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Vereador Jefferson Siqueira acusa Abílio de prejudicar sua família: ” Acabou com meu casamento”

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JB News

Por Alisson Gonçalves

O vereador Jefferson Siqueira (PSD) desabafou sobre as consequências pessoais que enfrentou após as acusações feitas por Abílio Brunini (PL).

O prefeito eleito sugeriu publicamente que um vereador contava com o apoio de faccionados do Comando Vermelho (CV) para garantir uma vaga na Mesa Diretora da Câmara, embora não tenha citado nomes.

Jefferson, o único opositor à candidatura de Paula Calil (PL) na ocasião, interpretou a fala como uma indireta direcionada a ele.

Em um relato emocionado, Jefferson contou que sua vida familiar foi profundamente afetada pela situação.

“Você acabou com o meu casamento, jovem. Minha esposa não é mais a mesma, em casa, não tem mais o mesmo ambiente”, desabafou.

Segundo ele, sua esposa foi alvo de mensagens anônimas e seus filhos, de 3 e 5 anos, ficaram preocupados com a possibilidade de ele ser alvo de uma operação policial, após as acusações do prefeito.

Além disso, Jefferson relatou a preocupação de seu pai, que, aos 70 anos, ligava para ele todos os dias, aflito com a situação.

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“Meu pai, que tem quase 70 anos, trabalhou 35 anos no Legislativo, nunca foi envolvido em escândalo algum. Agora ele sai da minha casa chorando todo dia”, disse o vereador.

Apesar das adversidades, Jefferson prometeu seguir em busca da verdade e da justiça, afirmando que continuará fiscalizando a gestão de Abílio e quem, segundo ele, tenta usar falsas acusações com fins políticos.

“Você pode ter certeza de uma coisa: eu vou fazer aquilo que é justo. À medida que você fiscalizou, você será fiscalizado”, concluiu.

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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