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ALMT Convoca Secretário Rogério Gallo para esclarecer empréstimo de U$$ 180 milhões com o BIRD

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Da Redação

 

Um pedido de empréstimo de U$$ 180 milhões de dólares do Governo de Mato Grosso ao Banco Internacional para a Reestruturação e Desenvolvimento (DIRD), está sendo questionado pelos deputados estaduais.

Um requerimento assinado pelos deputados Júlio Campos (União), e Lúdio Cabral do PT, convoca o Secretário de Fazenda  Rogério Gallo, para a próxima quarta-feira 17.05, para responder alguns questionamentos.

Para alguns deputados, MT tem dinheiro sobra no caixa, cerca de mais de 15 bilhões para ser utilizado em políticas públicas, e querem entender os motivos pelo qual o governador Mauro Mendes (União) quer contrair mais este empréstimo.

Para o deputado Lúdio Cabral Autor do requerimento, não há necessidade para que o Estado faça essa dívida, mas quer ouvir do secretario qual a vantagem que MT terá com a contratação do recurso.

Para o deputado, mesmo com o estado tendo capacidade de endividamento, é necessário ouvir as necessidades vinda da Secretaria de fazenda para poder debater com outros deputados e aprovar ou não o empréstimo.

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Mesmo ainda com poucos especificações, o recurso segundo o projeto apresentado pelo governo a ALMT será para Fortalecer intervenções Pedagógicas, e de gestão para recuperação da aprendizagem, transformar a Infraestrutura digital do estado, Construir escolas Sustentáveis , Resilientes e Inclusivas e Seguras, Monitoramento e Avaliação do Projeto, Inclusão econômica resiliente ao clima, melhoria na gestão ambiental e fundiária, gestão de projeto de governança, e para os Componentes Contingencial de Resposta a Emergências (CERC).

 

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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