Polícia Federal
Advogado preso por comércio e extração de ouro ilegal em MT é solto pela justiça
JB News
Da Redação
O advogado Jean Barbosa, preso na Operação Peixe Grande, realizado pela Policia Federal (PF), no dia 28 de fevereiro, após uma longa investigação por envolvimento em comércio e extração ilegal de ouro na região da terra Indígena Sararé, foi solto após ter seu pedido de Habeas Corpus (HC), aceito pelo Tribunal Regional Federal no ultimo dia 04 deste mês.
As investigações apontaram que o advogado comprava ouro dos garimpeiros e revendia para comerciantes que fabricavam peças de joias.
A operação Peixe Grande foi um desdobramento da Operação Alfeu 3 e Rainha do Sararé, realizadas em 2022, que investiga a extraçao e o garimpo ilegal de ouro em MT. Sergundo a PF, cerca de 60 milhõe de reais foram movimentado pela quadrilha.
A defesa alegou fragilidade nas provas que mantiam Jean na prisão, uma vez que o relatório não indivudualizava as ações de cada membro do grupo, e que as movimentações financeiras foram atribuidas a cada um de forma generica que somente isso seria insuficiente para manter o advgado preso.=, uma vez que nem mesmoa defesa teve acesso ao relatorio do COAF, alegando também cerceamento de defesa.
Ainda segundo a defesa, forama presentadas foramas contudentes das atividades comerciais de Jean, e que a prisão do advogado , e que a prisão do advogado a arbitrária e desproporcional.
O procurador geral da Repubica Wilson Alves de Souza determinou pelas medida substitutivas e pelo alvará de soltura do acusado.
O procurador Regional da República, Claudio Drewes josé de Siqueira, também manifestou pela soltura e determinou a provação de liberdade por outras medidas impostas prlo Códi de Processo Penal (CPP).
Polícia Federal
Ex-assessor de ministras preso pela PF vazou informações sigilosas e monitorava delegado em esquema com lobista de MT
JB News
Por Emerson Teixeira
Ex-assessor é preso após monitorar delegado e vazar decisões judiciais em esquema milionário de corrupção
A prisão de Márcio José Toledo Pinto, realizada pela Polícia Federal no fim da tarde desta terça-feira (31), elevou o nível de gravidade das investigações da Operação Sisamnes e revelou novos elementos sobre um suposto esquema de corrupção e venda de decisões judiciais em instâncias superiores. Apontado como peça-chave na engrenagem criminosa, o ex-assessor é acusado de receber cerca de R$ 4 milhões do lobista Anderson de Oliveira Gonçalves para manipular informações e atuar em processos de interesse privado.
A nova ordem de prisão preventiva foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin, após a Polícia Federal apresentar indícios adicionais colhidos a partir da análise do celular do investigado. Inicialmente, o pedido de prisão temporária havia sido negado, mas o avanço das investigações levou à decretação da medida mais rigorosa.
Um dos pontos mais graves identificados pela Polícia Federal foi o monitoramento de um delegado responsável pelo caso. O próprio investigador percebeu que estava sendo seguido, realizou a abordagem e identificou Márcio. Para os agentes, a conduta configura tentativa de obstrução das investigações.
Segundo relatos, o ex-assessor alegou que apenas acompanhava o delegado porque ele estaria utilizando um veículo apreendido, justificativa que não convenceu os investigadores.
De acordo com relatório enviado ao STF, Márcio foi indiciado por violação de sigilo funcional e corrupção passiva. As investigações apontam que ele produziu minutas e decisões com base em jurisprudências para atender interesses de terceiros, além de vazar informações sigilosas de gabinetes ligados a tribunais superiores.
Márcio já havia sido alvo de busca e apreensão na primeira fase da Operação Sisamnes, deflagrada em novembro de 2024. Ele atuou nos gabinetes das ministras Nancy Andrighi e Isabel Gallotti.
As quebras de sigilo bancário indicaram que o lobista teria repassado cerca de R$ 4 milhões ao investigado por meio de uma empresa em nome da esposa de Márcio, reforçando a suspeita de pagamento por favorecimento em decisões judiciais.
Apesar da gravidade do caso, o novo relatório elaborado pelo delegado José Heloíse dos Santos Neto aponta que não há, até o momento, indícios de participação de ministros de tribunais superiores no esquema.
A defesa do investigado ainda não se manifestou. Em declarações anteriores, Márcio negou envolvimento nas irregularidades.
A prisão aprofunda a crise envolvendo suspeitas de corrupção no Judiciário e coloca sob pressão um dos esquemas mais sensíveis já investigados pela Polícia Federal nos últimos anos.
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