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Lula diz que terroristas ficarão presos até o término do inquérito, e marca nova reunião com Governadores

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O presidente Lula (PT), se reuniu na tarde desta segunda-feira 09 de Janeiro, com Governadores, Senadores e ministros do STF, para falar sobre medidas de ações, após a invasão da Sede dos Três Poderes neste domingo Em Brasília.

 

O presidente chegou a criticar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que viajou para os Estados Unidos, sem dar explicação ao povo que acabou fazendo atos de terrorismo na tentativa de dar um golpe.

 

Outra crítica feita pelo presidente, foi para o Exército, Lula questionou o fato do Exército deixar o povo pedir golpe militar e não fazer nada.

 

” Nenhum General se moveu para dizer, que o pedido era proibido, tive a impressão que eles gostavam do que o povo pedia” criticou o presidente.

 

Em tom indignado Lula disse que a única maneira de conter o povo, foi decretando a “Intervenção Federal”, isso porque quem era para cuidar da ordem no caso o exército e a polícia estavam conversando com os manifestantes como se fossem aliados.

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inconformado com o ato de “Terrorismo”, o presidente afirmou que as pessoas ficarão presas até o termino do inquérito, e que às investigações devem continuar, isso porque eles querem descobrir quem financiou o ato da invasão e disse que a “Democracia não vai Acabar”. Mais de 1.300 pessoas já foram indiciadas.

O próximo passo será cruzar os dados e saber quem financiava os movimentos antidemocráticos, inclusive o de domingo.

Lula também chegou a citar aos Governadores que a essa primeira reunião, seria para tratar de assuntos pertinentes a interesses e projetos de cada estado.

“Nós estamos reunidos aqui, diferentemente do que imaginava, porque eu tinha proposto para reunir os 27 governadores e debatermos importantes projetos de cada estado, para ver se a gente trabalhava junto, arrumava dinheiro ou financiamento para colocar o país para andar” disse Lula.

Lula ainda disse que essa não é a primeira reunião e chegou a marcar uma próxima reunião para o dia 27 de Janeiro . Dessa vez para tratar de assuntos de interesses públicos de cada um dos estados, entre obras de infraestrutura, e investimentos.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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