Geral

Agentes penitenciários fazem parto de visitante dentro do presídio

Mata Grande

Publicados

em

Apesar do Samu ter sido acionado pela direção, a mulher já estava em fortes contrações

Débora Siqueira | Sesp-MT

A | A

Por volta das 13 horas deste domingo (26.01), uma mulher começou a passar mal durante a visita ao marido na Penitenciária da Mata Grande, em Rondonópolis (218 km ao Sul), e os agentes penitenciários a tiraram da ala, quando entrou em trabalho de parto.

Apesar do Samu ter sido acionado pela direção, a mulher já estava em fortes contrações. Os agentes penitenciários Elvis Presley Santos da Silva e Fernando Bento de Souza ajudaram a mulher no parto, realizado no corpo da guarda da penitenciária.

Fernando é enfermeiro e Elvis, técnico de enfermagem e atua no Samu. Ambos trabalham na área de saúde nos dias de folga da unidade prisional.

 

A equipe do Samu chegou 20 minutos depois e a levou para o hospital na cidade. O bebê é um menino.

“Nunca tínhamos tido uma ocorrência como essa na unidade. Ainda bem que deu tudo certo e tínhamos profissionais capacitados no momento”, comentou o subdiretor da penitenciária, Paulo Rufino.

Leia Também:  Teste de Postagem
COMENTE ABAIXO:

Geral

Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

Publicados

em

Por

JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

Leia Também:  Sessão online: Plenário julga 15 processos durante reunião de abril  

Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA