro como o gerente da Amaszonas by Nella, Geraldo Velasquez. A pauta, com o representante da companhia aérea foi a tratativa para o voo Cuiabá – Santa Cruz, já que a Nella é uma start-up brasileira, de baixo custo. Durante a noite, o deputado Max Russi também prestigiou, junto ao governador Mauro Mendes e autoridades, a 45ª Feira Internacional de Santa Cruz de La Sierra (Expocruz).

“Tivemos atividades e encontros importantes durante todo o dia e a oportunidade de reafirmar o compromisso do nosso Estado no fortalecimento do desenvolvimento. Acredito que esse trabalho, em conjunto com o governo boliviano, possa render bons frutos comerciais, tanto para quem vende, como também para o consumidor”, avaliou.

O fornecimento de Gás tem sido a principal pauta entre Brasil e Bolívia. Em 2019 o deputado Max Russi, na época primeiro –secretário da Assembleia Legislativa, participou, em Santa Cruz de La Sierra, da assinatura do contrato para o restabelecimento do fornecimento do gás boliviano. Ainda no primeiro semestre deste ano, o governador Mauro Mendes assinou um novo documento, para a assegurar o abastecimento às empresas do Distrito Industrial de Cuiabá.

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De chefe da Abin a foragido internacional: quem é Alexandre Ramagem, aliado de Bolsonaro preso pelo ICE nos Estados Unidos

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Da redação

O ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi preso nesta segunda-feira (13) por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE), após meses foragido da Justiça brasileira. A informação foi confirmada pela Polícia Federal e pelo sistema do Departamento de Segurança Interna dos EUA, que registrou Ramagem como “sob custódia”. 

Delegado de carreira da Polícia Federal, Ramagem ganhou projeção nacional ao integrar a equipe de segurança do então presidente Jair Bolsonaro durante a campanha de 2018. A proximidade com Bolsonaro o levou ao comando da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), cargo que ocupou entre 2019 e 2022. Durante sua gestão, tornou-se um dos nomes centrais do núcleo de confiança do governo federal. 

Em 2022, foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. No entanto, sua trajetória política passou a ser marcada por investigações relacionadas ao uso da estrutura de inteligência do Estado. A Polícia Federal apontou que Ramagem teria participado da chamada “Abin paralela”, esquema investigado por suposto monitoramento ilegal de autoridades, jornalistas e adversários políticos. 

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Em setembro de 2025, Ramagem foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos, um mês e 15 dias de prisão por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado e à organização criminosa armada. A decisão também resultou na perda do mandato parlamentar e do cargo de delegado federal. 

Após a condenação, ele deixou o Brasil de forma clandestina e passou a viver nos Estados Unidos. O governo brasileiro formalizou pedido de extradição no fim de 2025. Desde então, Ramagem era considerado foragido da Justiça. 

A prisão ocorreu nos Estados Unidos, onde Ramagem estava em situação migratória irregular, segundo informações preliminares. Até o momento, as autoridades norte-americanas não divulgaram imagens oficiais da prisão nem detalhes sobre eventual audiência de extradição. 

A detenção de Ramagem representa um novo desdobramento internacional do processo que apura a tentativa de ruptura institucional no Brasil após as eleições de 2022. A expectativa agora é sobre os próximos passos da cooperação entre autoridades brasileiras e norte-americanas para definir se o ex-parlamentar será deportado ou extraditado para cumprir a pena no país. 

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