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Ex-secretário estadual de saúde, Gilberto Figueiredo fala sobre cirurgias eletivas em programa no Youtube

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Segundo episódio do “Papo Reto com Gilberto” recebeu profissionais da área de saúde do Estado para abordar o tema

 

O ex-secretário estadual de saúde e pré-candidato a deputado estadual pelo União Brasil, Gilberto Figueiredo, no segundo episódio do seu programa “Papo Reto com Gilberto”, transmitido através de seu canal no YouTube, debateu sobre “Cirurgias Eletivas” em Mato Grosso, junto com outros profissionais de saúde do Estado.

O objetivo é promover a discussão sobre assuntos relacionados às pautas defendidas por Gilberto, tais como na área de saúde, educação profissionalizante, dentre outras. Junto ao ex-secretário, participaram da conversa a secretária adjunta de gestão hospitalar da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), Caroline Dobes, a secretária adjunta de regulação da SES-MT, Fabiana Bardi e o médico cirurgião oncológico, Eduardo Garcia.

“Esse é um tema que deve ser falado com muita ênfase. O Papo Reto aborda assuntos importantes que precisam ser debatidos sempre – de forma técnica e com profissionais habilitados, que conhecem e são capazes de informar a sociedade. As oportunidades para acabar com o sofrimento da população que aguardavam os procedimentos cirúrgicos chegou. Daí a necessidade de falar sobre esse assunto”, explica Gilberto.

“A saúde nunca foi tratada como prioridade, pois, se fosse, não teria iniciado a construção de um hospital que ficou parado por 34 anos, como é o caso do Hospital Central, ou comprado alguns hospitais para serem fechados depois. Junta-se a crise econômica do Governo que não conseguia honrar compromissos e isso foi corrigido com a entrada do Governador Mauro Mendes que organizou a parte financeira e priorizou investimentos na saúde. Hoje Mato Grosso é o Estado com maior percentual de investimento do Brasil nessa área e isso permite vislumbrar um futuro onde a saúde pública vai funcionar de forma linear”, afirma o ex-secretário.

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“O programa MT Mais Cirurgias retorna agora para suprir novamente esse vazio e reduzir a fila por procedimentos eletivos. Com um investimento de mais de R$ 100 milhões e com a parceria dos 141 municípios do Estado”, completa.

Segundo dados do Estado, 42 municípios de Mato Grosso participam do MT Mais Cirurgias. E do montante de R$ 105 milhões previstos para serem investidos, R$ 17 milhões já foram antecipados aos municípios.
“São muitos pontos que fazem essas cirurgias no Estado, enquanto secretário levei ao Governo a proposta para acelerar isso, porque a capacidade só dos hospitais públicos não seria capaz de atender toda a demanda. Então alguns procedimentos o paciente poderia ir na rede privada com o recurso repassado ao município para acelerar até conseguirmos atender tudo através dos nossos hospitais”, ressalta Figueiredo.

“Mato Grosso é o único estado brasileiro a construir seis grandes Hospitais Regionais, isso vai preencher os vazios assistenciais da saúde pública, pois estão sendo construídos em locais estratégicos, evitando que o paciente se desloque a grandes distâncias para ser atendido. Com a construção desses hospitais, o Estado estará apto para oferecer uma saúde de qualidade para todos”, finaliza.

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Gilberto ainda salienta a importância do programa – “que deu celeridade e praticidade aos pacientes que aguardavam procedimentos junto ao Sistema Único de Saúde (SUS)”.

“Temos a participação de todos os secretários, dos prefeitos, foi um programa de sucesso que ainda tem recurso disponível para serem investidos. Tem municípios que não tem mais filas de cirurgias, então foi um grande avanço. O processo ficou mais dinâmico através do programa. A SES tem hoje oito hospitais sobre a sua gestão. E a gente realizou desde o início do MT Mais, mais de 6,8 mil cirurgias. É um volume expressivo diante da necessidade que havia sido mapeada dentro do sistema de regulação do Estado antes do lançamento do programa”, afirma.

