POLITICA

Governador destaca política de tolerância zero para invasões de terras em Mato Grosso, “Nenhuma bem-sucedida”

Publicados

em

 

BRASIL 21

Da Redação

 

O Governador Mauro Mendes (UB), comentou no programa Mornig Show, realizado pela Jovem Pan News, sobre os últimos acontecimentos relacionados a invasão de terram em Mato Gross, mas precisamente na cidade de Cuiabá, onde mais de mil famílias invadiram uma área particular com cerca de 50 hectares no Bairro Brasil 21, nas proximidades do Contorno Leste na capital. E  nesta segunda feira 11.03,  foi determinado pela justiça a reintegração de posse da propriedade.

Mauro Mendes reforçou a política de tolerância zero adotada pelo seu governo, no combate enérgico em casos de invasão de terras no estado. “”Esta semana, cumprimos uma ordem judicial para desocupar uma área extensa na Capital, que havia sido invadida. Agimos e executamos porque é uma determinação judicial”. Comentou Mauro Mendes.

O governador chamou de “algazarra”, e destacou que é preciso por um fim a crença de achar que sem-teto vão conseguir um pedaço de terra através de ameaças.

“Temos que acabar com a ideia de que as pessoas podem simplesmente invadir terras no Brasil… Não é através de tumultos, ameaças e intimidações, que vão conseguir um pedaço de terra” destacou o governador.

Leia Também:  Jayme aposta na sustentabilidade para avanço da produção no Brasil sob comando de Fávaro no ministério da Agricultura e Pecuária

Para Mauro Mendes a reforma agraria tem a sua importância, mas é necessário que as terras sejam direcionadas para as pessoas que realmente queiram trabalhar e viver do labor , e não para especulação imobiliária como é muitos casos.

“A Reforma Agrária teve sua importância e é possível realocar quem queira realmente quer trabalhar, e não especular terras”. Destacou Mauro.

O governador destacou ainda que nas últimas 30 tentativas de invasão de terras em Mato Grosso nenhuma foi bem-sucedida, desde que foi implantado o Programa Tolerância Zero contra invasões de terras no estado.

“No dia 08 de março comemoramos um ano do anúncio de que seria tolerância zero, nesse tempo tivemos cerca de 30 invasões em 24 municípios, onde foram presas 125 pessoas e nenhuma prosperou”. Reforçou Mendes.

Sobre a invasão no Bairro Brasil 21, o governador reuniu com o Chefe da Casa Civil Fabio Garcia, e com os deputados estaduais para dar uma solução pacífico para esse conflito, e realocar os moradores que foram despejados em uma área do estado, como alternativa para diminuir os danos das famílias que estavam instaladas no local, por quase cinco anos. Desde que começou a invasão.

Leia Também:  Senador Jayme Campos comemora derruba de vetos presidenciais essenciais para consolidação do desenvolvimento no Brasil

Veja a entrevista completa do governador:

 

 

 

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

Publicados

em

Por

JB News

pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

Leia Também:  Governador Mauro Mendes assina nesta terça-feira 35 convênios para realização de obras em 25 municipios de MT

Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

Leia Também:  Vereador Pablo Pereira é preso por liderar esquema de corrupção no DAE-VG

O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

Veja:

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA