Entretenimento
1º Prêmio MT Artes homenageia artistas e celebra projetos culturais de Mato Grosso
A MT Escola de Teatro, polo de formação cultural sob gestão do Cine Teatro Cuiabá, firmada entre a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL MT) e Associação Cultural Cena Onze, em parceria com a Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) e Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap), realiza no próximo dia 09 de junho o 1º Prêmio MT Artes. A iniciativa visa homenagear e celebrar e setor cultural do estado e também ampliar a visibilidade das produções artísticas da região. Serão contempladas 5 categorias: Teatro, Dança, Literatura, Artes Visuais e Audiovisual e o olhar estará voltado para as produções culturais que foram produzidas durante o período de pandemia (de março de 2020 a abril de 2021). Há também um Prêmio Especial, com dois homenageados. Cada categoria é composta por 3 jurados especializados, que seguem critérios importantes para a seleção dos indicados ao prêmio: artistas de todas as regiões do Estado de Mato Grosso; multiplicidade estética, com produções envolvendo diversas linguagens e procedimentos artísticos em cada área; diversidade étnica e de gênero. Premiação Por categoria, concorrem 10 projetos, sendo 3 vencedores em cada uma. A curadoria conta com a participação de Flávio Ferreira, Flávia Taques, Rodolfo García Vázquez, Agnaldo Rodrigues, Elen Londero, Marcio Aquiles e Miguel Arcanjo. A criação dos troféus ficou a cargo dos cenógrafos Jane Klitzke e Douglas Peron, que tiverem apoio das estudantes do curso de Cenografia da MT Escola de Teatro: Eliane Martins dos Santos, Giulia Otomura e Liandra Lino de Carvalho. O evento seguirá o modelo híbrido, com parte dos jurados e indicados presencialmente e outra parcela em transmissão digital. O prestigiado Cine Teatro Cuiabá será o palco da celebração, na quarta-feira (09) de junho, às 19h de Cuiabá, 20h de Brasília. Júri 1º Prêmio MT Artes ARTES VISUAIS Ludmila Brandão Arquiteta e historiadora, mestre em Educação e doutora em Comunicação e Semiótica. Pós-doutorada em Crítica da Cultura na Universidade de Ottawa/Canadá. Fundadora e primeira coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea, da Universidade Federal de Mato Grosso, onde é docente titular e orienta pesquisas de Mestrado e Doutorado. Foi membro do conselho curador do MACP – Museu de Arte e Cultura Popular da UFMT (2004-2017). Willian Gama Curador de arte, membro do Conselho Curador do Museu de Arte e de Cultura Popular da Universidade Federal de Mato Grosso. Bacharel em Direito, formado pelo Centro Universitário de Várzea Grande; Graduando em Museologia pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI); Pós-graduando em História da Arte pela Universidade Estácio de Sá – São Paulo/SP. É diretor e fundador da Galeria Mirante das Artes. Carlos Alberto Bosquê Junior Artista plástico conhecido como Bosquê, é graduado na Faculdade de Belas Artes de São Paulo e bacharel em pintura e licenciatura em Educação Artística. Especialista em Educação de Jovens e Adultos e mestre em Educação Profissional Escolar pela Universidade Federal de Rondônia UNIR. Com ateliê em Cáceres e professor de arte do Instituto Federal de Rondônia, trabalhou com arte no Centro de Referência de Direitos Humanos na UNEMAT, e fundou a Associação dos Artistas Plásticos e Visuais de Mato Grosso. AUDIOVISUAL
Keiko Okamura Atua na produção audiovisual há 25 anos, formada em Comunicação Social – Rádio e TV pela UFMT. É produtora de filmes de curta-metragem, tais como: “Depois da Queda”, “Três tipos de medo”, de Bruno Bini. Produtora de produções nacionais como “O Vestido”, de Paulo Thiago, e da mini-série “Rondon, o grande chefe”, de Marcelo Santiago, entre outros. Produtora local do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá por 19 anos e da Mostra Cinema e Direitos Humanos por 9 anos. Hoje atua como Superintendente de Desenvolvimento da Economia Criativa da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer – SECEL-MT. Gilson Costa Doutor em Estudos de Cultura Contemporânea, professor do curso de Jornalismo da UFMT-CUA e realizador audiovisual. Coordena, desde 2014, o Núcleo de Produção Digital, projeto que tem fomentado a diversidade da produção audiovisual na região do Araguaia. Bruno Bini Diretor, Roteirista e Produtor Executivo com 20 anos de experiência, Bruno iniciou sua carreira como Redator e Diretor de Arte e posteriormente passou a dirigir produções para publicidade, cinema e televisão. Seus filmes receberam mais de 50 prêmios em festivais no Brasil e no exterior. DANÇA
