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Wellington Fagundes apoia investigação e pedido de impeachment contra Moraes

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Da Redação

O senador licenciado Wellington Fagundes (PL) manifestou seu apoio à abertura de uma investigação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em resposta a uma reportagem da Folha de S. Paulo.

A matéria publicada sugere que Moraes teria favorecido apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao selecionar alvos de investigações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no STF.

“O PL enquanto partido orgânico, que tem sido muito abalado por acusações, por investigações do STF, claro estamos à frente nisso e é legítimo”, afirmou Fagundes.

Fagundes enfatizou a gravidade das acusações e a necessidade de uma investigação minuciosa: “É grave, tem que ser investigado. Não posso dizer agora que esse ou aquele é culpado, quem é o alvo hoje é o ministro e o partido já está buscando assinaturas para um pedido de impeachment”.

Na última semana, cinco deputados de Mato Grosso assinaram o pedido de impeachment de Moraes.

A proposta visa coletar assinaturas até o dia 7 de setembro, alegando violação de direitos constitucionais, abuso de poder e desrespeito ao código de processo penal. Até o momento, o pedido já conta com mais de 100 assinaturas.

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Fagundes concluiu sua declaração ressaltando a importância da transparência e da investigação dentro do sistema democrático: “Tudo na democracia tem que ser aberto, tem que ser investigado. Eu sempre digo que quem não tem culpa no cartório, não pode ter medo de investigação”.

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Otaviano Pivetta endurece regras no sistema prisional e veta visitas íntimas para condenados por feminicídio, estupro e pedofilia em MT

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por Nayara Cristina

O governador em exercício Otaviano Pivetta sancionou uma nova lei que endurece o tratamento a presos condenados por crimes de extrema gravidade em Mato Grosso. A norma, publicada nesta terça-feira (15), proíbe visitas íntimas a detentos com condenação definitiva por feminicídio, estupro e pedofilia em todas as unidades do sistema penitenciário estadual.

A nova legislação, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho, estabelece que a restrição vale exclusivamente para condenados com sentença transitada em julgado — ou seja, quando já não há possibilidade de recurso. A medida atinge diretamente autores de crimes marcados pela violência extrema, especialmente aqueles praticados contra mulheres, crianças e adolescentes.

Pelo texto sancionado, visita íntima é caracterizada como o encontro realizado em ambiente reservado, sem acompanhamento direto dos agentes penitenciários, em espaço fechado e com a presença exclusiva do preso e do visitante. A partir da entrada em vigor da lei, esse tipo de benefício passa a ser expressamente proibido para os condenados enquadrados nas condutas previstas.

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Apesar do endurecimento, a norma mantém o direito às visitas sociais, asseguradas pela Lei de Execução Penal. Esse tipo de visita continua permitido em espaços apropriados dentro das unidades prisionais, com supervisão dos servidores e dentro dos protocolos de segurança já existentes.

A sanção ocorre em meio ao debate nacional sobre o fortalecimento das políticas de proteção às vítimas de violência e o aperfeiçoamento das regras de execução penal. Com a nova regra, o governo de Mato Grosso reforça um posicionamento de maior rigor no enfrentamento a crimes que causam forte impacto social e amplia o recado institucional de intolerância à violência contra os grupos mais vulneráveis.

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