VÁRZEA GRANDE
Vereadores elogiam trabalho e avanços na saúde de Várzea Grande
Secretária de Saúde foi à Câmara Municipal para prestigiar a posse do ex-secretário Samir Katumata, que assumiu vaga deixada por Lucas do Chapéu do Sol
A secretária de Saúde de Várzea Grande, Deisi Bocalon, foi elogiada por vários parlamentares sobre a sua atuação na condução da Secretaria de Saúde. Nesta terça-feira (25), a gestora foi à Câmara Municipal, para acompanhar a primeira sessão do ex-secretário e agora vereador, Samir Bosso Katumata (PL), que assumiu a vaga como suplente no lugar de Lucas do Chapéu do Sol, que na semana passada foi nomeado secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana.
O vereador Cleyton Nassarden Guerra (Sardinha-MDB) parabenizou a secretária e também a diretora-geral do Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande (PSHMVG), Érica Auxiliadora Carvalho, pela simplicidade e humildade no trato com as pessoas.
A vereadora Gisa Barros (PSB) disse que, por meio de uma solicitação feita à prefeita Flávia Moretti (PL) e à secretária Deisi, o Município pôde prestar toda a assistência necessária ao jovem Moisés Taques, de 23 anos, morador do bairro Mapim, que por meio do Fila Zero conseguiu realizar um exame de ressonância magnética no joelho esquerdo.
Já a vereadora Rosy Prado (União) disse que na tarde de ontem realizou no Centro de Especialidade em Saúde – Postão – um exame de endoscopia e foi muito bem tratada. “É importante a gente se certificar que os serviços estão sendo feitos com agilidade e com a qualidade que a nossa população merece. Fui muito bem atendida e ouvi também relatos de pacientes que aguardavam há anos por esse exame, e hoje não estamos mais tendo essa espera. Estamos aqui nesta tribuna para fiscalizarmos e cobrarmos melhorias para a população, mas também precisamos parabenizar quando vemos resultados. A secretária Deisi tem feito um trabalho de uma desenvoltura magnífica e quem ganha com isso são os cidadãos várzea-grandenses”.
A secretária Deisi Bocalon disse que a Saúde de Várzea Grande está sendo destravada e as coisas estão acontecendo, mas ainda existe muito trabalho a ser feito. “Assumimos esse compromisso e estamos realmente trabalhando para melhorar o setor em todos os sentidos. Temos ciência que estamos longe do ideal. Mas, cremos que avançamos muito em menos de 90 dias dessa nova gestão. Mais serviços estão aderindo ao Fila Zero, vamos atender nossos munícipes aqui, em território várzea-grandense e pleitear melhoria perenes de recursos federais e estaduais com habilitação de serviços e faturamentos eficientes. Economicidade, qualidade do gasto e melhoria de recursos, são fundamentais para expandir o atendimento à população. Mais Saúde para Vegê!”.
Deisi Bocalon destacou ainda que fez questão de ir à Câmara Municipal para levar o seu abraço ao vereador Samir e desejar sucesso nesta nova trajetória. “Participamos da abertura da 1ª Conferência Municipal do Trabalhador e da Trabalhadora da Saúde e viemos à Câmara também prestigiar o colega que agora estará à frente dos trabalhos no Legislativo, sendo o líder da prefeita Flávia nessa Casa de Leis”.
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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