Jamilton Mello Gestor do Mosaico Espaço Cultural, vem ajudando a desenvolver a cultura artística em Cuiabá e Mato Grosso. Politicamente faz parte do conselho municipal de politicas culturais – CMPC e é um dos colaboradores do Fórum Dança Cuiabá. Estudante de danças desde 2000, entre eles ballet classico, jazz, danças urbanas e dança contemporânea. Professor de danças que já teve experiência em varias academias de Cuiabá e Várzea Grande. Verônica Weber Professora e bailarina, natural de São Paulo, participou de um período de dois anos na Inglaterra, onde aprimorou seus estudos de ballet clássico. No Brasil, ingressou no Ballet de Câmara de São Paulo. De volta à Europa, entra na conceituada companhia de ballet Deutsh Oper Am Rhein. teatro que abriga a terceira maior companhia de dança da Alemanha. Em fevereiro de 2000, inaugura o Ópera Ballet em Cuiabá, que agora completa 20 anos de existência. Kelson Panosso Graduado em Dança Clássica pela Royal Academy of Dance, de Londres, é professor, coreógrafo, diretor e produtor cultural. Participou como jurado de diversos festivais e concursos culturais em Cuiabá, por vários anos. Coordenou, entre 2014 e 2020, o projeto Constellation, do Instituto Canopus, e foi membro do Conselho Municipal de Cultura de Cuiabá. Atuou como diretor e coreógrafo da Companhia de Dança – Ballet de Mato Grosso. Foi membro do Conselho de Cultura do Estado de Mato Grosso e assessor de projetos culturais da Secretaria Municipal de Cultura de Cuiabá. LITERATURA
Carlos Roberto Rodrigues dos Santos (Professor Leão) Nascido em Peabiru, interior do Paraná, teve a identidade profissional construída em sala de aula. Formado em Letras, pela UFMT, lecionou e fez parte da equipe do Colégio COC de Cuiabá e Barra do Garças, e no curso de Letras da Univag, sendo coordenador. Participou da fundação do Colégio Maxi como coordenador pedagógico e professor de literatura. Nos quatro últimos anos, dedicou-se exclusivamente ao Colégio Maxi, como diretor geral. Maria Cristina de Aguiar Campos Doutora em Educação, pela USP; mestra em Educação, especialista em Língua Portuguesa e Semiótica pela UFMT. Professora aposentada de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, pelo IFMT – Campus Cuiabá. Ocupa a Cadeira 16 na Academia Mato-grossense de Letras. É autora de diversas obras: “Papo cabeça de criança travessa” (Tanta Tinta, 2017); “Bicho-grilo” (Carlini & Caniato, 2016); “O falar cuiabano” (Carlini & Caniato, 2014); entre outras. Maristela Carneiro Atual coordenadora do PPG em Estudos de Cultura Contemporânea – ECCO, da Universidade Federal de Mato Grosso/UFMT. Docente Adjunta lotada junto à Faculdade de Comunicação e Artes – FCA/UFMT. Doutora em História, pela Universidade Federal de Goiás – UFG, tendo realizado período sanduíche na Universita degli Studi di Napoli Federico II, na Itália – UNINA. Mestre em Ciências Sociais Aplicadas, pela Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG. TEATRO
Jan Moura Sec. Adjunto de Cultura / SECEL-MT. Mestre e doutorando em Estudos de Cultura Contemporânea pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Graduado em Comunicação Social pela mesma instituição. Especialista em Gestão Cultural pelo Senac-MT. Foi coordenador de Cultura do Sesc Mato Grosso, onde atuou com produção cultural, curadoria de projetos, acompanhamento e análise das ações culturais, e responde hoje pela Gestão de Comunicação da instituição. Conselheiro de Cultura do Estado de Mato Grosso (2017-2020). É ator e pesquisador da de teatro e cultura. Ivan Belém Ator, professor e pesquisador, foi um dos fundadores do Grupo Gambiarra – primeiro grupo de teatro de rua de Mato Grosso. Doutor em Educação, autor da tese ” Liu Arruda: a travessia de um bufão”, transformada em livro, com o qual conquistou o Prêmio Mato Grosso de Literatura em 2015. Aline Wendpap É atriz, egressa do Grupo Pessoal do Ânima, da antiga Escola Técnica Federal de Mato Grosso. Primeira doutora em Estudos de Cultura Contemporânea da UFMT. Bacharel em Comunicação Social-Radialismo e Mestre em Educação pela mesma universidade. Possui licenciatura em Artes Visuais, e foi coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Afirmativo. Atualmente é professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea, na UFMT e, pela UnB, cursa licenciatura em Teatro EaD. |
| Com informações Yod |
CUIABÁ
Artistas e público exaltam lambadão no último dia de festa dos 307 anos
_VALORIZAÇÃO DA CULTURA_
JB News
A noite dedicada ao lambadão nas comemorações pelos 307 anos de Cuiabá foi marcada por depoimentos emocionados dos artistas e por um público que lotou o espaço de eventos, demonstrando que o ritmo é parte viva da identidade cuiabana. No palco, músicos destacaram a resistência, a evolução e o papel social do lambadão; na plateia 25 mil pessoas cantaram, dançaram e reafirmaram a valorização da cultura local.
