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Secretaria-Geral realiza seminário sobre regulamentação da Política Nacional de Populações Atingidas por Barragens

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A Secretaria-Geral da Presidência da República realiza, nos dias 16 e 17 de abril, o Seminário Nacional para Regulamentação da Política Nacional de Populações Atingidas por Barragens (PNAB), no Auditório do Anexo I do Palácio do Planalto, em Brasília (DF).

A abertura está prevista para as 14h do dia 16. O encontro reúne representantes da sociedade civil, ministérios, especialistas, órgãos de controle e parlamentares envolvidos com a Lei nº 14.755/2023.

A atividade integra o processo participativo de construção da regulamentação da PNAB e tem como objetivo coletar contribuições para subsidiar a proposta final de decreto a ser encaminhada à Casa Civil.

SERVIÇO

Evento: Seminário Nacional para Regulamentação da PNAB

Data: 16 e 17 de abril

Horário de abertura: 14h (16/04)

Local: Auditório do Anexo I do Palácio do Planalto – Brasília (DF)

Fonte: Secretaria-Geral

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Projeto que acaba com a escala 6×1 atende a uma demanda histórica dos trabalhadores, dizem ministros

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O Governo do Brasil encaminhou ao Congresso Nacional, com regime de urgência, o projeto de lei que propõe o fim da escala de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e descansa apenas um na semana. A iniciativa integra a agenda de valorização dos trabalhadores e trabalhadoras do país.

O anúncio foi detalhado em coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (15), no Palácio do Planalto, com a participação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

A proposta foi enviada pelo presidente Lula com o objetivo de garantir a aprovação  no menor tempo possível. “Fim da escala 6×1 é um grito de liberdade do trabalhador brasileiro”, disse o ministro Guilherme Boulos

Ele acrescentou que proposta enviada pelo presidente Lula ao Congresso busca garantir mais qualidade de vida, tempo para as famílias e melhores condições de trabalho no país.

O ministro Marinho ressaltou que a proposta também dialoga com desafios estruturais do mercado de trabalho brasileiro, especialmente no que diz respeito à saúde e à produtividade. “Melhorar o ambiente de trabalho é fundamental. Um ambiente saudável reduz o absenteísmo, melhora a concentração e o foco, sem levar ao adoecimento ou ao estresse. Jornadas excessivas e situações como assédio moral tornam o ambiente prejudicial e podem levar ao adoecimento mental”, afirmou.

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Ele acrescentou que condições adequadas de trabalho contribuem para prevenir doenças profissionais, reduzir acidentes e elevar a produtividade. “A produtividade é o que o Brasil precisa. Um trabalhador com mais qualidade de vida produz mais e melhor”, disse.

Histórico

Durante a coletiva, o ministro Guilherme Boulos destacou o caráter histórico da medida e sua importância para a população trabalhadora. “É um dia muito importante. O fim da escala seis por um representa um verdadeiro grito de liberdade do trabalhador brasileiro. Trata-se de uma escala desumana. A jornada de 44 horas semanais existe desde a Constituição de 1988. Já são 38 anos sem redução da jornada de trabalho no Brasil”, afirmou.

Segundo o ministro, a iniciativa responde a uma demanda crescente da sociedade e deve ser compreendida como uma política voltada à “família trabalhadora”. “O presidente ouviu o clamor de trabalhadores e trabalhadoras que estão exaustos, adoecendo, enfrentando burnout, sem tempo para descanso, para o autocuidado ou para estar com suas famílias. O fim da escala seis por um é uma reparação histórica: devolve tempo ao trabalhador”, acrescentou.

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A proposta integra um conjunto de ações do governo federal voltadas à promoção do trabalho digno e à melhoria das condições de vida da população. De acordo com os ministros, o tema vem sendo debatido com o Congresso Nacional, o setor produtivo e a sociedade civil.

A tramitação em regime de urgência – até 45 dias na Câmara e 45 dias no Senado –  estabelece prazos mais curtos para análise da matéria, sem dispensar o diálogo entre os Poderes. O objetivo é assegurar celeridade à proposta e avançar na garantia de direitos para trabalhadores e trabalhadoras de todo o país.

O debate agora segue no Congresso Nacional, onde a proposta será analisada. A expectativa do governo é de que a medida avance com rapidez, consolidando mais um passo na valorização do trabalho e na construção de um país mais justo.

Fonte: Secretaria-Geral

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