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Em reunião com ministra, governador destaca ações de MT contra incêndios no Pantanal

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O governador Mauro Mendes reforçou o trabalho do Governo do Estado nas ações de prevenção e combate aos incêndios na região do Pantanal mato-grossense durante o periodo de estiagem e demais épocas do ano.

Mauro se reuniu com a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, na tarde desta terça-feira (28.05), em Brasília (DF), junto com as equipes dos Bombeiros, Defesa Civil e das secretarias de Meio Ambiente de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Durante a reunião, o governador destacou as ações que deverão fortalecer os cuidados e prevenir incêndios na região.

“Nós firmamos uma cooperação entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, junto com o Governo Federal, que vai possibilitar uma busca mais ampla na interpretação da realidade do Pantanal para tratar isso da melhor forma, tendo em vista a relevância que o bioma representa para nós. Antecipamos os nossos esforços para minimizarmos o problema e, preventivamente, preservar suas características ambientais”, explicou.

No início do mês, o governador Mauro Mendes anunciou o envio de um Projeto de Lei Complementar para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) que visa endurecer as medidas contra quem cometer crimes ambientais em Mato Grosso e punir as ações que possam prejudicar as áreas de preservação.

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Mauro ainda relembrou o papel de todos diante da importância do Pantanal, que é um dos ecossistemas mais ricos e complexos do mundo.

“Cabe a nós compreendermos como podemos atuar de uma forma racional, inteligente e ambientalmente correta nesse bioma para ajudar a cuidar e preservar esse ecossistema”, pontuou.

Outra ação fomentada pelo Governo de Mato Grosso é a atuação do Comitê Estadual de Gestão do Fogo, por meio do planejamento para combate aos incêndios florestais, que, através da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), logo no começo do ano dá início aos trabalhos de prevenção e combate efetivo aos incêndios na região.

A ministra Marina Silva alertou sobre os fatores de risco para a região, como as mudanças climáticas e a interferência de causas naturais no Pantanal.

“A região é conhecida pelos longos períodos de estiagem e concomitante dos grandes incêndios, e este ano nós temos o cruzamento de vários fatores, que apontam uma grande influência de fenômenos climáticos como o La Niña no ecossistema do Pantanal. Nós devemos atuar para que essas ações do Governo Federal junto aos governadores sejam transformadas em um grande pacto político de proteção nesse período crítico que se avizinha”, declarou.

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A ministra finalizou sua fala viabilizando apoio e suporte ao Governo do Estado nas ações efetivas contra incêndios.

Também participaram da reunião: o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, e o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Alessandro Borges.

Fonte: Governo MT – MT

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Referência no Estado, MT Hemocentro realiza tratamento de 254 hemofílicos

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Unidade referência no tratamento da hemofilia no Estado, o MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, atende atualmente 254 pacientes hemofílicos em sua sede em Cuiabá.

Aline Evelly da Cruz levou um choque ao descobrir que o filho Daniel Lima, 7 anos, era portador de hemofilia A, pois não conhecia a doença.

“A descoberta foi quando ele ainda engatinhava e ficava com muitos hematomas. Daí levamos no médico para fazer acompanhamento e a médica disse que poderia ser a doença e encaminhou ele para fazer os exames no MT Hemocentro. Pra nós, foi um choque porque eu nunca tinha ouvido falar sobre e, depois de muitas pesquisas, eu consegui entender o que os médicos falavam e o porquê de ele ter a doença”, relatou.

Nesta sexta-feira (17.4), é comemorado o Dia Mundial da Hemofilia com o objetivo de conscientizar a população sobre a hemofilia.

Aline disse ainda que o tratamento do MT Hemocentro é essencial para o filho ter qualidade de vida.

“O acompanhamento dos médicos é ótimo, agradeço pela paciência e pela ajuda. Agradeço pela equipe do ambulatório também que tem todo cuidado com ele quando precisa tirar sangue. Hoje ele faz um tratamento de 15 em 15 dias, ele joga bola e anda de bicicleta e tá tudo bem.”

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Moradora de Mirassol d’Oeste, Alessandra Souza Dias, tia de Anderson dos Santos, 9 anos, e de Lucas André dos Santos, 5 anos, ambos com hemofilia A, também elogiou o atendimento recebido em Cuiabá.

“Quando descobrimos que eles tinham a falta desse fator no organismo, a gente entrou em desespero. Mas a gente conseguiu ajuda e fomos no Hemocentro e, desde o primeiro momento, fomos bem recebidos. Toda dúvida que a gente tem eles respondem e as enfermeiras e os médicos são muito atenciosos. A gente agradece muito todo apoio e cuidado, sempre que precisamos eles estão prontos para ajudar.”

O diretor da unidade, Fernando Henrique Modolo, destacou que o MT Hemocentro é referência para o tratamento de pacientes hemofílicos em Mato Grosso.

“A unidade possui uma equipe multidisciplinar com diversas especialidades médicas para garantir o tratamento especializado e humanizado para esses pacientes. Na sede, os pacientes podem fazer todos os exames necessários e realizar o tratamento de acordo com a sua necessidade sem precisar de mais deslocamentos”, destacou.

Atualmente, a unidade possui uma equipe composta por 38 servidores, entre eles: médicos (hematologista, cardiologista, ortopedista, clínico geral e médico da dor), enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogo, assistente social, fisioterapeutas e nutricionista.

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Saiba mais sobre a hemofilia

A hemofilia é uma doença genética, que não tem cura e está ligada ao cromossomo X. Ela tem dois fatores, que são o da hemofilia A, em que o paciente apresenta deficiência do fator VIII, e hemofilia B, em que o paciente apresenta deficiência do fator IX.

Quando alguém sofre um corte e ocorre perda de sangue, substâncias do organismo atuam para interromper o fluxo, em um mecanismo conhecido como coagulação. No entanto, indivíduos com hemofilia não possuem esses elementos essenciais, o que faz com que o sangramento seja mais intenso e prolongado do que o habitual.

O diagnóstico pode ser realizado após o histórico de sangramento excessivo ou pequenos traumas e hematomas na pele, dor forte, aumento da temperatura e restrição de movimento, observado nos dois primeiros anos de vida, principalmente em meninos.

As articulações também podem ser prejudicadas, as mais comuns são os joelhos, tornozelos e cotovelos. Após observar sintomas como esses, é preciso direcionar a pessoa para uma unidade de saúde a fim de garantir o devido diagnóstico e tratamento.

*Sob a supervisão de Luiza Goulart

Fonte: Governo MT – MT

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