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Eleições 2026: Otaviano Pivetta lidera pesquisas para o governo, dispara na frente dos concorrentes e melhora no índice de rejeição

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Por Alisson Gonçalves

Em uma virada surpreendente nas pesquisas divulgadas nesta sexta-feira (5), o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) aparece à frente na corrida pelo governo de Mato Grosso, com 26,38% das intenções de voto, impondo vantagem sobre o senador Wellington Fagundes, que registra 22,30%. Apesar de estarem tecnicamente empatados dentro da margem de erro de 4 pontos percentuais, o quadro reflete uma liderança momentânea de Pivetta entre os eleitores.

O levantamento foi realizado entre os dias 22 e 29 de agosto de 2025, ouvindo 2.054 eleitores em 12 regiões do estado. Na pesquisa estimulada, o senador Jayme Campos (União Brasil) ocupa a terceira posição, com 12,47%, seguido pelo ex-prefeito de Rondonópolis, Zé do Pátio , com 5,52%. Outros 29,6% dos entrevistados declararam não saber ou não responderam, enquanto 4,8% afirmaram que não votariam em nenhum dos nomes apresentados.

Quando considerados cenários alternativos, incluindo a pré-candidata ao Senado Janaína Riva, Pivetta mantém a liderança com 26,62% das intenções de voto, seguido por Wellington Fagundes, com 21,58%. Janaína surge em terceiro lugar, com 17,27%, enquanto Zé do Pátio permanece na lanterna, com 4,8%. Nessa configuração, 25,4% dos eleitores disseram não saber ou preferiram não responder, e 5,04% afirmaram que não votariam em nenhum dos nomes apresentados.

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Na pesquisa espontânea, Otaviano Pivetta também lidera, com 12,71%, seguido por Wellington com 10,31%, e Jayme Campos, com 7,67%. Janaína aparece com 3,12%, enquanto a maioria dos entrevistados (56,59%) declarou não saber ou preferiu não responder. Outros nomes citados pelos eleitores incluem o ex-governador Blairo  Maggi (1,20%), Mauro Mendes (1,20%), Lúdio Cabral (0,96%), José Medeiros (0,96%), Rosa Neide (0,72%), Erai  Maggi (0,48%), Max Russi (0,48%), além de outros políticos como Valdir Barranco e Carlos Favaro, somando 0,96%. Entre os entrevistados, 2,16% afirmaram que não votariam em ninguém.

A rejeição aos nomes apresentados também foi levantada pela pesquisa. Zé do Pátio lidera, com 11,51% de rejeição, seguido por Jayme Campos (8,87%), Otaviano Pivetta (7,19%) e Fagundes (6,71%). Janaína Riva apresenta a menor taxa de rejeição, com 3,36%, enquanto outros nomes somam 22,06%. Entre os eleitores, 22,16% afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados, e 40,9% não souberam ou não quiseram responder.

O cenário reflete a instabilidade e competitividade da corrida eleitoral para 2026 em Mato Grosso, com Pivetta aparecendo como principal favorito, mas ainda em um contexto de indefinição e grandes percentuais de indecisos.

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“São pessoas que não tocam a vida pra frente”, dispara Flávia Moretti ao reagir a áudios e suposto grampo em Várzea Grande

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por Nayara Cristina

 

A suspeita de um possível esquema de escuta clandestina no gabinete da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, ganhou novos contornos e aprofundou o clima de tensão política no município, já marcado por embates entre o Executivo e o Legislativo e por rupturas internas na própria gestão. O caso passou a ser investigado pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Decor), após a identificação de sinais eletromagnéticos considerados atípicos durante uma varredura técnica realizada no último dia 19 de março.

A inspeção teve início por volta das 8h, com o objetivo de detectar eventuais dispositivos clandestinos de captação e transmissão de áudio e vídeo. Durante o procedimento, um detector portátil de radiofrequência modelo K18 indicou atividade incomum em três tomadas instaladas no gabinete da prefeita. Os pontos, originalmente ligados ao sistema de campanha e atualmente inoperantes, não tinham função aparente, mas ainda assim apresentaram resposta ativa ao equipamento, sugerindo possível emissão de sinais compatíveis com transmissões ocultas. Dois desses pontos foram isolados e o material recolhido encaminhado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsável por apontar se há, de fato, algum tipo de escuta ou outro dispositivo irregular.

Em meio à repercussão, Flávia Moretti se pronunciou na manhã desta sexta-feira, durante evento do Governo do Estado voltado ao combate à violência contra a mulher, realizado em parceria com o Ministério Público, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e Assembleia Legislativa. Ao abordar o caso, a prefeita adotou cautela e afirmou que não há qualquer conclusão até o momento.

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“Foi para a perícia. Eu não tenho resultado da Politec. Eu não sei se é uma escuta, se é uma câmera, o que que é. Às vezes é só um aparelho eletrônico que já estava ali há algum tempo”, disse, ao explicar que o dispositivo identificado ficava em sua mesa e, até então, era visto como algo comum, possivelmente até uma simples campainha sem funcionamento.

A prefeita também afirmou não ter suspeitas sobre quem poderia ter tido acesso ao local para eventual instalação de equipamento clandestino, destacando o fluxo constante de pessoas em seu gabinete. “A sala é de porta aberta, entram servidores, secretárias, muita gente. Eu sou uma prefeita de porta aberta mesmo”, declarou.

O episódio ocorre paralelamente à circulação de áudios atribuídos à prefeita, que passaram a ser divulgados nos bastidores políticos e nas redes, aumentando ainda mais a instabilidade. Moretti afirmou desconhecer o conteúdo e colocou em dúvida a autenticidade das gravações. “Eu desconheço esses áudios, não reconheço ter falado algumas coisas que estão sendo ditas”, afirmou.

Segundo ela, a situação já está sendo tratada pelo setor jurídico da prefeitura, que deve apurar a origem e possíveis manipulações do material. “O meu jurídico vai tomar as providências para saber quem está fazendo isso, como estão fazendo e por que estão fazendo”, disse.

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Ao relacionar os episódios ao cenário político local, a prefeita foi direta ao apontar motivações por trás da crise. “Querem criar confusão, querem criar pecuinha em Várzea Grande. São pessoas inconformadas, talvez até por questões eleitorais, que querem me tirar o foco de administrar”, afirmou.

A declaração ocorre em meio a um ambiente de desgaste político envolvendo a gestão municipal. Desde o início do mandato, Moretti enfrenta embates com vereadores e também passou por uma crise interna que culminou na saída do então vice-prefeito Sebastião dos Reis, episódio que evidenciou divisões dentro da administração e ampliou o cenário de instabilidade.

Apesar das turbulências, a prefeita reforçou que não pretende se desviar da condução da gestão. “Pode ter certeza que eu não vou tirar esse foco”, garantiu.

A confirmação sobre a existência ou não de escutas clandestinas depende agora do laudo técnico da Politec. Até lá, o caso segue sob investigação e se soma a um contexto político já tensionado, onde denúncias, vazamentos e disputas de poder têm marcado o ritmo da administração municipal em Várzea Grande.

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