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“Amigos do Gilberto” marca primeiro evento de pré-campanha do ex-secretário em Cuiabá

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Pré-candidato a deputado estadual, Gilberto Figueiredo reuniu lideranças políticas da baixada cuiabana na sede do partido União Brasil

JB News

Da Redação

O pré-candidato a deputado estadual, Gilberto Figueiredo, realizou na útima semana o evento regional conjunto, em Cuiabá, denominado “Amigos do Gilberto”. O ato foi organizado com o objetivo de promover o diálogo entre as lideranças políticas, ampliar discussões e prestar agradecimentos pelo apoio à sua candidatura.

“Hoje é um dia especial, estamos estreitando laços, escutando todos e vendo a melhor forma de trilhar esse caminho. Estou me colocando à disposição e sem dúvida vai ser uma caminhada longa, desafiadora. Mas me sinto preparado para representar a população e dar o meu melhor nesse novo projeto que temos. Fico muito feliz em ver que existem muitas pessoas que acreditam no nosso projeto e estão abraçando essa ideia”, declara Gilberto.

Durante o encontro realizado na sede estadual do Partido União Brasil, foram discutidos aspectos que servirão para iniciar um diálogo que possa levar à população de Mato Grosso resultados concretos e específicos para cada polo. Como a apresentação da plataforma de cadastro dos apoiadores e a implementação de canais de comunicação direta com a equipe do pré-candidato.

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O evento contou com lideranças e apoiadores de Cuiabá, Várzea Grande, Campo Verde, dentre outros. Karla Jackeline, de Primavera do Leste. Ela expressou o seu apoio ao ex-secretário.  “Acredito no projeto, por se tratar de uma pessoa confiável e que se importa com bem estar coletivo na área da saúde, empregabilidade e educação. Um representante preparado para lidar com os desafios impostos pelo cargo”.

Gilberto Figueiredo

Além de ter sido secretário estadual de saúde de Mato Grosso (SES-MT) entre 2019 e 2022, Gilberto Figueiredo foi vereador por Cuiabá eleito em 2016 com 4.299 votos – atuou entre 2016 e 2018 e antes disso, foi secretário municipal de educação em Cuiabá, entre 2013 e 2016, durante a gestão do então prefeito da Capital, Mauro Mendes.

Figueiredo também foi Diretor Regional do Senai-MT, ficando na função por 12 anos – entre 2004 e 2016, sendo a maislonga direção na história do Estado. Sob sua direção, a instituição também foi eleita a melhor do Brasil, se sagrando campeã do ranking nacional de desempenho do Senai por cinco anos consecutivos.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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