Confira:

Papo Reto com Gilberto –

Cirurgias Eletivas https://www.youtube.com/watch?v=q_UE42EREgs

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Saúde

Ministério da Saúde amplia acesso ao tratamento oncológico de crianças e adolescentes com novo acelerador linear no Hospital do GRAAC, em São Paulo

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou nesta quinta-feira (16) o Hospital do GRAACC, em São Paulo, onde um novo acelerador linear foi instalado para ampliar o tratamento oncológico de crianças e adolescentes. Com o equipamento de alta tecnologia, a oferta de radioterapia será ampliada em 600 atendimentos. O investimento do Ministério da Saúde foi superior a R$ 8 milhões, por meio do programa Agora Tem Especialistas. Na capital paulista, Padilha também habilitou o hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) como Centro de Atendimento de Urgência para pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), que passará a contar com maior repasse anual de recursos federais.

O novo centro de radioterapia já está em funcionamento e permite tratar mais pacientes em menos sessões, com maior precisão e menor incidência de efeitos colaterais. A instalação contribui para reduzir o tempo de espera e evitar deslocamentos para outras cidades, permitindo que crianças e adolescentes com câncer iniciem o tratamento mais perto de casa, com o suporte da família. Isso impacta diretamente a qualidade de vida e as chances de sucesso do tratamento oncológico.

“Essa tecnologia de ponta faz parte da maior expansão de centros de radioterapia do país. Neste ano, vamos alcançar, pela primeira vez, pelo menos um centro de radioterapia em cada estado do Brasil. Em São Paulo, são mais de 20 novos equipamentos ultramodernos, que oferecem aos pacientes do SUS o que há de melhor no tratamento”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha

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O novo acelerador linear integra um pacote de entregas do programa Agora Tem Especialistas, estratégia do Governo do Brasil voltada à redução do tempo de espera por consultas, exames e cirurgias, além da ampliação da oferta de atendimento especializado próximo à população. Em todo o país, já são 155 aparelhos viabilizados, com potencial para realizar cerca de 93 mil atendimentos por ano. A expansão da rede de radioterapia contribui para agilizar o início do tratamento e reduzir a necessidade de deslocamento dos pacientes.

Centro de Atendimento para AVC

Padilha também esteve no Hospital São Paulo, da Universidade Federal de SP (Unifesp), para habilitar a unidade como Centro de Atendimento de Urgência tipo III para pacientes com AVC. Referência no atendimento a doenças cerebrovasculares, o HSP passa a contar com 10 leitos específicos para AVC e receberá custeio anual federal de R$ 1,1 milhão. A estrutura do hospital inclui ambulatório especializado, suporte diagnóstico com Doppler transcraniano e atuação integrada com as demais unidades do hospital, assegurando cuidado completo aos pacientes de cardiologia, além de integrar a rede referenciada do SUS, que garante socorro rápido a quem precisa.

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“Aqui, estamos diante de um serviço público de excelência. Vamos salvar muitas vidas aqui e formar profissionais que vão atuar não só neste hospital, mas em todo o Brasil. Temos residentes da área médica e multiprofissional que integram o corpo clínico de uma unidade em expansão e que sairão daqui para atender a população em diferentes regiões, levando a experiência adquirida”, afirmou o ministro da Saúde. 

Foto: João Risi/MS
Foto: João Risi/MS

Essa habilitação representa mais agilidade no atendimento e amplia as chances de recuperação de pessoas que sofrem um AVC. A medida fortalece a rede de atenção na cardiologia, área prioritária do programa Agora Tem Especialistas. A iniciativa permite que o paciente tenha acesso mais rápido ao diagnóstico e ao tratamento adequado. No caso do AVC, esse tempo é decisivo: quanto mais rápida a assistência, menores são as sequelas e maiores as chances de salvar vidas.

Durante agenda na Universidade Federal de São Paulo, Padilha anunciou ainda a construção do novo Hospital Universitário da Unifesp (HU-Unifesp). Com estrutura totalmente voltada para o atendimento ao SUS, 100% gratuito, a nova unidade será o hospital universitário mais moderno do país e beneficiará mais de três milhões de habitantes da Zona Sul da cidade de São Paulo.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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