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Vereador evita imprensa e empurra jornalistas após bate-boca na Câmara de VG

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Por Alisson Gonçalves

Na manhã desta terça-feira,08, o vereador Wender Madureira (Republicanos) protagonizou um dos momentos mais tensos da sessão da Câmara Municipal de Várzea Grande.

Após usar a tribuna para disparar duras acusações contra o colega Jero Neto (MDB), o parlamentar deixou o plenário às pressas, evitando qualquer contato com a imprensa e, segundo testemunhas, chegou a empurrar jornalistas que tentavam abordá-lo.

Durante seu discurso inflamado, Wender acusou Jero de utilizar o Atlântico Clube, supostamente de sua propriedade, como palanque político.

Classificou o local como um “elefante branco pago com dinheiro público” e afirmou que irá cobrar esclarecimentos da prefeita Flávia Moretti (PL) sobre a continuidade do contrato de aluguel entre a Prefeitura e o clube.

Segundo Wender, há indícios de irregularidades no acordo, que devem ser apurados com rigor.

O vereador foi além e declarou possuir provas das acusações feitas.

Disse ainda que, durante uma gestão anterior, Jero teria lhe oferecido a vaga de vereador, à época, Wender era suplente mas sem o direito à remuneração, o que poderia configurar uma tentativa de manobra política.

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Apesar do tom contundente de suas declarações, Wender saiu pela lateral da Câmara Municipal, visivelmente alterado, e evitou prestar esclarecimentos à imprensa.

Repórteres que tentavam questioná-lo relataram que o vereador empurrou microfones e câmeras, gerando desconforto e indignação entre os profissionais de comunicação presentes.

O comportamento do parlamentar reforça as tensões internas no Legislativo de Várzea Grande e levanta questionamentos sobre o teor das denúncias e o impacto político do episódio.

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Projeto de Medeiros propõe anistia a multas de caminhoneiros e envolvidos no 8 de janeiro

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por Redação

_Proposta prevê perdão de penalidades por bloqueios de rodovias e ocupação de prédios públicos_

O deputado federal José Medeiros (PL) apresentou um projeto de lei que propõe a anistia de multas aplicadas a pessoas que participaram de bloqueios de rodovias após as eleições de 2022 e das invasões aos prédios dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

A medida prevê o perdão de penalidades impostas por órgãos da administração pública, incluindo autarquias e agências reguladoras. A proposta também contempla a remissão das dívidas decorrentes dessas multas, alcançando tanto sanções já aplicadas quanto aquelas ainda em fase de análise ou cobrança.

Na justificativa, Medeiros afirma que a proposta busca promover a pacificação social e revisar penalidades aplicadas no período pós-eleitoral.

“Esse projeto não é sobre passar a mão na cabeça de ninguém, é sobre fazer justiça. O que vimos após as eleições de 2022 e nos episódios de 8 de janeiro foram punições desproporcionais, muitas vezes aplicadas de forma generalizada, atingindo pessoas que não tiveram o devido direito de defesa”, afirmou.

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O deputado destaca ainda que a proposta abrange sanções administrativas relacionadas à interdição de vias públicas e à ocupação de prédios públicos no período pós-eleitoral, beneficiando participantes de manifestações registradas em diferentes regiões do país.

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