A festa foi embalada ao som de grandes nomes do movimento. As apresentações começaram com DJ Juliano, Kleber Leite e Comadre Sebastiana, que prepararam o público para a sequência de shows.
Subiram ao palco Scort Som, Os Maninhos, Tô Pop Som, o grupo de dança Lambadeiros de Elite, Lambadão di Rocha, Os Amigos, Banda Ellus e Banda Mega Som, reunindo diferentes gerações do lambadão cuiabano. Do início ao fim, o público permaneceu animado, acompanhando os passinhos e cantando os sucessos que já fazem parte da história da cidade.

Igor Pena, vocalista do Mega Som, celebrou a participação da banda na festa. Ele destacou que o evento é importante para a cultura de Cuiabá e de Mato Grosso e afirmou que o público tem abraçado cada vez mais o trabalho do grupo. Segundo ele, ver o espaço lotado comprova que o lambadão está mais vivo do que nunca.
Denivaldo Cunha, vocal e guitarrista, reforçou que o ritmo vai além da música. Ele afirmou que o lambadão representa amizades, experiências e sua própria história, além de ser sua fonte de sustento. “Hoje eu sobrevivo do lambadão e acredito que ele vai continuar por muitos e muitos anos”.

Moradoras do bairro Sol Nascente, Larissa Gabrieli e a mãe, Elisângela Silva de Jesus, fizeram questão de prestigiar a noite do lambadão e reforçaram o orgulho de serem cuiabanas. Larissa afirmou que o evento lotado demonstra a valorização da história, do lambadão e da cultura cuiabana. “A Baixada sabe que Cuiabá ama o lambadão”.
Elisângela, que se define como cuiabana de tchapa e cruz, destacou a força do ritmo na identidade local. “Lambadão para mim é o melhor de Cuiabá, é a nossa cultura. Eu amo Cuiabá, amo viver aqui. Eu só vim hoje por causa do lambadão”.
Carlos Bonfim, vocalista da banda Os Maninhos, ressaltou a importância de valorizar o lambadão raiz e investir em músicas autorais. Segundo ele, eventos como esse ampliam oportunidades, fortalecem a cultura e dão visibilidade às bandas. “O público lotou, cantou junto e mostrou que o lambadão faz parte da identidade do nosso povo”, disse.

José Adão, da Tô Pop Som, também celebrou a participação na programação oficial. Ele afirmou que o lambadão é um patrimônio local que já ultrapassou fronteiras, conquistando espaço em outras regiões do Brasil e até no exterior. “O lambadão é nosso, é daqui de Cuiabá, mas já ganhou o mundo. Hoje toca em eventos pelo Brasil inteiro e até fora do país. A gente já viu o lambadão chegar em Portugal, por exemplo. Isso mostra a força do nosso ritmo e o quanto a cultura cuiabana tem potencial para ir cada vez mais longe”, destacou Tô Pop Som.
O secretário municipal de Cultura, Johnny Everson, explicou que a noite exclusiva para o lambadão faz parte de uma estratégia para fortalecer e mensurar a força do gênero. Ele destacou que o ritmo movimenta a economia dos bairros e da Baixada Cuiabana. “Precisamos trazer essa potência também para o grande centro. Mostrar ao Brasil o valor da nossa cultura”, completou.
O prefeito Abilio Brunini ressaltou as parcerias para a realização do evento, o apoio do presidente Max Russi e o engajamento popular. Ele fez questão de parabenizar o público por prestigiar e valorizar ritmos como o lambadão, o rasqueado e o siriri. “Ver esse espaço lotado nos motiva a fazer ainda mais por Cuiabá”, afirmou.

Brunini destacou ainda, que a administração municipal alia as festividades com entregas concretas para a população. Entre os destaques, a entrega do Centro Médico Infantil considerada referência no Estado e anunciou que, a partir de 1º de maio, que os usuários do transporte coletivo poderão aderir a um programa de assinatura mensal para uso ilimitado dos ônibus. “Hoje celebramos Cuiabá e a nossa cultura, mas também trabalhamos todos os dias para melhorar a vida das pessoas”, afirmou.
As comemorações começaram na terça-feira (7), com grande público nos shows de Dilsinho e da dupla César Menotti e Fabiano, reunindo mais de 60 mil pessoas. Na quarta e quinta-feira, a programação valorizou a cultura local e a diversidade musical, com apresentações de cururu e siriri, show da Banda Morada e destaque para o rasqueado, com atração nacional de Boca Nervosa.
O público também visitou o Festival do Baguncinha e diversos espaços gastronômicos, que ofereceram bebidas e alimentos com sabores típicos da capital e registraram grande sucesso de vendas durante os quatro dias. Além disso, o retorno do tradicional Show das Águas encantou os visitantes no Parque das Águas.
Com estrutura organizada e segurança reforçada, o evento contou com apoio das secretarias municipais como Ordem Pública, Defesa Civil, Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, equipes de saúde de plantão, parque infantil e área reservada para pessoas com deficiência, encerrando os quatro dias sem
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