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Em Roraima, Senajus apresenta Operação Acolhida para representantes da OIM

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Roraima, 30/01/2026 – A Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), recebeu representantes da Organização Internacional para as Migrações (OIM) em Roraima (RR) para apresentar o trabalho do Governo brasileiro na Operação Acolhida — uma ação humanitária voltada à recepção, proteção e integração de migrantes e refugiados na fronteira com a Venezuela. O encontro ocorreu no período de 27 a 29 deste mês, em conjunto com outros Ministérios.

Pela Senajus, participaram o diretor do Departamento de Migrações (Demig), Victor Semple; o assessor do Demig, Márcio Cândido; e o gerente de Projetos, João Alberto. Pela OIM, estiveram presentes o chefe de gabinete em Genebra, Mohammed Abdiker; a diretora regional para América Latina e Caribe, Maria Moita; e o chefe de Missão no País, Paolo Caputo.

A visita começou em Boa Vista (RR), com uma reunião na Base Ayrton Senna, conduzida pelo coordenador da Força-Tarefa Logística Humanitária, general de divisão José Luís de Araújo Santos, com a participação de equipes do MJSP, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e da Secretaria de Trabalho e Bem-Estar Social de Roraima.

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Durante o encontro, foram apresentados o histórico, a estrutura e o funcionamento da Operação Acolhida, reconhecida como referência em coordenação interinstitucional e atendimento humanitário centrado na dignidade e no acesso a direitos.

De acordo com Victor Semple, a operação consolidou um padrão de política de migração e refúgio centrada nas pessoas, com coordenação de vários órgãos do Governo em prol do objetivo maior: a vocação do Brasil de acolher com dignidade, segurança e acesso a direitos, ressaltou.

Atendimento e documentação

A programação incluiu visita à Superintendência Regional da Polícia Federal em Roraima, onde foram discutidos os procedimentos realizados nos Postos de Recepção, Identificação e Triagem (PTRIG) da Operação Acolhida em Boa Vista e Pacaraima (RR).
No PTRIG de Boa Vista, os representantes da OIM acompanharam todo o fluxo de atendimento, desde a chegada do migrante até a identificação e emissão do protocolo pela Polícia Federal, com apoio de equipes do ACNUR e da própria OIM.

Também atuam no local equipes do MDS, da Receita Federal, do município de Boa Vista e de organismos internacionais, como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), além do suporte das Forças Armadas, garantindo atendimento integrado e acesso a serviços essenciais.

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Interiorização, capacitação e acolhimento

A comitiva conheceu o Centro de Coordenação e Interiorização (CCI) e o Centro de Capacitação e Educação (CCE) para Migrantes, espaços voltados à preparação e ao processo de interiorização, que articulam oportunidades com empresas e municípios parceiros para promover a integração socioeconômica dos migrantes.

O grupo visitou ainda os abrigos Rondon 1 e o abrigo indígena Tuaranoko, gerenciados pelo MDS, que oferecem apoio em abrigamento, alimentação e cuidados básicos de saúde.

A programação incluiu visita ao escritório da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) em Roraima e reunião com o superintendente regional da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Marcelo Aguiar da Silva, para tratar de aspectos migratórios relacionados a Bonfim, município na fronteira com a Guiana.

Na sequência, representantes do MJSP participaram de encontro com equipes do MDHC no Credic, com foco no enfrentamento ao tráfico de pessoas.

Atuação na fronteira em Pacaraima

Para encerrar a programação, a comitiva visitou as instalações da Operação Acolhida em Pacaraima (RR), município fronteiriço com a Venezuela, acompanhando a chegada e o atendimento a migrantes, incluindo procedimentos de orientação, identificação e encaminhamento para integração no território brasileiro.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Com agenda institucional em SP e RJ, Ministério da Justiça e Segurança Pública reforça integração no combate às organizações criminosas

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São Paulo, 17/04/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, realizou, nesta quinta-feira, 16, agenda institucional em São Paulo com foco no fortalecimento do enfrentamento ao crime organizado. O trabalho se soma à visita ocorrida na semana passada ao Rio de Janeiro, em um movimento que integra a intensificação da presença do Ministério nos estados e reforça Rio de Janeiro e São Paulo como centros estratégicos da atuação federal.

Em São Paulo, o ministro Wellington César, acompanhado pelo secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, visitou a Superintendência da Polícia Federal e se reuniu com seus diretores para alinhar estratégias de enfrentamento às organizações criminosas que têm na capital paulista sua base de operações.

Na pauta: o fortalecimento das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), a qualificação das ações de inteligência e a ampliação da capacidade operacional com novos equipamentos.

Foto: Divulgação/MJSP
Foto: Divulgação/MJSP

O ministro destacou a importância da atuação conjunta: “O enfrentamento ao crime organizado não se faz de forma isolada. A integração com os estados é fundamental, é ela que nos permite agir com inteligência, velocidade e efetividade onde o crime está enraizado”.

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O secretário Chico Lucas reforçou o peso estratégico dos dois Estados: “São Paulo e Rio de Janeiro possuem uma centralidade muito grande no enfrentamento ao crime organizado. A presença do Ministério vai ser cada vez mais forte”.

Para enfrentar essa realidade, o Ministério da Justiça e Segurança Pública atua em três frentes: o fortalecimento das FICCOs, que integram Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e forças estaduais em operações coordenadas; o investimento em tecnologia e capacidade investigativa para desarticular lideranças e interromper fluxos financeiros ilícitos; e a ampliação da coordenação federativa com presença direta nos estados de maior incidência.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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