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Dupla Nico e Lau leva projeto “Juventude Contra as Drogas” para escola do bairro Pedra 90

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Por Ana Carla Costa

 

Com o objetivo de conscientizar os jovens sobre os danos causados pelo consumo de drogas lícitas e ilícitas, o Instituto Sociológico de Mato Grosso (Isma) e a dupla humorista Nico e Lau estão percorrendo escolas públicas de Mato Grosso com o projeto “Juventude Contra as Drogas”.

 

De forma lúdica, o projeto, que completou no mês de julho um ano, reúne atividades culturais, como teatro, dança, oficinas e palestras voltadas para o público jovem.

Em julho, o projeto desenvolveu várias atividades presenciais e virtuais, uma delas foi o Arraiá do Castro e Juventude Contra as Drogas realizado na Escola Estadual Dr. Mário de Castro que fica no bairro Pedra 90, em Cuiabá. Com muita música, quadrilha e apresentação de Cururu e Siriri, cerca de 500 jovens participaram das atividades do projeto e vão ser multiplicadores das informações, principalmente dos malefícios das drogas e o impacto negativo que elas causam no organismo e nas relações interpessoais.

 

“Foi um sucesso o nosso arraiá consciente na Escola Estadual Dr. Mário de Castro. Nossa intenção com o projeto é conscientizar os jovens com uma abordagem leve e que possa formar, de fato, lideranças escolares e comunitárias para serem multiplicadores de um conteúdo que é de utilidade pública. Os jovens que participam do nosso projeto serão protagonistas e multiplicadores da importância do pleno exercício da cidadania, em especial na prevenção do uso de drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas”, destaca o coordenador do projeto, o sociólogo Hélio Silva.

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O coordenador do projeto explica que o ambiente escolar é o campo de atuação onde se pode vencer a batalha contra as drogas e a degradação pessoal e social que ela causa na sociedade.

 

“Não se pode pensar na educação com uma visão simplista do ensinar a ler e escrever. É preciso formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres. Essa formação social e cidadã do aluno é transformadora e possui infinitas possibilidades, inclusive na consciência da necessidade de uma formação que previna o uso de drogas”, frisa Silva.

 

Para Nico, que é da dupla Nico Lau e parceiro do projeto, a conscientização sobre as drogas precisa ser constante, uma vez que o uso aumentou no Brasil durante a pandemia do coronavírus.

 

“Temos uma vasta experiência com campanhas educativas e percebemos que as atividades culturais, como o humor, são eficientes no processo de conscientização dos jovens”.

 

O humor também é utilizado pela dupla nos vídeos aulas do projeto. “Nos vídeos aulas que são apresentados de forma virtual ou presencial para os estudantes de escolas públicas e privadas de Mato Grosso vão ser abordados vários temas com especialistas das áreas, mas a abertura da aula sempre é feita pelos humoristas Nico e Lau. A popularidade e o talento da dupla é um grande atrativo para o jovem. O mais gratificante é ver que o projeto vem dando resultados satisfatórios”, comemora Hélio Silva.

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Os vídeos aulas do projeto possuem oito minutos de duração e poderão ser assistidos pelas plataformas das escolas ou pelo canal do YouTube do Projeto Juventude Contra as Drogas . Nos vídeos, os especialistas abordam temas variados. As escolas interessadas em participar do projeto poderão entrar em contato com o Isma através do email: [email protected]. O arrariá educativo na escola estadual do Pedro 90 pode ser assistido pelo canal Youtube do Projeto Juventude Contra as Drogas.

 

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Operação da PC mira esquema de fraude em licitação e cumpre mandados em Pontal do Araguaia e Água Boa

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Por Emerson Teixeira

Fotos: PC-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Areia Movediça para desarticular um esquema de fraudes em licitação e irregularidades na execução de contrato administrativo ligado à Prefeitura de Araguaiana. A ofensiva cumpriu dez ordens judiciais nas cidades de Araguaiana, Pontal do Araguaia e Água Boa, com foco na coleta de provas contra empresários e investigados suspeitos de manipular o processo de contratação pública.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Araguaiana e apura indícios de fraude no caráter competitivo da licitação, falsidade ideológica e uso de documento falso. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e cinco ordens de quebra de sigilo telemático, todas autorizadas pelo Juízo das Garantias da Comarca de Barra do Garças. As medidas têm como objetivo aprofundar a apuração sobre o possível direcionamento do certame e a participação de envolvidos na suposta montagem do processo.

O inquérito foi instaurado após o registro de boletim de ocorrência apontando inconsistências no procedimento licitatório. A partir da denúncia, a Polícia Civil realizou oitivas, análises documentais e diligências técnicas que, segundo os investigadores, revelaram uma série de indícios de irregularidades no Pregão Presencial nº 09/2025. O certame resultou na contratação de uma empresa para organizar um evento esportivo promovido pelo município de Araguaiana.

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De acordo com a investigação, há suspeitas de irregularidades já na fase interna da licitação, incluindo possível simulação de pesquisa de preços, uso de orçamentos sem autorização dos supostos emissores e padronização suspeita de documentos apresentados por empresas diferentes. Esses elementos, segundo a polícia, levantam a hipótese de que o processo tenha sido previamente direcionado para favorecer participantes específicos.

Outro ponto considerado grave pela investigação é a suspeita de ajuste prévio entre empresas e agentes envolvidos, além de inconsistências temporais entre a homologação da licitação e a execução do contrato. Conforme apurado, materiais e serviços previstos no objeto contratado já poderiam estar disponíveis antes mesmo da conclusão formal do processo, o que reforça a suspeita de que o resultado da concorrência teria sido previamente articulado.

A Polícia Civil também apura possível sobrepreço em itens adquiridos para o evento, como camisetas, materiais esportivos e troféus, cujos valores teriam superado os preços médios de mercado. Além disso, surgiram indícios de inconsistências na execução financeira do contrato, especialmente em relação à destinação de recursos reservados para premiações. Há divergências entre os valores anunciados e os montantes que teriam sido efetivamente pagos aos participantes.

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A operação desta quarta-feira representa mais uma etapa de um inquérito que busca esclarecer se houve uso da estrutura pública para beneficiar interesses privados em detrimento do interesse coletivo. A Polícia Civil informou que as investigações continuam, com análise do material apreendido, perícias técnicas e novas diligências para identificar todos os responsáveis e eventual responsabilização criminal dos envolvidos.

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