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Gisela Simona e presidente da Câmara de VG Fabio Tardin são os entrevistados desta terça-feira no programa Tema Livre

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O  programa Tema Livre que vai ao ar todas as terças’feiras, ao vivo, recebe nos estúdios  nesta terça-feira 12, a ex-superintendente  do Procon em Mato Grosso, e advogada  Gisela Simona (PROS) candidata ao Senado na eleição suplementar, e o  presidente do legislativo Municipal de Várzea Grande Fabio Tardim (DEM).

Será entrevistada pelo jornalista Jota de Sá, do site JB NEWS  e Adauton Tuim (TVG) , r a apresentadora Neide Santus da Rádio Estação VG.

O debate será  em torno da pandemia do Coronavírus (COVID-19), que  vem afetando MT, as novas posturas criadas pelos decretos municipais,eleições 2020, alem do papel do consumidor e das empresas  diante dos novos decretos.

A entrevista será exibida ao vivo, a partir das 20 horas no canal 16.1 e pela página do Facebook (https://www.facebook.com/TVG16.1/). Para participar do programa ao vivo os telespectadores podem enviar WhatsApp: (65) 99944-9988.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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